O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Nem crise EUA-Irã escapa da polarização política brasileira

12 de janeiro de 2020 Política
Compartilhar
(Osaka – Japão, 28/06/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Reunião bilateral com o senhor Donald J. Trump, Presidente dos Estados Unidos da América. Foto: Alan Santos / PR
Por Igor Gielow, da Folhapress

A polarização que explodiu no país na eleição de 2018 aparentemente não perdoa nenhum item do noticiário, com resultados previsíveis: simplificações, leituras incorretas e uma dose razoável de vergonha alheia.

A bola da vez é a grave crise entre os EUA e o Iraque, que nas redes sociais brasileiras foi degradada a mais um capítulo da disputa entre o bolsonarismo e a esquerda.

No centro da discórdia, as relações amistosas propugnadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT, 2003-2010) com o regime dos aiatolás e o alinhamento de Jair Bolsonaro (sem partido) com os EUA no embate atual.

A crise vem escalando nos últimos anos, mas o estopim agora foi o assassinato, por um drone americano, do general Qassim Suleimani, principal arquiteto das ações do Irã no exterior, ocorrido em Bagdá no dia 3 passado.

“A irresponsabilidade política colocada a serviço daqueles que lucram muito com os negócios do petróleo e da indústria de armas no mundo”, publicou no Twitter a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), logo naquela sexta.

Ela citava entrevista ao UOL de Celso Amorim, petista que foi chanceler da era Lula e no governo Itamar Franco, no qual ele dizia: “Desde a crise dos mísseis [de Cuba, em 1962] nunca estivemos tão próximos de um conflito armado direto entre dois Estados”.

Como guerras entre países abundaram de lá para cá, supõe-se que Amorim tenha tentado na realidade dar gravidade à crise –o que é um certo exagero, bastando lembrar de conflitos dos EUA no Golfo Pérsico ou a invasão do Afeganistão pelos soviéticos, em 1979.

Amorim foi o responsável, no lado brasileiro, pelo fracassado acordo nuclear costurado com a Turquia e o Irã em 2010. Foi a maior decepção externa de Lula, que havia sido incentivado por EUA e França, só para ser deixado falando sozinho ao fim.

Deputados de esquerda condenaram a ação no Iraque. Comitiva do PC do B assinou em Brasília o livro de condolências pela morte de Suleimani, acusado pelos EUA de 600 mortes de americanos e aliados.

A contragosto da ala militar e da Agricultura, preocupados respectivamente com riscos de segurança e perdas comerciais com o Irã, o Itamaraty divulgou uma nota na mesma sexta (3) em que endossava o assassinato.

No dia seguinte, entrou em campo o principal ator familiar do clã Bolsonaro na área externa, o filho deputado e ex-indicado a embaixador em Washington, Eduardo (PSL-SP).
“Os atentados na Argentina em 1992 e 1994 provam que o terrorismo atual globalmente” (sic), disse no Twitter.

Ele se referia aos dois maiores ataques já executados na região, contra alvos judaicos em Buenos Aires, atribuídos ao Irã e à milícia libanesa Hizbullah, nos quais morreram 114 pessoas.

Ao longo do fim de semana, a troca de farpas intensificou-se. Simpatizantes de um lado falavam que a esquerda “passava pano para um regime terrorista”, enquanto os do outro viam “lacaios do imperialismo de Donald Trump”.

A deputada bolsonarista Bia Kicis (DF) postou no Twitter, no domingo (5), uma publicação da página antiesquerdista Ódio do Bem sobre a execução de homossexuais no país persa, provocando “a militante esquerdista que abraçou o terrorismo do Irã”.

No dia seguinte, 6, o deputado Ivan Valente (PSOL-SP) escreveria: “A política vira-latista do governo Bolsonaro envergonha o povo brasileiro”.

Exageros retóricos à parte, ambos os argumentos são defensáveis em algum grau. O Irã é uma teocracia com estrito controle da vida pública, amplamente conhecida por promover ataques assimétricos por meio de grupos aliados.

Para entidades de direitos humanos como a Human Rights Watch, o país é condenável no seu trato a minorias e às mulheres. Teerã nega tudo como propaganda.

Já o alinhamento automático do Brasil às ações dos EUA, reiterado por Bolsonaro, é criticado por diplomatas e especialistas como prejudicial aos interesses nacionais, não menos porque o Irã é o quarto maior comprador de alimentos brasileiros.

