O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Pauta de costumes não pode derrotar cultura, diz Lula ao regular Lei Rouanet

23 de março de 2023 Variedades
Compartilhar
Lula e Margareth Menezes
Lula e Margareth Menezes, ministra da Cultura, e evento no Rio de Janeiro (Foto: Reprodução/TV Brasil)
Por Matheus Rocha e Aléxia Sousa, da Folhapress

SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (23), que a guerra em defesa da cultura vai ser grande e que o bolsonarismo dirá que a mamata voltou.

“A gente não pode permitir que a pauta de costumes possa derrotar a política cultural desse país. São vocês que têm que ajudar a companheira Margareth Menezes.”

A declaração foi feita em ato de assinatura do decreto de fomento à cultura do país, que aconteceu nesta quinta, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

A medida era aguardada pela classe artística havia pelo menos dois meses. O texto traz uma série de mudanças na Lei Rouanet e regulamenta as leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc.

“A cultura voltou de verdade nesse país. Que ninguém nunca mais ouse desmontar a experiência cultural do povo brasileiro”, disse Lula, em um discurso breve.

Uma das principais alterações é que que as leis de incentivo à cultura terão que ajudar a promover a diversidade cultural, a superação do patriarcado e a erradicação de todas as formas de preconceito.

Esse último item volta a constar no texto, após ter sido excluído por decreto editado por Bolsonaro em 2021.

O texto também visa promover uma descentralização dos recursos, concentrados no Sudeste do país -o que, historicamente, é uma das grandes dificuldades da lei. O governo diz que isso permitirá ampliação de investimentos nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

“A desigualdade regional e racial marca o nosso país. Os patrocinadores estão concentrados no Rio e em São Paulo. Quem tem sucesso na captação não costuma ter a minha cor”, disse a ministra Margareth Menezes, que anunciou também a liberação de R$ 1 bilhão para fomentar o audiovisual brasileiro.

Uma novidade em relação à Lei Rouanet é o fortalecimento da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, órgão que avalia se os projetos apresentados na Rouanet estão aptos ou não a captar recursos e que chegou a ser paralisada em 2021 na gestão Bolsonaro.

A comissão voltou a funcionar no começo do ano passado, mas sem seu caráter consultivo, operando apenas como um órgão que analisava recursos de quem não foi autorizado a captar via Rouanet.

Com o novo decreto, a comissão poderá sugerir melhorias na execução da lei, além de analisar se os projetos podem captar recursos.

“Colocamos participação social na Rouanet com a devolução das competências da comissão, com representação de todas as regiões”, afirmou ela. “Essa participação não é lateral. Ela é uma das marcas da política cultural brasileira.”

A composição da Cnic de fato terá mudanças. A partir do novo decreto, será obrigatória a participação de pelo menos um representante dos povos originários e outro de “instituição cultural que atue no combate a discriminações e preconceitos”.

O decreto prevê também o estímulo a atividades artísticas e culturais promovidas pelos povos indígenas e comunidades tradicionais. Esses pontos não estavam previstos no decreto da Lei Rouanet que Bolsonaro assinou em 2021.

“Pegamos os programas de fomento quase destruídos. Tudo estava abandonado”, afirmou Menezes. “Graças aos nossos servidores, que resistiram esses anos, e à equipe experiente que trouxemos, reconstruímos o trabalho fruto de muitas gerações.”

Notícias relacionadas

‘Não é o fim da minha vida’, diz Danny Glover sobre Alzheimer

Daniela Mercury receberá o Grammy por excelência musical

Record informa que é falsa notícia de reportagem sobre Deolane

Izabella Camargo revela rejeição na Globo ao retornar por ordem judicial

Homem-Aranha leva Lionel Messi para sobrevoar Nova York

Assuntos cultura, lei Rouanet, Lula, Margareth Menezes, pauta de costumes
Valmir Lima 23 de março de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Venezuela
Política

Lula anuncia envio de bombeiros e medicamentos para a Venezuela

25 de junho de 2026
Amom Mandel
Geral

Amom propõe programa nacional para valorizar a cultura e as tradições amazônicas

23 de junho de 2026
Política

Datafolha: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 48% dos eleitores; Lula, por 46%

20 de junho de 2026
Política

Datafolha: em cenário de 1º turno, Lula tem 41%, Flávio, 31%, Caiado, 3% e Renan Santos, 3%

20 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?