
Da Redação
MANAUS – As 13 unidades do PAC (Pronto Atendimento ao Cidadão retomaram o atendimento ao público em Manaus e no interior. Todos os locais adotaram as normas de segurança para prevenir contra o coronavírus como uso obrigatório de máscaras, distribuição de álcool em gel e medição de temperatura.
No Amazonas, a movimentação foi tranquila no primeiro dia, nessa segunda-feira, 29, com 302 atendimentos. Na capital, retornaram as atividades os PACs São José, Sumaúma, Compensa, Galeria, Alvorada, Educandos, Leste, Via Norte e com a novidade de reativação do PAC Parque 10, que estava fechado desde 2018. No interior, os PACs dos municípios de Parintins, Manacapuru, Itacoatiara e Iranduba também reabriram.
Com a paralisação das atividades desde o dia 18 de março, três unidades do PAC foram reformadas: Compensa, Educandos e Alvorada. Os prédios passaram por limpeza, higienização, pintura e trocas de lâmpadas. Até então, a Sejusc estava executando somente os serviços de emissão de documentos por meio de agendamento telefônico e nas tendas localizadas em sete agências da Caixa Econômica.
A primeira unidade do Programa de Pronto Atendimento ao Cidadão foi inaugurada no dia 20 de março de 1998, no bairro São José, na zona leste. Desde 2006, quando os atendimentos passaram a ser quantificados, até dezembro de 2019, já foram realizados mais de 38 milhões de atendimentos em todo o Amazonas.

Atendimento prestado no PAC Alvorada foi de um desrespeito enorme (12/08/2020 às 9 horas). Minha esposa, grávida, se dirigiu pela manhã ao referido PAC e foi humilhada pela atendente. A mesma, disse que se quisesse ser atendida, tinha que chegar 2 horas da manhã pra pegar senha. Minha esposa perguntou se havia atendimento preferencial e a atendente respondeu “todo mundo tem que vir 2 horas da manhã pra pegar senha, até um idoso de 80 anos”. Minha esposa disse “estou grávida” e a atendente respondeu “mande seu marido vir aqui 2 horas se quiser ser atendida”. Minha esposa ficou extremamente abalada com o tratamento que recebeu, me mandou um áudio quase chorando de ódio. Qual a necessidade de uma funcionária atender o público dessa maneira? Nem animal deve ser tratado desse jeito, que descaso, que despreparo, que humilhação, isso é muita falta de respeito com a população.