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Ministro da Agricultura diz que sua empresa não pode vender soja no Amazonas por entrave alfandegário

4 de dezembro de 2017 @ zmanchete
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Soja grãos (Foto: Fabio Scremin/APPA/Fotos Públicas)
Terminal graneleiro de Itacoatiara embarca soja para navios cargueiros (Foto: Fabio Scremin/APPA/Fotos Públicas)

Por Henderson Martins, da Redação

MANAUS – Maior complexo de carga de soja para exportação ao exterior no Norte do Brasil, o Porto de Itacoatiara não pode desembarcar no Amazonas derivados de soja como farelo e casquinha utilizados na produção de ração animal. O impedimento alfandegário força os produtores do Amazonas a importar esses derivados de Mato Grosso, o que encarece a produção. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, quer mudar essa situação destravando o entrave alfandegário. A solução, segundo Maggi, passa pela empresa que administra o porto, da qual é um dos donos. “Não é uma questão de governo é uma questão de empresa. Vou pedir para o presidente da empresa mandar um executivo para cá para encontrar uma solução junto à Receita Federal. Nunca houve qualquer impedimento da empresa em fazer isso. Entendemos que o Amazonas pode fazer parte do agronegócio brasileiro transformando o farelo de soja e milho em produção de carne bovina, suína e de aves”, disse Maggi.

Maggi discutiu o problema com produtores rurais e o governador Amazonino Mendes (PDT) na manhã desta segunda-feira, 4, em Manaus, onde esteve para assinar termo ministerial que reconhece o Amazonas como Estado livre de febre aftosa. “Não é uma questão de governo, é questão de empresa. Então, combinei com o governador para que o presidente da empresa mande um executivo para o Amazonas para que se encontre uma solução junto à Receita Federal. Nunca houve qualquer impedimento por parte da empresa de fazer isso, nós queremos fazer pelo fato de entender que o Amazonas faça parte do agronegócio brasileiro, transformando o farelo de soja e milho em produção de carnes”, disse.

Na prática, o próprio ministro é a solução para o caso já que é um dos donos da empresa que administra o porto. Situado a 200 quilômetros de Manaus, o Terminal Graneleiro de Itacoatiara é uma obra conjunta do governo do Amazonas com o Grupo André Maggi e teve um custo total de R$ 28 milhões. No terminal, transatlânticos de até 60 mil toneladas são carregados a uma velocidade de 1,5 mil toneladas/hora, sem filas de espera como ocorre nos portos do Sul do País. As instalações do porto de Itacoatiara, no entanto, estão projetadas para um movimento de dois milhões de toneladas de grãos por ano.

O governador Amazonino Mendes disse que o Amazonas tem condições para criar uma suinicultura e piscicultura, mas existe uma dependência da importação de ração que é comprada por um preço muito elevado de Mato Grosso. “Temos um porto em Itacoatiara onde se recebe esses grãos e a empresa está proibida de vender para o Estado. Isso é uma coisa despropositada e esse emprenho do ministro nos anima muito”, disse Amazonino.

Aftosa

Na Região Norte, o Amazonas será a referência na saída de produtos de origem bovina livre de febre aftosa a partir de 2023. O Estado foi o último a receber a certificação de livre da febre aftosa na Região Norte. “Eu disse ao governador Amazonino Mendes que esse é um trabalho que já vem sendo feito há muito tempo. Ele, como govenador em outros mandados, já participou assim como governadores anteriores”, lembrou Maggi.

O ministro disse que até 2023 o Brasil vai ser totalmente livre febre aftosa sem a necessidade de vacinação.

(Colaborou Patrick Motta)

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Assuntos Amazonas, Amazonino Mendes, Blairo Maggi, Porto de Itacoatiara, Soja
Cleber Oliveira 4 de dezembro de 2017
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