O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Ministro da Defesa se cala sobre apuração paralela no primeiro turno

10 de outubro de 2022 Política
Compartilhar
Urna eletrônica é lacrada: militares conferiram integridade do equipamento (Foto: Antonio Augusto/secom/TSE)
Urna eletrônica é lacrada: militares conferiram integridade do equipamento (Foto: Antonio Augusto/secom/TSE)
Selo Eleições 2022
Por Cézar Feitoza e Marianna Holanda, da Folhapress

BRASÍLIA – O Ministério da Defesa adotou o silêncio após o primeiro turno das eleições e não responde a pedidos de informação sobre a fiscalização realizada no sistema eletrônico de votação em 2 de outubro.

Depois do fechamento das urnas, técnicos das Forças Armadas fizeram verificações sobre o teste de integridade e a checagem da totalização dos votos, comparando as informações de cerca de 400 boletins de urna com os dados que chegaram ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para a contagem.

O jornal Folha de S.Paulo solicita desde terça-feira (4) informações sobre a conclusão das análises dos dois procedimentos de fiscalização ao Ministério da Defesa. A pasta, no entanto, não responde aos pedidos.

A atuação das Forças Armadas na fiscalização das eleições tem sido utilizada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para justificar seu esforço de desacreditar as urnas eletrônicas.

Diante da falta de esclarecimentos, o subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), Lucas Rocha Furtado, enviou na sexta-feira (7) ao ministro Bruno Dantas uma requisição dos relatórios de auditoria das Forças Armadas.

No ofício, Furtado diz considerar “dever do tribunal assegurar o princípio da publicidade e da transparência dos atos administrativos”. “Venho propor que seja requisitado ao Ministério da Defesa, com a urgência que o caso requer, cópia do relatório de auditoria ou de documento correlato que revele o resultado da fiscalização daquele órgão acerca do processo eleitoral relativo ao primeiro turno de votação”.

Integrantes do TCU entendem que, por envolver recursos públicos, a atuação dos militares na fiscalização do pleito é passível de acompanhamento e de possíveis sanções por parte do tribunal de contas.

Comandantes das Forças Armadas manifestaram insatisfação com a postura do TCU, que chamaram de “fiscalização da fiscalização”, e esse desconforto foi comunicado a ministros da corte de contas.

No início da semana, militares afirmaram reservadamente à reportagem que os técnicos das Forças Armadas ainda não haviam concluído a verificação dos boletins de urna dos 153 municípios analisados.

Até aquele momento, porém, os militares avaliavam que os processos apresentaram pequenas falhas, especialmente no teste de integridade. Os problemas, de acordo com os relatos, foram mínimos e não tiveram potencial para prejudicar o resultado do pleito.

Ainda segundo os relatos, houve casos de urnas desbloqueadas após o representante da Justiça Federal colocar três vezes o dedo no leitor de biometria – e o correto seria liberar após quatro contatos.

No projeto-piloto do teste de integridade com biometria, os militares avaliaram que foram poucos os eleitores convidados para participar da validação dos dados coletados anteriormente, o que teria feito o procedimento não ficar tão semelhante ao que ocorre durante a votação real.

Na totalização, houve também o diagnóstico de que o TSE demorou mais que o esperado para disponibilizar os boletins de urna na internet, o que teria atrasado a análise dos dados no dia da eleição.

O TSE divulgou na quinta (6) que o teste de integridade teve 100% de sucesso, sem nenhuma divergência na votação. O procedimento foi feito pelos Tribunais Regionais Eleitorais e acompanhado pelos militares. O objetivo é verificar se os votos computados nas urnas são registrados corretamente no boletim de urna.

Um dia antes, o TCU anunciou não ter encontrado irregularidades na conferência dos votos. Ao todo, 15 auditores analisaram 560 boletins de urna e concluíram que não houve inconsistência na contagem.

No domingo (2), Bolsonaro acompanhou a apuração dos votos no Ministério da Defesa, acompanhado de ministros, militares e de seu filho Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). A imprensa havia sido informada de que o presidente estaria no Palácio do Alvorada, aonde só chegou por volta das 23h.

Alguns andares acima de onde ele acompanhava a contagem dos votos, técnicos das Forças Armadas estavam reunidos para receber os boletins de urna e conferi-los com os dados disponibilizados pelo TSE.

Estavam com Bolsonaro os ministros Paulo Sérgio (Defesa), Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), além de assessores militares. Perto do final da apuração chegou o candidato a vice, Braga Netto. A informação foi dada por O Globo e confirmada pela Folha de S.Paulo.

Eles acompanharam de um telão a contagem dos votos do TSE, comeram cachorro-quente e se surpreenderam com o resultado: Luiz Inácio Lula da Silva teve 48,4% dos votos, e Bolsonaro, 43,2%.

O presidente e parte do seu entorno ainda difundiam o discurso de que seria possível vencer o pleito no primeiro turno, embora as pesquisas indicassem outro cenário. Eles se surpreenderam especialmente com o desempenho de aliados nos estados, por vezes com votações superiores às do próprio Bolsonaro.

No Rio Grande do Norte, o candidato à reeleição conquistou 622.731 votos, enquanto seu ex-ministro Rogério Marinho (PL) foi eleito ao Senado com 708.351. O estado tem forte presença do PT: a governadora Fátima Bezerra foi reeleita no primeiro turno. Já Lula contou ali com o apoio de 1.264.170 eleitores.

Também se surpreenderam com a derrota em Minas Gerais, onde o então aliado informal Romeu Zema (Novo) ganhou a reeleição ao governo no primeiro turno. Mas o tema das urnas eletrônicas ficou em segundo plano.

O vereador Carlos Bolsonaro, tido como um dos mais radicais no entorno do pai, disse que seria necessário fazer alianças políticas, em especial, com Zema –o que foi anunciado na terça (4).

Ainda no domingo, Bolsonaro disse a interlocutores estar confiante de que será possível virar o jogo.

Notícias relacionadas

Juiz nega aumento de multa a Omar por irregularidade em canal de WhatsApp

Em áudio, Nikolas Ferreira (PL) chama Vorcaro de ‘lindão’ e cobra liberação de ativo

TSE aprova chapas de Lula, Flávio e outros quatro à Presidência

Vorcaro alegou que mandou agredir e ameaçar adversários porque ‘estava nervoso’

Deputados do PT e aliados pedem suspeição de Mendonça no caso Master

Assuntos apuração paralela, Eleições 2022, Ministério da Defesa, urna eletrônica
Cleber Oliveira 10 de outubro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

TSE vai ouvir eleitor e eleitora sobre o processo eleitoral no pleito de 2026 (Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE)
Política

Justiça vai avaliar percepção do eleitor sobre as Eleições 2026

1 de setembro de 2026
Foto de Lula para a urna eletrônica: chapéu compõe imagem pela primeira vez (Foto: TSE/Divulgação)
Política

Foto de Lula com chapéu na urna não é propaganda eleitoral, diz MP

23 de agosto de 2026
Assinatura digital e lacração torna urna eletrônica inviolável (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Política

TSE alerta: é falsa notícia sobre mensagem para confirmar o voto

19 de agosto de 2026
Foto de Lula para a urna eletrônica: chapéu compõe imagem pela primeira vez (Foto: TSE/Divulgação)
Política

Presidente Lula registra foto oficial com chapéu para a urna eletrônica

12 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?