O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Esporte

‘Meu defeito foi ter ficado rico’ provoca Milton Neves aos 50 anos de carreira

25 de dezembro de 2021 Esporte
Compartilhar
Milton Neves comemora 50 anos de carreira (Foto: Milton Neves/Divulgação)
Milton Neves comemora 50 anos de carreira (Foto: Milton Neves/Divulgação)
Da Folhapress

SÃO PAULO – “Miltinho, fala alguma coisa aqui nesse microfone.” O menino se negou. “Não sei falar nada”.

Foi a única vez que Milton Neves, 70, disse essa frase. Porque estar diante do microfone, saber o que dizer e fazê-lo sem parar se tornou sua vida pelas décadas seguintes. Como profissional do rádio e TV, já são 50 anos.

A primeira experiência foi na Rádio Continental de Muzambinho, sua terra natal (421 km de Belo Horizonte), em 1968, uma brincadeira que levou adiante apenas porque ouviu meninas da cidade dizerem que sua voz era bonita. Para valer mesmo, como meio de vida, tudo começou em 1971, ao passar frio e fome em Curitiba.

Talvez por causa dessa época, o radialista, jornalista e publicitário não tenha o menor pudor de dizer o quanto costuma receber de propagandas de seus programas. Comenta sobre salários que já embolsou na rádio e TV Bandeirantes e os imóveis que tem no Brasil, em Nova York e na Flórida.

A capacidade de vender anúncios, ganhar comissões por eles e não ter vergonha, ao contrário, se orgulhar deles, é um dos aspectos que o fazem ser um dos personagens mais polêmicos, amados ou odiados da história da imprensa do país.

“Tenho vários defeitos, inclusive o pior deles foi ter ficado rico. Muito rico”, desafia.

A frase é uma provocação aos que o criticam, mas também um marketing pessoal. Milton Neves se tornou bom nisso. O mesmo vale para o sotaque caipira que o seu primeiro chefe na Jovem Pan, Fernando Vieira de Mello, disse que ele tinha de perder para falar ao microfone em São Paulo.

Por ter a capacidade de polarizar como poucos na história do rádio, os feitos do apresentador podem ser esquecidos. Sua verborragia e a memória fotográfica para histórias do futebol transformaram o papel do plantão esportivo, aquele que, antes dele, se limitava a dar outros resultados da rodada. Neves foi à Copa do Mundo de 1990 nessa função, algo inédito.

Ele revolucionou o que era o pós-jogo nas transmissões esportivas de uma maneira diferente do que era feito pelo Show de Rádio, atração comandada por Estevam Sangirardi que puxava pelo humor e marcou época na imprensa de São Paulo. A proposta do Terceiro Tempo, programa que o sucedeu, era ser mais jornalístico. Milton o apresentou por mais de 20 anos.

Foi também o precursor em colocar no ar narrações estrangeiras de gols internacionais, algo imitado por programas esportivos de TV hoje em dia. Os minutos finais da partida entre Colômbia e Alemanha, no Mundial de 1990, na voz de Édgar Perea, da emissora colombiana Caracol, transformaram-se em um clássico do rádio brasileiro por causa do gol de Freddy Rincón, aos 49 minutos do segundo tempo, que classificou a seleção.

“Eu sempre pensei que se tivesse um fusquinha e uma casa financiada, estava bom demais. Não tinha grandes pretensões. Fiz três concursos para a Petrobras, dois vestibulares para odontologia. Levei pau em todos. O que me salvou foi o rádio”, diz.

Se há uma estratégia empregada em redes sociais de falar coisas controversas de forma proposital porque o engajamento, qualquer que seja, traz benefícios, Milton Neves já a utilizava antes mesmo de existir a internet. Uma das mais épicas brigas da história da TV brasileira foi protagonizada por ele e Roberto Avallone, em 1997, no Mesa Redonda da Gazeta. Os desafetos fizeram as pazes pouco tempo depois.

As fórmulas usadas à exaustão hoje por programas esportivos de buscar o entretenimento, a discussão acalorada a qualquer preço e as brincadeiras que irritam alguns torcedores e deliciam outros foram criadas pelo Debate Bola, atração que Milton comandou na TV Record na primeira década deste século. Na última edição, ele fez um enterro do Corinthians, então rebaixado no Brasileiro.

