O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Mourão assume culpa por fracasso no combate ao desmatamento

23 de novembro de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Hamilton Mourão disse ser o culpado por fracasso no combate ao desmatamento (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Por Marianna Holanda, da Folhapress

BRASÍLIA – O vice-presidente e coordenador do CNAL (Conselho Nacional da Amazônia Legal), Hamilton Mourão, disse ser ele o culpado pelo fracasso do combate ao desmatamento no Brasil.

Na última semana, dados do Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), mostraram novo recorde de desmate para o mês de outubro.

“Se você quer um culpado, sou eu. Não vou dizer que foi ministro A, ministro B ou ministro C. Eu não consegui fazer a coordenação e a integração da forma que ela funcionasse”, disse o vice-presidente a jornalistas, após a última reunião do CNAL de 2021, no Itamaraty, nesta terça-feira (23).

“Ela só foi funcionar na última fase da operação, quando a Sumaúma aconteceu e aí a turma acordou para a necessidade de conversar efetivamente uns com os outros, despirem seus preconceitos. Porque cada um tem seu preconceito, em relação ao outro, à forma do outro de trabalhar, e a partir daí houve sinergia dos trabalhos”, continuou.

Mourão chefia o Conselho da Amazônia, estrutura responsável por coordenar as ações de preservação no bioma, mas que passa por um processo de esvaziamento.

Não estiveram presentes no encontro os ministros Joaquim Leite (Meio Ambiente) e Anderson Torres (Justiça), que hoje coordenam a principais medidas de combate ao desmatamento, desde que a atuação dos militares na região não foi prorrogada em outubro.

Mourão disse que Leite é “a cara do combate ao desmatamento”, mas minimizou as ausências, alegando que estariam presentes os responsáveis técnicos por coordenar as ações nos ministérios.

A militarização do combate a ilícitos ambientais durou 16 dos 34 meses do governo Bolsonaro, custou R$ 550 milhões aos cofres públicos e não derrubou os índices de desmatamento da Amazônia, conforme o jornal Folha de S.Paulo mostrou em reportagem publicada no dia 24 de outubro.

Ao todo, foram três GLOs, cujos decretos presidenciais deram amparo legal a três operações de intervenção militar: Verde Brasil, Verde Brasil 2 e Samaúma. O vice-presidente chegou a anunciar a prorrogação desta última, o que não ocorreu.

As declarações nesta terça-feira de Mourão ocorrem depois de três ações das Forças Armadas na região e de o crime ambiental continuar em índices alarmantes, a despeito disso. Dados do Prodes mostram que houve um recorde de desmatamento no mês de outubro, com aumento de 22% em relação ao ano anterior.

Conforme também a Folha de S.Paulo publicou, o Inpe concluiu os dados em 27 de outubro e inseriu o relatório no sistema eletrônico de informações do governo federal no mesmo dia, mas a disponibilização só foi feita nesta quinta, período posterior à COP26, conferência da ONU sobre mudanças climáticas ocorreu em Glasgow, na Escócia, entre os dias 31 de outubro e 13 de novembro.

O vice-presidente disse ainda que dos 13.235 km2 entre agosto de 2020 e julho de 2021 (índice mais elevado desde 2006), cerca de 60% correspondem a desmatamento ilegal. A informação não foi divulgada por ministérios ou órgãos de fiscalização.

“Em torno de 8.100 km2 definitivamente considerados ilegais e os outros, como foram realizados em áreas privadas, onde havia autorização para supressão para a vegetação são considerados desmatamento legal”, disse o vice-presidente.

Ele reconheceu, contudo, que a área de desmatamento ilegal é “troço pra chuchu”.

Notícias relacionadas

Lancha vinda de Parintins para Manaus fica à deriva no Rio Madeira

Terremoto destruiu 189 prédios e danificou outros 585 na Venezuela

PMs apreendem instrumentos em celebração religiosa de matriz africana

PF e Ibama fecham estaleiro em Manaus que fabricava dragas de garimpo

Termina nesta terça-feira prazo para fazer alistamento militar

Assuntos Amazônia Legal, desmatamento, Hamilton Mourão
Cleber Oliveira 23 de novembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sandoval Alves Rocha

Vaticano é acionado para defender a Amazônia

26 de junho de 2026
Dia a Dia

Governo repassa R$ 337 milhões para combate a incêndios e desmatamento

15 de junho de 2026
Estudo registra queda no desmatamento na Amazônia (Imagem: TV Brasil/Reprodução)
Política

‘Vou mandar para os EUA’, diz Lula sobre dados de redução do desmatamento na Amazônia

11 de junho de 2026
Chanceler brasileiro Mauro Vieira recebeu garantia do Ministro de Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
Economia

Governo Trump ignorou alegações do Brasil ao impor novo tarifaço, diz ministro

5 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?