O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Alfredo Lopes

O trabalho vence tudo

12 de abril de 2016 Alfredo Lopes
Compartilhar

Omnia vincit labor, alguém duvida? Nesta sexta-feira faleceu José Ribamar Bentes Siqueira, “o melhor amigo que alguém poderia querer”, como testemunhava Petronio Augusto Pinheiro – um pioneiro destacado na galeria dos empreendedores da Amazônia – ao narrar momentos de adversidade em que as verdadeiras amizades entram em ação. Eram dois discípulos dos Salesianos de Dom Bosco e de Cosme Ferreira, com quem levaram ao limite da obstinação a frase célebre do porta Virgílio, lida por quem subia as escadarias Colégio Salesiano: Omnia vincit labor, o Trabalho vence tudo. Eles anteviram, com as lições de trabalho do mestre Cosme Ferreira – escritor, empresário, parlamentar – a utopia da economia regional a partir da floresta. E foi com poesia e determinação que fundou e fez florescer na presença e colaboração dos dois amigos – ao s quais se juntou mais tarde Antônio Andrade Simões – a Companhia Nacional de Borracha, a Companhia Brasileira de Plantações e a Companhia Brasileira de Guaraná, empresas focadas na convicção visionária da prosperidade econômica estribada no aproveitamento da biodiversidade amazônica. Precursor da biotecnologia, e um apaixonado pela recuperação da economia do látex, Cosme Ferreira mobilizou cientistas e cobrou políticas públicas para materializar seu projeto. A Companhia Nacional de Borracha era uma empresa de beneficiamento, pesquisa e comercialização do látex, onde funcionava um laboratório experimental da Hevea brasiliensis, o que ilustra a teimosia e a teimosia desse cearense caboclo em restaurar a economia amazônica perdida com o fracasso do Ciclo da Borracha.

Petronio e Ribamar – em suas experiências, valores, percepções e objetivos – eram gêmeos e complementares nos desafios que se colocaram, entre eles produzir cerâmica fina, padrão italiano, para o glamour que bem acostumou os nativos. Chegaram juntos à rotina frenética da Associação Comercial, que Siqueira costumava chamar de Ministério do Desenvolvimento, onde o ministro era Cosme Ferreira, o orientador do doutorado informal de Amazônia, onde os dois amigos se qualificaram. Perseguir um novo paradigma de desenvolvimento, a partir da agregação de valor dos produtos da floresta, pela inovação tecnológica e pesquisa científica, permanece o maior desafio da Amazônia.

Siqueira voltou-se para área de Humanas, daí o apelido de Categoria e Petronio passou a aliar sua obsessão amazônica com empreendedor um novo modelo de desenvolvimento. O amigo Siqueira, no pós-guerra, teve a oportunidade de freqüentar a Universidade da Califórnia, depois um curso de pós-graduação em Michigan, nos Estados Unidos, em Ciências Humanas. Isso lhe custou um convite de Cosme Ferreira para assessorar grupos de Estudos na Academia Amazonense de Letras, onde o empresário-poeta tinha assento. E foi essa bagagem, para debater a Amazônia, o futuro, as oportunidades, os desafios, que fez o Governo Federal convidar Ribamar e Petronio para ajudar a desenhar um plano de desenvolvimento inteligente para a Amazônia. Eles ficaram 30 dias confinados em salas de estudos e planejamentos em Brasília no início dos anos 80. Eles haviam integrado e organizado a Universidade do Juruá, um grupo de estudiosos, empresários, homens públicos que se reuniam na casa de Petronio Augusto Pinheiro, na Antiga Rua Paraíba. Alguns deles: o jornalista Epaminondas Barauna, o coronel José Alípio de Carvalho, o empresário Ambrósio Assayag, o padre Cesare de La Rocca, fundador do projeto Aché na Bahia, o coronel Guilherme Fregapanni, o coronel Orlando Garcia, com a visão militar desenvolvimentista, o lendário médico Heitor Dourado, os pioneiros Mario Guerreiro, Moyses Israel, Edgard Monteiro de Paula, e José Lindoso, que chegou a governador, o almirante Roberto Gama e Silva, o arquiteto Severiano Mário Porto, os economistas Mário Antonio Susman e Rui Lins, este assumiu a Suframa, todos sob o lema Omnia vincit labor, a determinação, o conhecimento e o trabalho para levar adiante a utopia amazônica, razão de viver de Cosme Ferreira, de Antonio Simões, de Petronio Pinheiro e José Ribamar Bentes Siqueira, o melhor amigo. Descanse em paz, Categoria!


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

Fim da escala 6×1 é apoiado por 68% e 22% são contra a mudança

Governo lança campanha pelo fim da jornada de trabalho 6×1

Estudos mostram impacto mínimo da redução do tempo de trabalho nas empresas

‘É tendência mundial’, afirma ministro sobre fim da jornada 6×1

Assuntos Alfredo Lopes, pioneiro, Trabalho
Valmir Lima 12 de abril de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

As mullheres buscam maior equidade com os salários dos homens
Economia

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

24 de maio de 2026
Trabalhadores em manifestação pela redução da jornada de trabalho (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Economia

Fim da escala 6×1 é apoiado por 68% e 22% são contra a mudança

18 de maio de 2026
Bens de informática teve o melhor desempenho por subsetor (Foto: Gilson Abreu/Fiep)
Economia

Governo lança campanha pelo fim da jornada de trabalho 6×1

4 de maio de 2026
Economia

Estudos mostram impacto mínimo da redução do tempo de trabalho nas empresas

1 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?