“Eu comecei esse negócio de brincar por causa dos meus filhos. Eles diziam que eu era muito carrancudo e o Debate Bola começava ao meio-dia, na hora em que o adolescente chegava da escola, no horário do almoço. Tinha de ser algo mais alegre”.

O hoje apresentador do Terceiro Tempo na TV e Rádio Bandeirantes e com participações em outros programas reconhece ser um “péssimo entrevistado”. É capaz de levar mais de 20 minutos para responder uma pergunta porque começa a viajar no tempo. Emenda uma história na outra, muda o rumo da conversa até perceber estar perdido e perguntar “mas sobre o que eu estava falando mesmo?”.

Sua memória prodigiosa o faz se lembrar de nomes da infância, do texto do primeiro anúncio que leu como radialista profissional, da escalação de equipes dos anos 1960 e 1970 e das broncas que levou de Fernando Vieira de Mello, a quem considera o maior nome da história do radiojornalismo brasileiro. Conta tudo isso de uma vez, em questão de minutos.

A transição da rádio para a TV foi o pulo do gato da sua carreira nos aspectos profissional e financeiro. Foi convidado para apresentar o Super Técnico em 2000, na Bandeirantes. Era uma mesa redonda que reuniu apenas treinadores. Começou a vender um anúncio atrás do outro. Já fazia aquilo no rádio, mas não tantos e com tanto dinheiro.

O programa Pânico, então na Rede TV!, criou um personagem para ironizá-lo, o Merchan Neves.

Ele não se importa. Achou graça na imitação porque, afinal, era propaganda gratuita. De novo, se aproveitava do “engajamento” quando a palavra não era utilizada como hoje.

O Pânico era criação de Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, dono da Jovem Pan, a emissora em que Milton ficou por mais de 20 anos e de onde saiu por rescisão indireta para se transferir para a Bandeirantes.

“Tutinha é vingativo, mas é muito competente”, bate e assopra Milton Neves, para lembrar em seguida ter três andares no mesmo prédio da Avenida Paulista, zona central de São Paulo, onde está a Pan.

A transferência para a Band foi uma oportunidade. De continuar no rádio, estar em uma empresa com emissora de TV, seguir em evidência, continuar a negociar anúncios e ganhar dinheiro. Mas foi também o cumprimento de uma profecia.

“Teve um dia em Muzambinho que eu fui comer kibe no comércio do cara que depois seria meu sogro. Eu disse para ele: ‘um dia vou trabalhar na Bandeirantes’. Ele respondeu que eu só iria se fosse para lavar privada. Faz 18 anos que trabalho na Bandeirantes e toda vez que vou ao banheiro, me lembro dele”, diz.

Milton Neves interrompe a entrevista com a reportagem para entrar ao vivo em programa vespertino da emissora.

“Me perguntem o que vocês quiserem porque eu não preparei nada”, avisa, pelo telefone, de sua confortabilíssima casa em Santana do Parnaíba, para os apresentadores.

E assim ele vai pelos 10 minutos seguintes, a conversar ao vivo sobre qualquer assunto. O oposto do menino que “não sabia falar nada” ao microfone em Muzambinho.

Notícias relacionadas

‘Depende dele, não de mim’, diz Ancelotti sobre convocar Neymar

Neymar está na pré-lista de Ancelotti para a Copa do Mundo

Vasco derrota o Athletico-PR em São Januário e se recupera no Brasileirão

Corinthians vence o São Paulo em clássico quente com confusão e cinco gols

Palmeiras empata com o Remo no Mangueirão após atraso por chuva

Assuntos Milton Neves
Redação 25 de dezembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Milton Neves comemora 50 anos de carreira (Foto: Milton Neves/Divulgação)
Dia a Dia

Milton Neves admite que publicou fake news sobre Faustão

1 de abril de 2024
Milton Neves comemora 50 anos de carreira (Foto: Milton Neves/Divulgação)
Variedades

Milton Neves elogia atributos de jogadora e é cancelado

27 de setembro de 2022
Marcelo Rezende e Milton Neves
Variedades

Milton Neves faz um apelo a Marcelo Rezende : “Por favor, volta para o hospital”

5 de setembro de 2017

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?