O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia.

Ministro da Saúde quer rever modelo de contratos com hospitais públicos

31 de janeiro de 2019 Dia a Dia.
Compartilhar
Por Natália Cancian, da Folhapress

BRASÍLIA – O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse nesta quinta-feira, 31, que o governo estuda rever modelos de contratos usados para repasse de recursos a hospitais públicos. Atualmente, parte das instituições recebe valores fixos para custeio de serviços de média complexidade, como exames e algumas cirurgias eletivas.

Para ele, porém, esse modelo tem levado alguns hospitais a prestarem menos serviços que o esperado. “Estou vendo uma série de hospitais brasileiros com contratos. Em vez de auditar ficha por ficha, já está pago. O que esses hospitais fazem com o que está pré-pago? Todo mundo parou de operar cirurgia eletiva [programada], e isso gerou uma mega fila”, disse.

Questionado se isso significaria um retorno do modelo de pagamento por serviços, como ocorre com a chamada “tabela SUS”, usada principalmente no custeio de procedimentos de alta complexidade, o ministro não respondeu. 

Para ele, o formato atual tem levado a distorções nos pagamentos. “A maneira como foram realizados os contratos e auditados com metas quantitativas genéricas distorceu completamente nossa lógica de pagamento. Essa percepção já é clara por todos. O que não é claro é se há uma outra maneira de fazer ou se vamos recuperar isso dentro de outra lógica.”

Mandetta sinalizou ainda que pretende rever a distribuição de recursos entre hospitais públicos e filantrópicos, como Santas Casas. “Os hospitais públicos estão tendo gasto muito maior que os filantrópicos, e estão entregando muito menos. Nosso critério sempre foi primeiro o público, depois filantrópico e por último o privado. Mas quanto tempo vamos pagar a falta de eficiência do hospital público?”, questionou.

As declarações ocorreram em reunião no Conselho Nacional de Saúde, que integra representantes de usuários do SUS e de trabalhadores de saúde.
Ao grupo, Mandetta disse que pretende ampliar campanhas contra hanseníase e HIV e defendeu mudanças no Mais Médicos.

Segundo ele, mesmo que todas as vagas abertas após a saída de cubanos sejam preenchidas nos próximos meses, o programa ainda deve apresentar falhas na distribuição de profissionais. “É um programa que tem falhas de princípio”, afirmou.

Questionado por representantes de entidades sobre possíveis mudanças na saúde indígena, voltou a defender a possibilidade de repassar parte da gestão a estados e municípios. 

“No Rio Grande do Sul, onde o índio está dentro da sociedade, tenho que ter Dsei [distrito sanitário indígena]?”, questiona. “Será que a cidade de São Paulo não pode ter estrutura para atender os índios do Jaraguá?”
Em outro ponto, Mandetta disse avaliar repassar o transporte na saúde indígena, hoje feito pelo Ministério da Saúde, para a Aeronáutica.

Notícias relacionadas

Juiz manda Cidade remover vídeo sobre reforma de unidade de saúde

Candidata promete gastar R$ 1,8 bilhão na construção de hospitais no AM

Roberto Cidade promete construir hospital universitário da UEA

Comerciantes terão chance de corrigir irregularidades antes de autuação

Comissão avalia incluir remédio contra hipertensão no SUS

Assuntos contratos, hospitais públicos, Luiz Henrique Mandetta, saúde pública
Redação 31 de janeiro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Roberto Cidade terá 24 horas para remover a publicação (Foto: Divulgação)
Política

Juiz manda Cidade remover vídeo sobre reforma de unidade de saúde

20 de agosto de 2026
Candidata Maria do Carmo em entrevista à BandNews Difusora (Foto: Thiago Poncio / Assessoria MC)
Política

Candidata promete gastar R$ 1,8 bilhão na construção de hospitais no AM

20 de agosto de 2026
UEA, Ciências da Saúde
Política

Roberto Cidade promete construir hospital universitário da UEA

19 de agosto de 2026
O supermercado foi interditado
Dia a Dia

Comerciantes terão chance de corrigir irregularidades antes de autuação

10 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?