O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Operação em Paraisópolis não seguiu nenhum protocolo, dizem especialistas em segurança

2 de dezembro de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
Com tiros disparados no baile, houve correria e nove pessoas morreram pisoteadas (Foto: Reprodução)
Por Regiane Soares, da Folhapress

SÃO PAULO, SP – A Polícia Militar de São Paulo, apesar de ser uma das mais bem treinadas do país, aparentemente não agiu em Paraisópolis de acordo com protocolos de abordagens em locais com multidão. A opinião é de especialistas em segurança pública ouvidos pela reportagem sobre a ação policial que resultou na morte de nove jovens no domingo, 1°.

O governador João Doria (PSDB) disse nesta segunda-feira, 2, que a política de repressões aos pancadões não irá mudar, mesmo após as mortes em Paraisópolis.

Os especialistas também ressaltam que se o objetivo da ação era prender suspeitos, como divulgado pela Polícia Militar, usar armas não letais, como bombas de efeito moral, e confinar milhares de pessoas não foi a melhor estratégia. Isso porque a chance de criar um dano maior é grande, como de fato ocorreu.

“Os PMs de São Paulo não são mal preparados. Pelo contrário, recebem excelente treinamento sobre como agir em manifestações. Isso nos leva a concluir que a operação não seguiu nenhum protocolo e teve o resultado que teve”, afirmou o advogado Ivan Marques, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Segundo Marques, os vídeos sobre a ação policial compartilhados nas redes sociais mostram um “comportamento criminoso” de policiais ao confinar milhares de jovens, e não a ação de homens treinados para agir em multidões.

“Se a ação era para ir atrás de criminosos, não se faz isso soltando bombas e atirando diante de uma multidão. O ideal era investigar prender no momento adequado. A execução da estratégia [policial] foi mal feita”, afirmou Marques.

A socióloga Giane Silvestre, do NEV (Núcleo de Estudos da Violência), da USP (Universidade de São Paulo), disse que, embora a investigação sobre as mortes ainda estão sendo feitas, as mortes indicam que a ação policial em Paraisópolis foi fora do protocolo de segurança para grandes eventos “pelo resultado trágico que tivemos”.

“Os protocolos são pensados para saber o momento de agir e de não agir e para que a vida e a segurança das pessoas sejam preservadas, e não tenha desfecho fatais como tivemos”, afirmou Giane.

O sociólogo Ignacio Cano, do LAV (Laboratório de Análise da Violência), da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), ressaltou que a ação da PM em Paraisópolis foi “exatamente o contrário do adequado” para grandes multidões. “É preciso considerar os riscos quando se tem multidões, pois o dano pode ser maior do que o que se tenta evitar”, afirmou.

A reportagem procurou a Secretaria de Segurança Pública do Estado e a Polícia Militar para comentar as declarações dos especialistas, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

Notícias relacionadas

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

TJAM vê como ‘esquisitos’ 936 acessos de defensor a processo sigiloso

Mapa facilita coleta de castanha-da-amazônia por extrativistas no AM

Sete a cada 10 brasileiros têm dificuldades para saber seus direitos

Entre usuários de internet, 32% foram alvos de tentativa de golpe

Assuntos baile funk, João Doria, Paraisópolis, Polícia Militar
Valmir Lima 2 de dezembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
1 Comment
  • Wilson grigorio disse:
    2 de dezembro de 2019 às 21:18

    Fico triste 😞 quantas morte relacionado a policias despreparados mal pagos, estamos com uma segurança que atira e depois pergunta, como assim até quando vai isso

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Policiais farão patrulhamento a pé, com motos e viaturas nos bairros de Manaus (Foto: Secom/Gov. AM)
Dia a Dia

Governo lança operações Ocupação e Bairro Seguro em Manaus

31 de agosto de 2026
Luan Martins morreu na escada, próximo à casa dele (Foto: Divulgação/Redes sociais)
Dia a Dia

Homem é morto a tiros ao chegar em casa no Lírio do Vale, em Manaus

22 de agosto de 2026
Renan Santos promete intervir em Estados para combater crime organizado (IMagem: SBT News/Reprodução)
Política

Candidato diz que há militares ‘vagabundos’ e ameaça intervir nos estados

18 de agosto de 2026
Maria das Dores de Souza Brasil Apurinã, 45 anos, foi presa em flagrante pelo homicídio da irmã (Foto: Arquivo/SSP-AM)
Polícia

Mulher de 54 anos é morta a tiros e irmã é presa suspeita do crime em Manaus

17 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?