O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Sem categoria

Mercosul quer baixar preços e aumentar acesso a medicamentos

11 de junho de 2015 Sem categoria
Compartilhar
Saúde mercosul
os ministros da Saúde e seus representantes adiantaram algumas formas de baratear os remédios, como fazer compras em blocos de países (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O acesso a medicamentos foi um dos temas de maior destaque na 37ª Reunião de Ministros do Mercosul, finalizada hoje (11), em Brasília. Os países assinaram acordo prevendo a criação de um grupo de trabalho para estudar formas de reduzir valores e aumentar o acesso a remédios; principalmente os de alto custo. A conclusão do trabalho deve ser apresentada na próxima reunião do grupo, em setembro.

Nas reuniões políticas, os ministros da Saúde e seus representantes adiantaram algumas formas de baratear os remédios, como fazer compras em blocos de países. “Tomamos uma decisão política de criar uma plataforma comum de avaliação dos preços, qualificando um banco regional de preços, no âmbito do Mercosul; de estabelecer uma estratégia de aquisição de medicamentos de alto custo para doenças raras [de uso] comum [dos países], de tal maneira que possamos usar o poder de compra publica, o poder de escala com as empresas que produzem esse medicamentos, da maneira mais vantajosa para garantir o acesso aos usuários”, explicou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Em coletiva de imprensa, na tarde desta quinta-feira, Chioro disse que o acesso a remédios mais caros é um problema comum aos oito países que participaram da reunião, uma vez que a concorrência é baixa e muitas vezes a compra é pequena, o que pode tornar o valor mais alto ainda para países com pequena população. O ministro da Saúde da Argentina, Daniel Gollan, exemplificou que o valor de um remédio para hepatite B custa em seu país o dobro do que custa no Brasil, e cinco vezes mais do que custa no Peru.

O acordo também poderá possibilitar que um país compre medicamentos seguindo licitação feita por outro do grupo, o que pode precisar de alteração nas legislações dos signatários. Além disso, deve ser criada uma lista de poucos medicamentos prioritários para todos os países, de modo a que a compra possa ser feita pelo fundo estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Este fundo é usado para a compra de medicamentos em larga escala, pela Opas, para os países da região. A previsão de orçamento para medicamentos no Brasil, em 2015, ultrapassa R$ 14 bilhões.

“Temos capacidade de, todos juntos, ganharmos no preço. O Brasil pode comprar mais barato do que compra, de os países ganharem muito na aquisição, e com isso garantir o acesso da nossa pupulação [a medicamentos] e evitar as estratégias que hoje se apresentam em todos os países, [caso] da judicialização como [artifício para] introduzir, de maneira critica, desorganizada muitas vezes, como estratégia comercial de novos medicamentos que sequer têm registros de segurança”, avaliou o ministro. Ele ressaltou que as medidas não serão excludentes.

Brasil, Argentina, Paraguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Uruguai e Peru também firmaram acordos políticos que mostram disposição em dar atenção às áreas de prevenção de mortes no trânsito, diminuição do sódio na alimentação, transplantes e diminuição de cesarianas – problemas comuns a todos.

(Da Agência Brasil)

Notícias relacionadas

Morre aos 80 anos a 1ª mulher trans a passar por redesignação sexual no Brasil

Brasil é o 26º em velocidade de internet banda larga entre 153 países

Renda sobe no Brasil, mas não consegue acompanhar custo de vida

Em 2044, pessoas acima de 50 anos serão 50% do mercado de saúde

Problemas de saúde e fator humano dominam acidentes nas rodovias

Assuntos argentina, Bolívia, brasil, Comércio, diplomacia, Mercosul, Paraguai, Relações, remédios, saúde, Uruguai, Venezuela
Valmir Lima 11 de junho de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Waldirene Nogueira
Dia a Dia

Morre aos 80 anos a 1ª mulher trans a passar por redesignação sexual no Brasil

20 de maio de 2026
Internet Banda Larga
Tecnologia

Brasil é o 26º em velocidade de internet banda larga entre 153 países

19 de maio de 2026
Dinheiro
Economia

Renda sobe no Brasil, mas não consegue acompanhar custo de vida

16 de maio de 2026
Em cerca de 20 anos, metade do consumo das famílias brasileiras com produtos e serviços relacionados à saúde será de pessoas com 50 anos ou mais (Foto: Prefeitura de SP/Divulgação)
Saúde

Em 2044, pessoas acima de 50 anos serão 50% do mercado de saúde

15 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?