O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Ministério da Fazenda trava inclusão do pirarucu na política de preço mínimo

16 de abril de 2015 Economia
Compartilhar
O pirarucu é o maior peixe de água doce, chegando a atingir até dois metros de comprimento, mas não é considerado perigoso (Foto: Raimundo Valentim)
O pirarucu é o principal produto da pesca para os ribeirinhos que vivem nas unidades de conservação (Foto: Raimundo Valentim)

MANAUS – Uma posição intransigente de técnicos do Ministério da Fazenda impede que cerca de 3.184 pescadores do Estado do Amazonas, que atuam na pesca sustentável do pirarucu, melhorem suas rendas. A pasta é a única no Grupo Gestor da Política de Garantia de Preços Mínimos  para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio) do governo federal que veta a inclusão do pirarucu na pauta do grupo.

O tema foi levado à Assembleia Legislativa do Estado (ALE) nesta quinta-feira, 16, pelo deputado estadual Dermilson Chagas (PDT). Segundo ele, a posição do Ministério da Fazenda impossibilita a consolidação no Estado do modelo que se apresenta como alternativa econômica sustentável para a população do interior do Amazonas.

A posição contrária  do Ministério da Fazenda à entrada do pirarucu de manejo na PGPM-Bio foi reiterada nas três últimas reuniões do órgão sob protestos e ponderações de outras pastas do Planalto, como o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Ministério da Pesca, além de ignorar um pedido formal apresentado ao Grupo Gestor pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o deputado Dermilson Chagas, na última reunião do Grupo Gestor, o Ministério da Fazendo, alegando questões técnicas legais, se posicionou contra a inclusão do pirarucu. Ao ser questionado por outras pastas sobre possibilidade legais, o representante do Ministério da Fazenda informou que não pretende incluir nenhum produto novo na PGPM-Bio alegando a conjuntura econômica atual do País.

“Hoje, estudos da Conab indicam que o preço mínimo do pirarucu podia ser de R$ 6,64 para o pescador. Mas temos informações de que os pescadores se veem obrigados a vender até por R$ 3,50. Quando muito, R$ 5,00. É uma perda de renda muito grande”, declarou o deputado.

Cobrança

O problema, esclareceu o parlamentar, é que cabe ao Ministério da Fazenda a palavra final sobre a inclusão ou não de produtos da sociobiodiversidade no PGPM-Bio. Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Pesca, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Dermilson Chagas propôs à Mesa Diretora da ALE que seja encaminhada pela Casa uma indicação ao Ministério da Fazendo sobre a necessidade de inclusão do pirarucu de manejo na política de preço mínimo do País.

Alternativa econômica

No Amazonas, o manejo de pirarucu em lagos tem se constituído em grande diferencial na economia pesqueira, com reflexo amplamente positivo na questão ambiental. “O pescador do Estado na atividade de manejo realiza a manutenção dos estoques da espécie, em níveis naturalmente corretos e promove o aumento de sua renda por meio do excedente comercializável”, explicou o parlamentar.

As Unidades de Conservação de Uso Sustentável no  Amazonas já são responsáveis por 74% do volume de todo pirarucu produzidos em áreas manejadas no Estado. Esse dado coloca a atividade, segundo Chagas, dentre as de maior destaque na geração de emprego e renda para as populações usuárias e comunidades tradicionais das áreas protegidas.

Questões técnicas

A PGPM-Bio foi iniciada em 2009 como forma de consolidar novos modelos de desenvolvimento sustentável para o País. A política tem como objetivo auxiliar ações públicas para a preservação de recursos naturais, promover um desenvolvimento social e econômico mais justo ao permitir a sustentação de preços  e de renda mínima para os produtores da biodiversidade brasileira.

A origem do questionamento do Ministério da Fazenda para impedir a entrada do pirarucu de manejo na PGPM-Bio está no Inciso 1 do artigo 1º da Lei 8.427, de 27 de maio de 1992, que indica:

“Art. 1º: É o Poder Executivo autorizado a conceder, observado o disposto nesta Lei, subvenções econômicas a produtores rurais, sob a forma de:

I – equalização de preços de produtos agropecuários ou vegetais de origem extrativista ” .

Para  o Ministério da Fazenda, a palavra “vegetais” no texto da lei limita os produtos de origem extrativista e impede a inclusão do pirarucu, por ser de origem animal.

Já nos Ministério da Pesca e Desenvolvimento Agrário o entendimento é de que o pirarucu pode e deve ser classificado como produto agropecuário.

Notícias relacionadas

Governo entra na disputa por negócio bilionário do mercado espacial

Estudo sobre terras raras identifica reservas minerais na Amazônia

Conab e BNDES divulgam resultado de chamada para o Amazônia Viva

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

Governo lança Desenrola MEI para renegociar R$ 12,4 bilhões em dívidas

Assuntos Dermilson Chagas, Ministério da Fazenda, Pirarucu
Valmir Lima 16 de abril de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Pirarucu de manejo sofre impacto da pesca e comércio ilegal da espécie no Amazonas (Foto: Instituto Mamirauá/Divulgação)
Economia

Governo lança editais de subsídios da borracha, pirarucu, juta e malva

10 de junho de 2026
Preço do pirarucu também subiu para o consumidor (Foto: Milton Almeida/AM ATUAL)
Dia a Dia

Receitas com pirarucu e caruru vencem concurso sobre merenda escolar no AM

3 de junho de 2026
Dário Durigan
Economia

Declaração do Imposto de Renda será automática, afirma ministro

1 de junho de 2026
Manejo sustentável do pirarucu valoriza atividade de povos e comunidades tradicionais em áreas protegidas (Foto: Floresta+Amazônia)
Economia

Governo vai pagar comunidades por manejo do pirarucu no Amazonas

6 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?