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Variedades

Novo ‘Sete Homens’ é remake de ação com astros de Hollywood

23 de setembro de 2016 Variedades
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Astros de Hollywood formam o novo 'Sete Homens' com mais ação e violência (Foto: Divulgação)
Astros de Hollywood formam o novo ‘Sete Homens’ com mais ação e violência (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO – Mestre do paradoxo e do movimento, Akira Kurosawa bebeu na fonte do cinema de ação de Hollywood como na da grande literatura russa. Em 1950, fez um filme desprezado pela crítica do Japão, Rashomon, mas que o consagrou em todo o mundo ao ganhar o Leão de Ouro em Veneza. Era o ano de 1950, o cinema japonês virou sensação no Ocidente. Dois anos depois, Kurosawa fez Os Sete Samurais, e aí, sim, o sucesso foi gigantesco.

Um filme de samurais com pegada de western. Camponeses contratam sete mercenários para defendê-los do bando selvagem que quer se apropriar de suas colheitas. Momento antológico – a batalha de sabres na chuva. E, numa cena poética, a reflexão do mestre – os camponeses ligam-se à terra, têm raízes nela; os samurais são como o vento que sopra (e passa). Dessa vez, o Leão foi de Prata em Veneza. Os críticos japoneses, batendo na tecla de que Kurosawa fazia um cinema ocidentalizado, definiram Sete Homens Um Destino como um western. Hollywood acreditou e John Sturges fez o remake norte-americano, transpondo a ação para o Velho Oeste – e a fronteira mexicana.

Yul Brynner, careca que se tornara conhecido – e até ganhara o Oscar, em 1957, pelo musical O Rei e Eu -, saca da pistola e forma um bando para enfrentar os vilões que ameaçam cidadezinha. Sturges, já considerado um grande do western, convocou atores jovens – Steve McQueen, James Coburn, Charles Bronson, Horst Buchholz, etc., mas o que fez a diferença foi o fato de ele contratar Elmer Bernstein para a trilha, pensando, com o compositor, musicalmente as sequências. Bernstein era cria de Aaron Copland. Criou uma suíte e fragmentos sonoros para individualizar os sete homens. Há controvérsia, mas pode muito bem ser que não apenas a violência do filme de Sturges, mas também sua musicalidade, tenha reverberado na Itália. Nesse caso Sturges, e não Sergio Corbucci, ou Leone, seria o criador do spaghetti western.

Sete Homens virou série, teve um monte de sequências nos anos 1960. Depois, como o próprio western, ficou para trás, antes que Antoine Fuqua propusesse a nova versão e reinventasse o gênero. Nas pegadas de Sturges, em 1964, Martin Ritt baseou-se em Rashomon e a história, transposta para o Oeste, virou Quatro Confissões, com Paul Newman. No mesmo ano, na Europa, Leone baseou-se em outro Kurosawa, Yojimbo, e nasceu Por Um Punhado de Dólares, com Clint Eastwood. O resto é história.

Nova versão

Em cartaz nos cinemas de todo o país, a nova versão tem mais ação, mas mantém a essência do original. O diretor Antoine Fuqua revelou que, quando jovem, assistia a muitos filmes ao lado da avó. Logo, descobriu os westerns e a obra de Akira Kurosawa, que o fez querer ser cineasta. Agora, o diretor de Dia de Treinamento lança Sete Homens e Um Destino, refilmagem do longa de 1960, que, por sua vez, era uma refilmagem de Os Sete Samurais (1954) transportada para o Velho Oeste. O novo Sete Homens e Um Destino tem um elenco feito para o século 21, com um negro (Denzel Washington), brancos (Chris Pratt, Ethan Hawke, Vincent D’Onofrio), um asiático (Byung-hun Lee), um latino (Manuel Garcia-Rulfo) e um nativo americano (Martin Sensmeier). Fuqua conversou com o jornal ‘O Estado de S. Paulo’ em Cingapura:

A diversidade é um assunto fundamental hoje no mundo e em Hollywood. Sentiu-se obrigado a fazer um filme com um elenco multirracial?

Fuqua – Não senti nenhuma pressão. O estúdio me deixou escolher quem eu queria. Meu pensamento foi que o mundo é cheio de diversidade e seria divertido ver pessoas diferentes juntas. Este é o mundo onde vivo! Quando pensei em Denzel, achei que seria legal vê-lo em cima de um cavalo, algo que nunca tinha visto. Não pensei que ele era negro. Tinha visto uns filmes com o Byung-hun Lee, gostava dele. Foi acontecendo. Acho que o poder de um diretor, se é que temos algum, está no trabalho. Ninguém liga para declarações políticas. O que podemos fazer é colocar na tela. Acredito no poder do cinema.

Mas teria lutado contra o estúdio se eles fossem contra a diversidade que você procurava?

Fuqua – Sim, claro, com respeito. Eu costumava ser o cara que brigava e não conseguia fazer o filme. Hoje em dia, se a discordância é muito grande, então não é o filme que quero fazer e deixo outra pessoa dirigir.

Caça-Fantasmas veio com um elenco feminino. Pensou em incluir alguma mulher?

Fuqua – Sim, houve uma conversa sobre transformar o personagem indígena em mulher. Era uma boa ideia, mas já tinha escolhido o ator. Quem sabe? Se houver outro filme, definitivamente vejo um dos personagens como mulher. Provavelmente, mais de um.

Wagner Moura originalmente era para estar no filme. Mas ele teve de sair. O que houve?

Fuqua – Cheguei um dia atrasado. Ele tinha acabado de assinar o contrato para Narcos. Nós dois conversamos, ele queria fazer o filme e tentou ver se dava para mexer na agenda, porque tinha ganho peso para interpretar Pablo Escobar. Mas não deu. Ele é um cara legal muito talentoso, sou seu fã há muito tempo.

Todo cineasta no mundo, não importa de onde venha, quer fazer um western. Por quê?

Fuqua – Falando por mim, os westerns são como ir à Lua. É um tempo diferente. O espaço, em si, é atraente para um cineasta. Westerns significavam liberdade, eram um novo começo. As histórias eram simples, e os personagens, mais complexos.

O filme tem bastante humor. Acha que é o mais cômico que já fez?

Fuqua – Sim! Eu sou o fã de comédia enrustido! (risos) Mas acabo fazendo filmes mais sombrios. Quando era pequeno e vi o original, me lembro de me divertir. Mesmo Os Sete Samurais é engraçado. Ao fazer um western, você tem de voltar à sua infância. O filme tem muita ação, como tudo o que faço, mas, quando estava na sala de edição, perguntei ao montador: “Será que fiz uma comédia sem saber?”.

Você declarou que se tornou cineasta por causa do diretor japonês Akira Kurosawa. Sentiu pressão ao refilmar Os Sete Samurais?

Fuqua – Sim. Toda vez que me perguntam, sinto ainda mais. Cresci lutando boxe, amava Muhammad Ali. E ele disse: “Se você não se arrisca, não consegue nada”. Então, às vezes, você precisa se arriscar e tentar fazer o melhor que pode. Eu espero não ter acabado com minha carreira com Sete Homens e Um Destino! (risos).

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

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Assuntos Antoine Fuqua, Denzel Washington, Hollywood
Cleber Oliveira 23 de setembro de 2016
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