
MANAUS – Tite tentou emplacar Jesus na seleção, não conseguiu um milagrezinho sequer na Copa. Fernando Diniz insiste que Jesus, o Gabriel, não o anjo, mas o atacante, pode salvar o time. Se é uma dádiva, Gabriel Jesus ainda não mostrou poder divino.
A única coisa sobrenatural na seleção, até agora, é o futebol ruim. Um assombro. Bênçãos mesmo, só para os adversários que tornaram a disputa nas Eliminatórias um inferno astral para o Brasil.
A CBF está à espera de um milagre de Carlo Ancelotti. Nas nuvens com o Real Madrid, o técnico italiano ainda não decidiu se cai na real e fica na Espanha ou se vem exorcizar a seleção brasileira.
A dúvida é se Gabriel Jesus é, de fato, o iluminado. Até agora, a conclusão é que ele não ilumina o ataque da seleção.
