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Economia

‘Não podemos tornar a Amazônia um santuário’, diz dirigente da Vale

15 de maio de 2023 Economia
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Vale mineradora
Produção de minério e ferro em unidade da Vale: vice-presidente defende exploração sustentável da Amazônia (Foto: Vale/Imprensa/Divulgação)
Thiago Bethônico, da Folhapress

SÃO PAULO – O vice-presidente executivo da Vale, Alexandre D’Ambrosio, disse nesta segunda-feira (15) que a Amazônia não deve ser vista como um santuário que não pode ser explorado.

Em evento do grupo Esfera Brasil, o executivo defendeu que a preservação do bioma está diretamente vinculada a formas de desenvolvimento que valorizem a floresta de pé. “[A Amazônia] Pode e deve [ser explorada], mas de formas sustentáveis”, afirmou durante painel sobre sustentabilidade.

Segundo o vice-presidente, abordar a questão do desenvolvimento na região é essencial para a agenda ambiental e não deve ser vista como uma “alternativa à preservação”.

“Não é uma escolha entre ser santuário ou não ser santuário. Para que se preserve a Amazônia, nós precisamos do desenvolvimento sustentável na Amazônia, porque é esse desenvolvimento que preserva, desde que o desenvolvimento seja um que valorize a floresta em pé. Então a maneira de se preservar é com desenvolvimento”, disse.

D’Ambrosio mencionou a operação da mineradora no mosaico da floresta de Carajás (PA), que seria hoje um dos maiores exemplos de operação sustentável no setor, com proteção de 800 mil hectares de floresta nativa.

Segundo ele, o modelo de exploração da Vale na região ocorre desde 1985 e não derruba a floresta. O minério é transportado para fora do perímetro e o processamento não ocorre na área. “Com isso, nós conseguimos criar um tipo de mineração que hoje é copiado até por outros países”, disse.

“Nós estamos operando uma concessão e, em troca, a contrapartida é uma preservação de uma área enorme. Nós tiramos 60% do nosso minério exportado de 2% de uma área preservada de quase 1 milhão de hectares”, disse.

“O mesmo pode acontecer com outras áreas. Se nós conseguirmos criar oportunidade de desenvolvimento que fixem as pessoas nos locais, e que são mais rentáveis que a atividade ilegal, [essa] é a maneira que a gente vai combater [a devastação]”, disse.

D’Ambrosio participou do painel ao lado governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), que acrescentou que a fiscalização para quem age de forma correta é o melhor ativo que existe. “Porque você separa o joio do trigo”, disse.

“É preciso que haja fiscalização clara para que, quem está correto, quem cumpre as regras, quem cumpre as normas, não seja apanhado num processo de bloqueio ou eventual risco de sanção de produtos oriundos da Amazônia”, afirmou.

Questionado sobre a relação com o governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), D’Ambrosio disse que não vem sentindo resistência pelo aspecto ideológico.

As dificuldades, ele diz, são em relação a obtenção de licenciamento, porque as regras ficaram mais restritivas e pela necessidade de olhar questões como segurança operacional.

“A dificuldade que nós enfrentamos é mais pela capacitação do próprio Ibama, são poucas as pessoas. Então, por exemplo, em Carajás, o Ibama local que precisa fazer o licenciamento para expandir as nossas operações tem duas pessoas. Duas pessoas para olhar toda aquela área”, afirmou.

O executivo acabou gerando certo desconforto com o governador do Pará ao dizer que o escritório do Ibama em Foz do Iguaçu tem 34 pessoas, talvez por terem um “lugar mais agradável para morar”.

Barbalho interrompeu a fala de D’Ambrosio dizendo que discorda. “Eu prefiro a Serra de Carajás”, disse, acrescentando que há uma percepção popular incorreta sobre o local por falta de conhecimento. “Se conhecessem, gostariam mais de lá”.

O vice-presidente da Vale agradeceu e continuou sua fala. “Precisamos de mais capacitação dos órgãos licenciadores e mais pessoal. Isso é um pleito que a gente vem fazendo para o governo federal para agilizarmos o processo de licenciamento para que possamos continuar uma exploração sustentável e cada vez mais sustentável da região”.

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Assuntos Amazônia, destaque, economia sustentável, Vale
Cleber Oliveira 15 de maio de 2023
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1 Comment
  • Robervaldo Pinheiro Cavalcante disse:
    16 de maio de 2023 às 09:57

    Excelente reportagem. Abrange os diversos ângulos da questão. Se realmente queremos crescer devemos deixar de lado alguns tabus, como a mineração, p. ex., desde que os investimentos venham de forma responsáveis e sustentáveis.

    Responder

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