Partidos como PT e PSOL emitiram notas contrárias aos ataques americanos e criticando o apoio brasileiro.

O próprio ex-presidente Lula entrou no jogo, ao conceder entrevista no dia 8 ao site Diário do Centro do Mundo. “Os EUA gostam de criar confusão e de preferência longe do território deles. Não há necessidade de se inventar ‘terrorismo’ no Irã”, disse, republicando a frase em suas redes.

Naquela tarde, foi a vez de Bolsonaro pai, com a “live” no Facebook na qual aparecia assistindo ao pronunciamento de Trump sobre crise –virou meme imediato.

Ele disse que Lula havia defendido que o Irã pudesse aumentar o enriquecimento de seu urânio acima dos 20%.

Isso seria mais do que o necessário para o uso em pesquisas pacíficas. Na verdade, o acordo previa a limitação.

Na madrugada do dia 9, Bolsonaro postou uma foto de Lula com o então colega iraniano Mahmoud Ahmadinejad, ambos sorridentes. “O povo que esquece seu passado está condenado a perder sua liberdade”, dizia o presidente.

Já o PSOL afirmou no dia 8 que o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, se contradisse ao declarar que “não haveria mais dinheiro para ditadura” ao mesmo tempo em que falou de US$ 10 bilhões da Arábia Saudita em um vídeo.

No caso, o reino absolutista do Golfo ofertou o dinheiro para investimentos no Brasil, não o contrário, como ocorreu com o BNDES em relação a ditaduras como Cuba.

Também houve discussões tortuosas. Eduardo e alguns seguidores bolsonaristas recuperaram, além dos ataques à Argentina nos anos 1990, a afirmação americana e israelense de que o Hizbullah opera ativamente na Venezuela e na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, Eduardo dedicou 25 de suas 68 publicações e repostagens de 4 de janeiro à tarde de sexta (10) no Twitter ao tema EUA-Irã.

Alguma dose de ridículo também se fez presente.

Na manhã de segunda, o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) postou vídeo com uma cena de ataque aéreo: “Massacre brutal. Veja como os drones americanos mataram o general iraniano”.

Na verdade, eram imagens de um videogame. Um deputado, Alencar Braga (PT-SP), republicou o erro –que foi admitido e deletado por Zarattini, que se desculpou.

Ele foi ridicularizado por vários críticos do PT, inclusive Eduardo. O filho 03 de Bolsonaro, contudo, também passou vergonha no dia 9 no Twitter, e não se desculpou.

“Há quanto tempo você não vê um prisioneiro em uniforme laranja –normalmente um cristão ou ocidental– sendo decapitado com faca pelo Estado Islâmico? Agradeça à nova política externa de @realDonaldTrump que bombardeou estes terroristas e reduziu seus territórios a quase pó.”

A resposta é: há menos de duas semanas. Em 27 de dezembro, foram divulgadas imagens da execução nesses moldes de 11 cristãos pelo grupo terrorista na Nigéria, com direito a nota do Itamaraty e repúdio no Twitter do chanceler Ernesto Araújo, que joga em dupla com Eduardo.

Notícias relacionadas

Senado aprova Política Nacional de Minerais Críticos com relatoria de Braga

Juíza valida vídeo da ‘Dona Velha’ que associa candidatos à ‘velha política’

Com senadores do PL contrários, CCJ aprova texto-base do fim da escala 6×1

Eleitor gasta R$ 26,99 com vídeo pró-Cidade e é multado em R$ 5 mil

Eleições 2026: 71% dos eleitores decidiram o voto para presidente

Assuntos Bolsonaro, Irã
Redação 12 de janeiro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Em Washington, mais de 2.000 foram infectados com a Covid-19 e mais de cem morreram (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Política

Para 45%, família Bolsonaro é culpada por tarifaço; 42% citam governo Lula

31 de julho de 2026
Flávio Bolsonaro
Política

Flávio Bolsonaro divulga carta de seu pai pela qual o classifica como ‘porta-voz’

11 de julho de 2026
Presidente Jair Bolsonaro faz gesto de arma: novo slogan religioso (Foto: Marcos Corrêa/PR)
Política

Moraes manda Exército entregar armas de Bolsonaro à Polícia Federal

6 de julho de 2026
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

PGR recomenda manter Bolsonaro em prisão domiciliar

1 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?