O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Oposição a candidato de Lula e crítica à aliança com o Centrão dominam eleição no PT

3 de junho de 2025 Política
Compartilhar
O ministro da Secom, Edinho Silva, fala na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara sobre as ações prioritárias da pasta (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Edinho Silva é o candidato do presidente Lula ao comando do PT (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Por Vera Rosa, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Divergências sobre os rumos do PT e do governo Lula marcaram o primeiro debate entre os candidatos à presidência do partido, na noite desta segunda-feira (2). Favorito na disputa, o ex-prefeito de Araraquara (SP) Edinho Silva – que é apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva – foi o principal alvo dos ataques.

Críticas à política econômica conduzida pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), aos juros altos praticados na gestão de Gabriel Galípolo à frente do Banco Central e a alianças com o Centrão ocuparam boa parte das discussões.

Adversários de Edinho, o deputado Rui Falcão, o historiador Valter Pomar e o secretário de Relações Internacionais do PT, Romênio Pereira, pregaram uma guinada à esquerda do governo. Avaliaram, ainda, que Lula precisa ir para as ruas e mudar a política econômica, se quiser vencer a próxima disputa contra a direita, em 2026, mesmo sem o ex-presidente Jair Bolsonaro no páreo.

As eleições que vão renovar o comando do PT, com voto dos filiados, ocorrerão em 6 de julho. O que está em jogo nesse embate, porém, vai além da escolha de uma cúpula partidária. O novo presidente do PT ficará à frente da sigla até 2029 e dirigirá a campanha de Lula ou de quem ele ungir como sucessor para o confronto do ano que vem. Além disso, terá a tarefa de começar a preparar o período pós-Lula.

Coube a Edinho, alvejado pelos oponentes, defender o governo no debate. Ao ouvir Valter Pomar, da Articulação de Esquerda, afirmar que o momento era grave e que ele não estava tratando do socialismo como norte, o ex-prefeito se exaltou.

“Eu não trato o socialismo como se fosse a tomada de assalto de poder de dentro do gabinete”, reagiu Edinho, candidato da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), majoritária no PT. “A consciência da classe trabalhadora não se faz com gente discursando, bravateando”, completou ele, citando bandeiras do PT, como o orçamento participativo.

A preocupação com o avanço da extrema-direita apareceu em vários momentos da discussão. “Estamos correndo o risco de virar um partido meramente institucionalizado e, pior, que não ganha eleição”, resumiu o deputado Rui Falcão, ex-presidente do PT. “Vamos combinar: a direita tomou as ruas da gente”.

Apoiado por várias tendências de esquerda, Falcão votou contra o corte de gastos proposto por Haddad, no ano passado. “Quero crer que esse pacote do corte de gastos é um dos fatores que tem contribuído para que o presidente Lula não tenha recuperado a popularidade”, destacou.

A taxa básica de juros (Selic) na estratosfera após Galípolo assumir a presidência do Banco Central foi descrita no auditório do Diretório Nacional do PT, em Brasília, como algo “inaceitável”.

Em uma alfinetada na direção de Galípolo, Falcão chegou a dizer que o nome tratado como “lesa-pátria”, antes, era o de Roberto Campos Netto. “Não dá para o nosso governo indicar o atual presidente do Banco Central e ele colocar a maior taxa de juros”, concordou Romênio Pereira, candidato da tendência Movimento PT.

Romênio disse que tem ouvido “muita reclamação” sobre o terceiro mandato de Lula. “Eu sinto que o governo está muito fechado em alguns grandes centros do País. Isso é errado. É difícil ver ministros andando pelo interior. Não sei qual ministro já visitou Roraima, Acre…”, observou o secretário de Relações Internacionais do PT. “Quando o presidente vai aos Estados (as pessoas), não podem sequer chegar perto do palanque”.

Um dos poucos pontos de acordo entre Edinho e seus adversários foi a constatação de que o PT se distanciou da juventude. “Mas não tem como trazer a juventude se não tiver um projeto de futuro”, provocou Falcão. “O Brasil está encalacrado no limbo perpétuo de um fazendão: estamos submetidos ao agronegócio e não temos apoio para fazer a reforma agrária”, emendou.

Apesar de morno, o primeiro debate entre os candidatos do PT serviu para mostrar as divisões do partido, principalmente em relação ao que deve ser feito para corrigir a rota do governo, que enfrenta uma crise atrás da outra.

Pomar afirmou que Haddad não podia ceder à “chantagem” do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que deu um ultimato até 10 de junho para a equipe econômica apresentar uma alternativa ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). “Querem nos obrigar a fazer o ajuste no lombo da classe trabalhadora”, avaliou o candidato da Articulação de Esquerda. “É uma pancada ou para nos derrotar (em 2026) ou para criar uma situação de ingovernabilidade”.

Sem citar o nome de José Múcio Monteiro, Pomar também voltou a defender a saída do ministro da Defesa. “A gente precisa de um ministro da Defesa capaz de olhar para os acampamentos (do 8 de Janeiro) e ver golpistas, e não parentes e amigos”, criticou.

Falcão cobrou que o PT se organize para 2026 com um pé nas instituições e “muitos pés” nas ruas. “Quando um partido perde sua identidade, sua razão de ser, ele fenece”, argumentou, sem rodeios.

Notícias relacionadas

Moraes se declara impedido de relatar ação que busca obter registros de sua mulher no Senado

Lula tem 37% contra 33% de Flávio Bolsonaro, aponta Quaest

Maioria do TSE mantém suspensão da campanha de Deltan ao Senado

Arthur Virgílio afirma que defesa da ZFM é prioridade parlamentar

Lula diz que Trump demonstra que não interferirá nas eleições brasileiras

Assuntos Centrão, Eleição, Luiz Inácio Lula da Silva, PT
Cleber Oliveira 3 de junho de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Presidente Lula na ONU: governo americano não deve interferiir nas eleições do Brasil (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Política

Lula diz que Trump demonstra que não interferirá nas eleições brasileiras

21 de setembro de 2026
Lula x Flávio Bolsonaro
Política

Lula perde entre homens no Sul; Flávio, entre mulheres no Nordeste

21 de setembro de 2026
Lula, Flávio Bolsonaro e Augusto Cury
Política

Lula tem 40% e Flávio 37% em cenário de primeiro turno, mostra pesquisa

21 de setembro de 2026
Edinho Silva
Política

Presidente do PT diz que eleitor indeciso saberá diferenciar governos Lula e Bolsonaro

18 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?