

Do ATUAL
MANAUS – O senador e candidato ao Governo do Amazonas Omar Aziz (PSD) afirmou que fez “campanha de propostas e sem ataques”, ao votar na manhã deste domingo (4) na Escola Estadual Cônego Azevedo, no bairro Aparecida, zona sul de Manaus.
“A campanha foi propositiva, a gente fez proposta, a gente não atacou ninguém. Eu espero que a gente tenha um bom resultado nas urnas. Agora é a democracia, está na vontade de Deus e do povo, não tem outra coisa a fazer. Espero que a gente ganhe”, disse, ao chegar em seu local de votação.
Omar avaliou que, durante a campanha e os debates entre candidatos, manteve o foco na apresentação de propostas. “Acho que eu apresentei proposta, não ataquei ninguém”, repetiu. “Já participei de muitos debates e isso aí faz parte”, declarou.
Líder em todas as pesquisas de intenção de votos realizadas no Estado, o candidato disse estar “muito confiante”, para o 2º turno.
Após votar, Omar falou sobre algumas propostas a serem colocadas em prática, caso seja eleito. “Tudo aquilo que eu falei na campanha, tudo é factível. Construir 40 mil casas, criar programas para idosos, criar programas para dependentes químicos, criar programas para deficientes, fazer a mobilidade urbana de Manaus, que está um caos o trânsito hoje”.
O candidato também defendeu ações para o desenvolvimento do interior e criticou as dificuldades de escoamento da produção. “O setor primário vive um caos hoje. Falta de escoamento, aí você perde a competitividade para trazer os produtos”, disse.
Candidato vinculado politicamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa a reeleição, Omar destacou essa proximidade como fator vantajoso.
“Construir hospitais eu já construí; construir pontes eu já construí; construir escolas eu já construí… Isso a gente vai voltar a fazer. Eu tenho certeza que com as interlocuções que eu tenho hoje à nível nacional é possível a gente trazer muitos recursos para o Estado do Amazonas”.
Omar Aziz citou o Sisreg (Sistema de Regulação) no Estado. “Pessoas estão sendo escolhidas a dedo para ver quem vai ser tratada ou não. Houve ‘fura-fila’, um crime eleitoral muito grave. Crime federal muito grave”, disse. “Eu espero a gente possa reduzir e acabar com essa fila. Uma pessoa que está com câncer de mama não pode esperar um ano e meio para começar o tratamento”.
