O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Michael Kelly brilha na 3ª temporada de ‘House of Cards’, atração da Netflix

7 de abril de 2015 Variedades
Compartilhar
houseofcards
“Essa temporada foi, sem dúvida, a mais desafiadora”, comenta Kelly (Divulgação)

 

SÃO PAULO – Uma das principais características do ator Michael Kelly responsáveis por distanciá-lo do personagem Doug Stamper, da série “House of Cards”, é que ele é capaz de sorrir. Aliás, ele o faz com frequência, diferentemente do muro emotivo interpretado por ele há três temporadas e exibido no site de vídeos por streaming Netflix. “Quando assinei o contrato, só sabia de uma coisa: eles seriam donos da minha vida por sete anos”, ele brinca com o contrato assinado com a empresa quando foi selecionado para interpretar o braço direito do político Frank Underwood, interpretado por Kevin Spacey – entenda: isso não significa que a série tem sete temporadas confirmadas e, até o momento, apenas a quarta leva de episódios foi anunciada. “Mas falando sério, pediram-me apenas uma coisa: ‘Não sinta nada’.”

Esse Doug Stamper não existe mais. A muralha emocional foi quebrada, assim como o personagem, fisicamente, ao ser atingido por uma pedra na cabeça, em golpe desferido por Rachel Posner (vivida por Rachel Brosnahan), ao fim do segundo ano da série, e deixado inconsciente em uma floresta. O fiel escudeiro de Frank caiu no momento no qual se mostrou mais humano, vítima daquela estranha obsessão pela pessoa que o atacou e o abandonou.

A reconstrução completa de Stamper conduziu a terceira temporada da série, a primeira original criada pelo serviço de streaming, vencedora de dois Globos de Ouro (para os protagonistas Kevin Spacey e Robin Wright) e quatro estatuetas do Emmy. E não se espante se encontrar o nome de Kelly entre os indicados quando a próxima temporada de premiações tiver início. Ator de curto alcance até aqui, com participações em séries de televisão como “Law & Order: Criminal Intent”, “Criminal Minds”, “Fringe” e “C.S.I. Miami”, e uma carreira pouco efetiva no cinema (“Os Agentes do Destino”, “A Troca” e “Truque de Mestre” estão no currículo), a dedicação física para interpretar o longo período de recuperação do personagem em sessões de fisioterapia, além das longas cenas nas quais atua sozinho, em uma espiral de autodestruição ancorada pelo álcool, são elogiáveis. “Essa temporada foi, sem dúvida, a mais desafiadora”, comenta Kelly. “Fiz pesquisa e precisei buscar uma adaptação física para representar a recuperação de Doug nos episódios.” O ator conta que as cenas solitárias de Doug foram particularmente difíceis. “Quando se atua com alguém, há algo para reagir. Os melhores atores são aqueles bons ouvintes, porque é muito difícil apenas reagir. E o Doug, especialmente, não é de falar muito. Precisei fazer essa lição de casa. Foi difícil.”

“House of Cards” é baseada na minissérie britânica homônima, esta baseada em um romance do político e escritor britânico Michael Dobbs. Nesta versão da Netflix, acompanhamos a trajetória de Frank Underwood, um político com talvez pouco carisma diante do microfone, mas um mestre hábil na manipulação e na orquestração de jogadas dignas de mestres de xadrez no Congresso norte-americano. Frank é casado com Claire Underwood (Wright), apelidada de rainha de gelo pela forma centrada como ela acompanha o marido, sempre fria e ciente do seu papel.

Atenção, spoilers a seguir. A terceira temporada, lançada no dia 27 de fevereiro, com todos os 13 episódios disponíveis na mesma data (como costume das séries originais da Netflix), mostra que os problemas dos Underwood alcançam escala global no momento em que ele, por meio das mais deliciosas artimanhas, se torna presidente dos Estados Unidos.

Acompanhamos a ascensão e ataques sofridos pelo presidente a distância, pelos olhos de Stamper, que tenta se recuperar da pancada sofrida na cabeça. “Esses caras (roteiristas) sempre inventam algo incrível não é?”, brinca. “O meu arco neste ano é voltar ao meu posto, que é ao lado de Frank. O Doug trabalhou muito para transformar Underwood em presidente Underwood, mas acabo preso ao hospital e, depois, ao apartamento dele. Assistindo a tudo de longe.”

