O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Parceria Brasil-Reino Unido para a biodiversidade e a bioeconomia

4 de junho de 2014 Dia a Dia
Compartilhar
Workshop discute desde terça-feira até sexta, em Manaus, saídas para a bioeconomia na Amazônia (Foto: Camila Leonel/Inpa)

MANAUS – “A bioeconomia é importante para o Amazonas, para a Amazônia e para o Brasil. A ideia é identificar oportunidades para juntar esforços dos dois países com o objetivo de fortalecer a Ciência e atrair o desenvolvimento e a conservação da biodiversidade e com mais conhecimento sobre ela”. A declaração é do botânico William Millikem, coordenador dos Reais Jardins Botânicos de Kew ou Kew Gardens e um dos organizadores do Workshop Brasil-Reino Unido de Biodiveridade e Bioeconomia, que se realiza em Manaus desde esta terça-feira (03/06) até sexta.

O evento, realizado no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), é uma reunião entre representantes de várias instituições brasileiras e britânicas para discutir a colaboração na área de diversidade e bioeconomia no Brasil.

De acordo com Millikem, o workshop é também uma colaboração científica de pesquisa, que inclui, dentre outras ações, projetos de capacitação de estudantes e pesquisadores dos dois países, e também projetos de inovação com o setor privado. O encontro servirá ainda para identificar prioridades, assim como começar a formular propostas de projetos de colaboração entre os dois países na área de diversidade e bioeconomia.

Na opinião de Millikem, para o uso sustentável dos recursos que a floresta oferece é preciso haver um equilíbrio entre utilização e conservação desses recursos, hoje um dos maiores desafios da região. Ele diz que há muitas plantas ainda por ser exploradas em termos alimentícios e usos medicinais.

Saúde e biodiversidade

Segundo ele, o apoio que a floresta oferece ao meio ambiente, definido pelo botânico como “serviços de ecossistema”, depende da biodiversidade. “A saúde humana depende da biodiversidade aqui na Amazônia, portanto não é só identificar produtos que podem ser comercializados ou utilizados, mas, também, entender melhor como manter o meio ambiente para a saúde e o bem estar da população”, afirmou.

De acordo com um dos organizadores do workshop, o pesquisador do Inpa, Niwton Leal Filho, a parceria entre Brasil e Reino Unido vem fortalecer o acordo entre os dois países que sempre mantiveram uma forte relação científica, e terá o apoio financeiro britânico do Fundo Newton, lançado em 2013 para amparo à pesquisa, com aporte de 9 milhões de libras esterlinas. O Brasil oferece contrapartida, por meio das diversas Fundações de Amparo à Pesquisas (Faps), que entrará com a participação de outros 9 milhões de libras esterlinas, durante os próximos 3 anos.

Leal Filho explica que essa parceria tem por objetivo apoiar pesquisas entre institutos brasileiros e ingleses em áreas prioritárias, como doenças negligenciadas, aquelas doenças que não só prevalecem em condições de pobreza como também contribuem para a manutenção do quadro de desigualdade por representar importante entrave ao desenvolvimento dos países, a exemplo da dengue, malária, doença de chagas, leishmaniose e tuberculose. “Essas doenças as empresas farmacêuticas não tem interesse em desenvolver remédios porque atingem populações muito pobres”, explica.

Ainda de acordo com Leal Filho, o Fundo Newton está sendo usado, especificamente, para este projeto, nos próximos três anos, e foi desenhado pelo Reino Unido para auxiliar os países emergentes. Dentre os países, o Brasil foi escolhido como destaque por ser um país que possui uma tradição de colaboração na área científica com o Reino Unido.

Inventário incompleto

Para o botânico e ecologista britânico, o professor Sir Ghilleam Prance, existem alguns pontos que ele considera fundamental para o futuro da região amazônica. Segundo ele, o inventário da região amazônica ainda não está completo. O professor afirma que existem novas espécies a serem descobertas, e é preciso haver mais trabalho com fungos (micologia) e insetos.

“Há áreas que são pouco conhecidas e têm áreas que não tem nenhuma amostra no herbário do Inpa. Vamos para uma dessas áreas para fazer um inventário para ver se são iguais em diversidade na região de Manaus”, desafia Prance.

Para o botânico, outro ponto importante é estudar as plantas econômicas e não somente coletar e estudar a taxonomia (ciência que classifica os seres vivos). “É preciso estudar mais a genética para conhecer novas plantas, porque é preciso entender o efeito da coleção de uso e tendo mais informação genética isso vai ajudar”, reforça.

Outro ponto destacado por Prance é que não existem taxonomistas suficientes na região. “Espero que tenha mais brasileiros fazendo inventários por aqui e não somente estrangeiros vindos de longe”, ressaltou o botânico.

Patrono

O professor Ghilleam Prance atuou durante 50 anos no Inpa e foi o idealizador do curso de pós-graduação de Botânica do Instituto e fundador da Ciência Botânica na Amazônia, ministrará, às 17h, desta quarta-feira (4), um open lecture (palestra) como tema “Cinquenta Anos de Colaboração com o Brasil”. O professor Prance falará sobre sua experiência pioneira e legado em terras brasileiras ao longo dos últimos 50 anos. Atualmente, Sir Prance é diretor científico do Éden Project, no Reino Unido.

Após a palestra, o governo britânico, em parceria com o Inpa e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), homenageará o professor Prance, considerado o patrono das relações científicas entre o Brasil e o Reio Unido, e José Ramos, seu primeiro guia (mateiro) na região. Os dois receberão uma Menção Honrosa da Fapeam, como reconhecimento dos esforços investidos no desenvolvimento científico da região amazônica.

Segundo os organizadores, a homenagem tem como objetivo inspirar estudantes e pesquisadores interessados na preservação e uso sustentável da biodiversidade.

Great Britain House

Como parte da programação do maior evento mundial de futebol, o governo britânico criou a Great Britain House, uma exibição de itens britânicos e uma série de eventos (seminários, debates, networking e exposições) que apresentam o melhor do Reino Unido e que acontecem nas cidades-sedes em que receberão a seleção de Inglaterra: Manaus, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Acesse www.greatbritainhouse.ukti.gov.uk para mais informações.

Notícias relacionadas

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

TJAM vê como ‘esquisitos’ 936 acessos de defensor a processo sigiloso

Mapa facilita coleta de castanha-da-amazônia por extrativistas no AM

Sete a cada 10 brasileiros têm dificuldades para saber seus direitos

Entre usuários de internet, 32% foram alvos de tentativa de golpe

Assuntos bioeconomia, Inpa
Valmir Lima 4 de junho de 2014
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Industrialização, floresta e colonialismo: o dilema amazônico no século XXI

24 de agosto de 2026
Evento na Suframa expôs vantagem do incentivo fiscal para desenvolver produtos da bioeconomia (Foto: Suframa/Divulgação)
Economia

Vantagem fiscal da ZFM é impulso para produtos da bioeconomia

6 de agosto de 2026
Arthur Neto defende maior investimento em ciência no Amazonas (Foto: Divulgação)
Política

Arthur diz que volta à política por experiência, não por vaidade

3 de agosto de 2026
Dia a Dia

Pesquisa do Inpa revela potencial do samburá para tratamento do diabetes

11 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?