
Da Redação
MANAUS – O morador de rua Givaldo Alves, de 48 anos, agredido por ter mantido relação sexual com a esposa do personal trainer Eduardo Alves em Planaltina (DF) contou sua versão sobre o ocorrido e relatou os detalhes do encontro, em entrevista ao site Metrópoles.
O caso ocorreu dia 9 de março, mas ganhou repercussão dia 15, após divulgações de imagens do espancamento. Bem articulado com as palavras, Givaldo pede um minuto de silêncio pelas vítimas da guerra e da Covid-19 antes de começar a falar.
“Não me arrependo”, “sou amante das mulheres”, “coisa mais maravilhosa e linda”, “se você quiser, me leve para algum lugar”, “era uma mão na direção e outra no ‘carinho'” foram frases usadas pelo sem-teto para descrever os momentos em que esteve no carro com a mulher.
Eduardo alegou que a esposa teve “um surto psicótico e teria sido vítima de estupro”, razões da agressão contra Givanildo. Por sua vez, o sem-teto diz que a relação foi consensual, tendo a própria esposa do personal trainer o convidado para entrar no veículo.
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