O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Manobra do STF para desmembrar inquérito sobre fake News é rejeitada pelo MPF

11 de outubro de 2019 Política
Compartilhar
Plenário do STF reafirmou jurisprudência sobre cartórios (Foto: Nelson Júnior/SCO/STF)
Plenário do STF: Tribunal tenta desmembrar inquérito sobre fake news (Foto: Nelson Júnior/SCO/STF)

Por Aiuri Rebello e Eduardo Militão, do UOL/Folhapress

SÃO PAULO-SP E BRASÍLIA-DF – O STF (Supremo Tribunal Federal) tem desmembrado o inquérito sobre fake news remetendo pedidos de investigações de casos concretos à Polícia Federal, em uma manobra para colocá-los dentro do rito processual normal e tentar fazer com que tenham prosseguimento em ações na Justiça.

Aberto neste ano de forma genérica e sem objeto definido, a mando de Dias Toffoli e relatado por Alexandre de Moraes, o inquérito apura a disseminação de notícias falsas, acusações caluniosas e ameaças contra ministros da corte.

O desmembramento já foi feito em ao menos cinco casos ao redor do país. Em dois, aos quais a reportagem teve acesso, tanto o Ministério Público Federal como a Justiça de primeira instância rejeitaram a manobra e mandaram arquivar as investigações. Os procuradores alegam “vício de origem” – quando os inquéritos não poderiam ter sido abertos.

O inquérito sobre as fake news corre sob segredo de Justiça no STF. A ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge pediu o arquivamento da peça, criticada por juristas e procuradores. Para o ex-desembargador Walter Maierovitch, o inquérito, sem ter condições de apurar nada, atende a questões políticas e pessoais dos ministros.

Ao contrário de um inquérito normal – aberto e conduzido pela polícia a pedido de alguma instância da Justiça, do Ministério Público ou por iniciativa própria com base em suspeita definida de crime –, o das fake news foi criado e é comandado pelo próprio Supremo, sem acompanhamento do Ministério Público, além de não apurar nenhuma suspeita específica de crime.

Neste caso, a PF não conduz as investigações, só cumpre determinações do STF. O Ministério Público Federal não supervisiona o trabalho, como é praxe, nem sequer teve acesso ao inquérito. Além de abrir e conduzir a investigação sem supervisão, o Supremo, em última instância, pode vir a julgar eventuais ações com base na apuração. Apesar de prevista no regimento interno do STF, a situação não tem precedentes.

Para tentar ‘esquentar’ as conclusões e trazê-las para o rito processual normal, Moraes decidiu desmembrar casos concretos que surgem a partir da investigação genérica.

O STF faz um despacho pedindo investigação sobre tal fato ou pessoa à PF, que abre um novo inquérito com as informações levantadas, completa as investigações e entrega ao Ministério Público Federal, que tem a prerrogativa de decidir se o caso deve ser denunciado à Justiça ou não.
Uma das investigações foi aberta em Pouso Alegre (MG). O objetivo era verificar supostos crimes previstos na Lei de Segurança Nacional praticados por um cidadão que tinha feito críticas a ministro do Supremo em redes sociais.

O procurador Lucas Gualtieri solicitou o arquivamento do caso, decisão confirmada pelo juiz federal de Pouso Alegre. Segundo ele, não houve crime e, ainda que houvesse, a investigação tinha começado ilegalmente. “Não havia ofensa aos ministros mas sim uma manifestação mais contundente”, diz Gualtieri a reportagem.

O procurador conta que a apuração foi considerada ilegal porque foi iniciada e aberta a pedido do próprio Supremo. Além disso, não houve escolha de um relator segundo a distribuição de processos do tribunal – o presidente do STF, Dias Toffoli, escolheu Moraes a dedo para cuidar do caso. Por fim, o cidadão investigado não tinha direito a foro privilegiado no STF.

Gualtieri conta que, se a investigação continuasse, o próximo passo seria fazer uma busca e apreensão. Ele pediu que o juiz notificasse o homem de que ele havia sido investigado mas que o caso fora arquivado. A Justiça negou o pedido e colocou sigilo no processo, que não existe mais. “Uma das atribuições do Ministério Público é garantir que os direitos e garantias do cidadão sejam preservados”, afirma Gualtieri. “Há de fato uma situação de risco para as liberdades individuais”. Para ele, “a simples manutenção desse inquérito já configura uma situação de inconstitucionalidade”.

Em São Paulo, outro ‘inquérito filhote’ foi aberto, mas o MPF também pediu à 8ª Vara Federal Criminal que ele fosse descartado porque começou de maneira ilegal. A investigada é uma mulher, cujo nome não foi revelado e que já tinha alvo de medidas de busca e apreensão. “O procedimento foi desmembrado e remetido à Justiça Federal em São Paulo e envolve pessoa sem prerrogativa de foro para ser processada e julgada no Supremo”, afirma a assessoria do Ministério Público Federal em São Paulo. “É inconcebível que um membro do Poder Judiciário (o ministro Alexandre de Moraes) acumule os papéis de vítima, investigador e julgador”, diz ainda a nota.

O arquivamento foi feito em agosto. A assessoria do Ministério Público Federal em São Paulo informa que a Justiça já confirmou a decisão do procurador. Caso o juiz negasse, o processo seria enviado a Brasília para ser examinado por três procuradores do último nível da carreira. Eles avaliariam se a investigação deveria prosseguir ou precisaria mesmo ser enterrada.

Em entrevista ao programa Poder em Foco, do SBT, no último domingo (6), Dias Toffoli defendeu o inquérito das fake news e disse que, “enquanto for necessário, ele ficará aberto”. Para Toffoli, a peça cumpre papel importante “na defesa da instituição (STF) e de seus membros”.

Na opinião de Maierovitch, desembargador aposentado do TJ-SP, o inquérito arranha ainda mais a imagem do STF junto à população. “Está valendo para tudo: xingamentos na internet, censurar reportagem sobre o Toffoli, dar busca e apreensão na casa do Janot. É uma aberração jurídica dos tempos inquisitoriais, é espantoso”. Ele acredita que o caminho natural de todos os casos, independentemente de sua gravidade, é o arquivamento.

Procurado, o novo procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que não comentaria o caso e esperará ser notificado em eventuais questionamentos legais. A Polícia Federal não respondeu. O ministro Alexandre de Moraes disse que não vai comentar o caso.

Notícias relacionadas

Dino mantém remoção de vídeos de Salazar com ofensas a David Almeida

Políticos do AM marcam presença na Marcha para Jesus em Manaus

STM marca julgamento de recurso de Bolsonaro sobre suspeição de ministro

Fachin cria grupo de trabalho para rever ‘penduricalhos’ de juízes

Flávio Bolsonaro pede ao STF suspeição de Moraes para julgar processos do Banco Master

Assuntos fake News
Cleber Oliveira 11 de outubro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Urna eletrônica
Política

Ataque à urna eletrônica domina desinformação sobre as eleições

14 de maio de 2026
Hospital 28 de Agosto e Instituto Dona Lindu integram Complexo Zona Sul (Foto: Secom/Divulgação)
Dia a Dia

Juiz manda remover conteúdo falso em redes sociais sobre hospitais públicos do Amazonas

2 de maio de 2026
Gilmar Mendes
Política

‘Vai acabar quando terminar’, afirma Gilmar Mendes sobre o ‘inquérito das fake news’

23 de abril de 2026
Romeu Zema, governador de Minas Gerais
Política

Gilmar Mendes pede a Moraes para investigar Zema por vídeo com sátira ao STF

20 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?