O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Organizações de 46 países cobram ações do YouTube contra desinformação

12 de janeiro de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Youtube Logo
A nova plataforma do Google está disponível para celulares Android e iOS e tem uma versão específica para PCs, via navegadores (Foto: Divulgação)
Por Renata Galf, da Folhapress

SÃO PAULO – Mais de 80 organizações de checagem de fatos, de 46 países, enviaram nesta quarta-feira (12) uma carta à presidente-executiva do YouTube, Susan Wojcicki, solicitando que a empresa tome ações efetivas para combater a desinformação na plataforma, que pertence ao Google.

Uma das medidas sugeridas é que o YouTube estabeleça parcerias estruturadas com checadores e assuma a responsabilidade de investir sistematicamente em iniciativas independentes de verificação de informações ao redor do mundo.

Outros passos apontados como prioritários são dar transparência a sobre como a desinformação se propaga na plataforma, tomar medidas contra violadores reiterados e estender os esforços para idiomas que não o inglês.

No documento, as organizações signatárias pedem uma reunião com Wojcicki para discutir as sugestões e uma colaboração com a plataforma. “Esperamos que considere a implementação dessas ideias para o bem público e para fazer do YouTube uma plataforma que realmente dê seu melhor para evitar que a desinformação e os boatos sejam usados como arma contra seus usuários e a sociedade”, diz o texto.

Entre as mais de 80 organizações que assinam a carta, há duas representantes brasileiras –Aos Fatos e Agência Lupa–, além de veículos de outros países da América Latina, como Argentina, Bolívia e Colômbia.

Também subscrevem o documento organizações dos EUA, incluindo a unidade de checagem do jornal The Washington Post, e de nações como Alemanha, Espanha, Itália, Reino Unido, Nigéria, Etiópia, África do Sul, Índia, Mianmar, Filipinas e Austrália.

“Todas essas agências chegaram à mesma conclusão: de que o YouTube é um dos principais canais de desinformação no mundo e que as políticas atuais que a plataforma diz estar aplicando não estão funcionando”, afirma Carlos Hernández-Echevarría, do veículo espanhol Maldita.es.

Na avaliação das signatárias, a política de moderação da plataforma deveria estar mais voltada a fornecer contexto aos usuários, para além da decisão de remover ou não determinado conteúdo.

“Isso só pode acontecer se houver uma colaboração significativa e estruturada entre os checadores de fatos e o YouTube, com a plataforma assumindo a responsabilidade e investindo sistematicamente em esforços independentes de verificação de fatos em todo o mundo”, diz a carta.

No final de 2019, o site anunciou que passaria a exibir painéis de checagem de fatos para determinadas buscas, de acordo com a verificação de veículos do tipo. A classificação usada pelo YouTube vem de uma plataforma de código aberto chamada Schema.org ClaimReview.; nela, as agências inserem por um código HTML os dados de sua apuração, possibilitando que diferentes veículos identifiquem conteúdos checados.

As organizações veem a medida como insuficiente. Hoje, quando o painel aparece, ele se refere ao termo buscado na pesquisa como um todo; para os checadores, as verificações deveriam aparecer junto ao vídeo específico. Eles dizem ainda que há pouca transparência sobre como a plataforma usa conteúdo verificado.

“A questão não é prioritariamente financeira, é prioritariamente discutir o modo de operação do YouTube que privilegia a disseminação de conteúdos desinformativos e que é totalmente contraditório com o discurso de que existe uma parceria com fact-checkers [checadores de fatos]”, diz Natália Leal, diretora-executiva da Lupa.

Em nota, o YouTube afirmou que investiu em políticas e produtos em todos os países em que opera “para conectar as pessoas a conteúdo qualificado, reduzir a disseminação de informação limítrofe e remover vídeos que violam as políticas” da plataforma.

De acordo com a empresa, o site mantém o “consumo de desinformação limítrofe recomendada significativamente abaixo de 1% de todas as visualizações no YouTube”. “Estamos sempre procurando maneiras significativas de melhorar e continuaremos a fortalecer nosso trabalho com a comunidade de checagem de fatos”.

Diferentemente da Meta, grupo do qual faz parte o Facebook, o YouTube não possui um programa estabelecido de parcerias com agências de checagem.

A carta desse veículos aponta ainda que a plataforma deve agir contra infratores reincidentes, sugerindo que o algoritmo deixe de recomendar vídeos de canais que reiteradamente têm conteúdo classificado como desinformação ou boato. “Especialmente aqueles que monetizam esse conteúdo dentro e fora da plataforma”.

No ano passado, em meio a uma intensa campanha de desinformação sobre o processo eleitoral e as urnas, o ministro Luís Felipe Salomão, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou a suspensão de repasses a páginas de determinados perfis e canais bolsonaristas. Segundo relatório enviado pelo Google ao órgão, o valor pago desde 2019 aos investigados por disseminar fake news somaram US$ 3 milhões.

De acordo com as regras atuais, vídeos que violam as diretrizes das comunidades são removidos. No caso de violações, a plataforma possui um sistema de três avisos: se o canal receber os três em 90 dias, é removido permanentemente; cada aviso expira 90 dias depois de emitido.

Os checadores também consideram que o YouTube precisa se comprometer com a transparência sobre como a desinformação se propaga na plataforma. Nesse sentido, apontam como possíveis medidas o apoio a pesquisas independentes sobre o alcance e o impacto de campanhas de desinformação.

Os signatários da carta ainda defendem a ampliação dos esforços para línguas além do inglês, bem como o fornecimento de dados específicos por país e idioma. Os únicos dados apresentados por país hoje nos relatórios de transparência da empresa se referem ao total de remoções.

Uma regra do YouTube que prevê remoção de conteúdos com alegações infundadas de fraude eleitoral era, até o primeiro semestre de 2021, restrita aos EUA e depois foi ampliada apenas para a Alemanha.

Notícias relacionadas

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Justiça reduz pena de prisão de homem que ateou fogo na esposa

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

Prefeito usa farda de gari para entregar caminhões de coleta de lixo

Assuntos desinformação, fake News, Organizações, YouTube
Murilo Rodrigues 12 de janeiro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A falta de acesso à internet ou a conexão de baixa qualidade ainda é uma das principais dificuldades para pessoas se manterem informadas (Foto: Bruno Peres/Agência Brasil)
Dia a Dia

Internet precária dificulta acesso à informação entre indígenas e nas periferias

14 de maio de 2026
Dmitri Muratov alerta sobre surgimento de novo fascismo no mundo (Imagem: YouTube/Reprodução)
Política

‘Mentiras atraentes’ nas redes sociais geram engajamento, afirma Nobel da Paz

14 de maio de 2026
Urna eletrônica
Política

Ataque à urna eletrônica domina desinformação sobre as eleições

14 de maio de 2026
Youtube Logo
Dia a Dia

Governo amplia de 14 para 16 anos a classificação indicativa do YouTube

6 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?