“A relação entre Doug e Frank é incrivelmente complicada. Mas acho que, no centro, a dependência de Frank é no trabalho. É o que faz ele ser tão leal”, analisa Kelly. “É algo recíproco, eles precisam um do outro.”

A medicação tomada pelo personagem para aliviar as dores, contudo, desperta o pior lado de Stamper. Como alcoólatra sóbrio há 14 anos , ele volta a se render à bebida. Acha que pode controlá-la e afunda. “Eu conheço muitos alcoólatras”, diz. O ator, nascido na Filadélfia, mas morador de Nova York desde o início dos anos 1990, conviveu de perto com amigos e conhecidos viciados em álcool e outras drogas. “Quando cheguei, tocava em algumas bandas e circulei nesse circuito do rock and roll”, relembra. “Vi pelo que eles passaram, fisicamente, Os caras chegavam na nossa casa usando heroína, por exemplo. Nunca toquei nisso, mas me diverti naquela época.”

Desde o momento em que a temporada ficou disponível, Kelly diz receber mensagens de alcoólatras que se mantêm sóbrios, agradecendo pela forma como o personagem e seu vívio foram retratados. “Um homem, uma vez, se ofereceu para pagar o jantar da minha família toda em agradecimento”, conta. “Um alcoólatra, às vezes, acha que controla o vício e pode beber, como aconteceu com o Doug, mas isso não é verdade. Esse cara me agradeceu por deixar isso claro na série. Você acha que controla o vício, mas não é verdade”.

Para se aprofundar mais no personagem, Kelly frequentou reuniões do Alcoólicos Anônimos. “Isso foi antes do Doug ser popular”, conta. “Fui a diversas reuniões e ficava lá, sentado, assistindo. Ninguém me perguntava coisas, porque é assim que essas reuniões funcionam.” A realidade anônima, contudo, vai sendo deixada para trás. Na Cidade do México para uma série de encontros com a imprensa da América Latina, Kelly se disse surpreso ao ser reconhecido quando andava pelas ruas da cidade. “A primeira coisa que eu pensei é: ‘Uau, o pessoal aqui gosta mesmo de House of Cards'”, conta. “Acho que eles (Netflix) perceberam que é assim que as pessoas querem assistir à televisão agora. Vivemos em uma sociedade ocupada, cheia de obrigações, e imediatista.” Questionado sobre qual o motivo para a popularidade de um personagem tão difícil quanto Doug Stamper, Kelly tem a atitude mais anti-Stamper possível. Ele sorri e faz uma piada. “As pessoas são doentes, cara.”

Quarta temporada

“House of Cards” teve, enfim, a sua quarta temporada confirmada. O anúncio foi feito na página oficial da série no Facebook. O novo ano da saga do político Frank Underwood será exibido na Netflix em 2016 – a data da estreia dos novos episódios, contudo ainda não foi revelada pela empresa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O REPÓRTER VIAJOU A CONVITE DA NETFLIX

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Galvão Bueno é submetido a cirurgia para tratar hérnia de disco

Ator Tom Hardy é demitido da série ‘Terra da Máfia’

‘Demolida’ por críticas do público, Casa do Patrão terá mudanças

‘Eu tô livre agora’, diz Christina Rocha sobre saída do SBT

Hello Kitty será adaptada pela primeira vez para o cinema

Assuntos House of Cards, Netflix
Valmir Lima 7 de abril de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Cena de 'Sem Salvação': manipulação religiosa em seita (Imagem: Netflix/Reprodução)
Variedades

Série da Netflix aposta em manipulação religiosa e abuso psicológico

24 de abril de 2026
Animação disponível no Parquinho Netflix: programação para público mirim (Imagem: Netflix/Reprodução)
Variedades

Netflix lança aplicativo exclusivo para crianças de até 8 anos

7 de abril de 2026
Variedades

Netflix anuncia ‘A Estranha na Cama’, com Paolla Oliveira

26 de março de 2026
Chico Bento ganha poder de eleasticidade em nova temporada de One Piece, da Netflix (Imagem: Netflix/Reprodução)
Variedades

Nova temporada de One Piece terá participação de Chico Bento

9 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?