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Economia

Petrobras nega defasagem nos preços e mantém política de reajustes

3 de abril de 2026 Economia
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O preço da gasolina subiu 1,53%, alcançando R$ 7,31 (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Petrobras mantém política de preços dos combustíveis (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Por Amélia Alves, do Estadão Conteúdo

RIO DE JANEIRO – A Petrobras afirmou que mantém a estratégia comercial para preços de combustíveis e negou estimativas divulgadas na imprensa sobre uma defasagem relevante em relação ao mercado internacional. A manifestação ocorreu em resposta a um ofício da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que questionou a companhia após notícias sobre interferência política na definição de preços.

O pedido de esclarecimento teve como base, as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a necessidade de evitar repasses ao consumidor dos efeitos da alta internacional do petróleo, em meio às tensões no Oriente Médio.

A estatal também rebate cálculos de agentes de mercado indicando que diesel e gasolina estariam sendo vendidos com descontos expressivos frente à paridade internacional.

De acordo com dados da Abicom (Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis), divulgados no início desta semana, a defasagem dos preços nas refinarias da Petrobras atingiu R$ 3,05 por litro para o óleo diesel e R$ 1,61 para a gasolina.

Em sua defesa, a Petrobras reitera que os reajustes de preços não são com base em periodicidade fixa e são realizados a partir de análises técnicas, levando em conta condições de refino, logística e o objetivo de reduzir a volatilidade no mercado interno. A empresa afirma ainda que sua política atual, anunciada em 2023, “busca evitar o repasse automático de oscilações externas”.

A estatal cita também medidas recentes, como o aumento de R$ 0,38 por litro no preço do diesel A para distribuidoras, além da adesão a um programa federal de subvenção que adiciona R$ 0,32 por litro. Segundo a empresa, o efeito combinado equivale a R$ 0,70 por litro.

Sobre os números divulgados por analistas – que apontavam perdas potenciais bilionárias caso a defasagem persistisse -, a estatal afirma não reconhecer tais estimativas. E reforça o seu compromisso com a sustentabilidade financeira e declarou que sua governança e deveres fiduciários estão sendo plenamente observados.

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Assuntos destaque, diesel, Petrobras, petróleo, preços dos combustíveis
Cleber Oliveira 3 de abril de 2026
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