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Políticazmanchete

Manifestações pelo Brasil em defesa da Petrobras e de Dilma: acompanhe

13 de março de 2015 Política zmanchete
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Manifestação São Paulo
Manifestantes carregam balões e bandeiras de entidades como CUT, CTB, Sindicato dos Bancários de Osasco – São Paulo (Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas)
SÃO PAULO
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Integrantes do movimento sindical e do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem-terra (MST) já estão concentrados em frente à sede da Petrobras, na Avenida Paulista, para o protesto em defesa da estatal, pelos direitos trabalhistas e a favor da democracia. O trânsito ainda não foi bloqueado, mas as pessoas já se espalham entre a Alameda Campinas e a Alameda Joaquim Eugênio de Lima.

Neste momento há um carro de som da Central Única dos Trabalhadores tocando músicas da MPB, além de dois trios. Os manifestantes carregam balões e bandeiras de entidades como CUT, CTB, Sindicato dos Bancários de Osasco e União dos Negros pela Igualdade.

Apesar de ser oficialmente uma manifestação organizada para fazer cobranças ao governo federal, o ato só registra até agora mensagens de apoio à presidente Dilma Rousseff. “Viemos aqui para defender a Petrobras e a Dilma. É isso que importa” , afirma o sindicalista Edinaldo Gonçalves, do Sindicato dos Químicos de São Paulo.

Os líderes sindicais devem conceder uma entrevista coletiva às 15h e depois o grupo deve ir até o Masp, onde se encontrará com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, antes de seguir até a Praça da República pela Avenida Consolação.

A CUT contratou cerca de 80 seguranças particulares para acompanhar o ato. A Polícia Militar acompanha a movimentação à distância e ainda não divulgou nenhuma estimativa de público para o evento.

BRASÍLIA

Um grupo com cerca de 300 manifestantes está concentrado na região central de Brasília. O ponto encontro é um centro comercial, o Conic, de onde o grupo partirá às 17 horas em direção à rodoviária da cidade, em uma ação que terá entre seus principais pontos “defender a democracia”. A estimativa de público presente neste momento é da Polícia Militar do Distrito Federal.

Quando chegarem à rodoviária, os manifestantes farão uma panfletagem apresentando as demandas dos trabalhadores. O ato foi convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), mas também participam representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da União Nacional dos Estudantes (UNE). A PM do DF está acompanhando a movimentação, com um efetivo reforçado no local.

De acordo com Roberto Miguel, membro da direção nacional da CUT, o ato não é em defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff. “Vamos defender a democracia e o resultado eleitoral”, disse o sindicalista.

Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, três manifestações distintas estão marcadas para ocupar a região central de Brasília nesta tarde. O órgão informou que o número de policiais destacados para acompanhar os manifestantes deve ser mantido em sigilo por estratégia de segurança. A assessoria de imprensa garantiu que a PM está preparada para qualquer eventualidade e tem homens à disposição caso haja necessidade de reforço.

BELO HORIZONTE

Cerca de mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), segundo a Polícia Militar, e representantes de sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT-MG) participaram de um protesto na manhã desta sexta-feira, 13, na Grande Belo Horizonte, em defesa da Petrobras, pela reforma política e pela manutenção de direitos trabalhistas.

O ato começou por volta das 7h30 na portaria principal da Refinaria Gabriel Passos (Regap), que pertence à Petrobras, em Betim. Os manifestantes chegaram a pé à portaria, depois de caminharem por cerca de um quilômetro na BR-381, sentido Belo Horizonte-São Paulo, até o acesso à refinaria. O trânsito na via ficou congestionado por cerca de 40 minutos.

Dirigentes das entidades negaram que o ato fosse um contraponto às manifestações contra a presidente Dilma Rousseff (PT) previstas para este domingo. No entanto, ainda que sem citar o nome da petista, sindicalistas criticaram os ataques da oposição e defenderam o governo federal. “O que está em jogo é a defesa da democracia. Não se pode tirar a legitimidade conseguida nas urnas”, afirmou a presidente da CUT-MG, Beatriz Cerqueira. O ato se encerrou perto das 11h.

GOIÂNIA

Em Goiânia (GO), o ato reuniu em torno de 2 mil pessoas, segundo os organizadores. Grupos que vieram de pontos diferentes da cidade, como da porta da Assembleia Legislativa, onde havia outra mobilização, foram engrossando a manifestação que começou com pouco mais de 200 pessoas.

O protesto foi em defesa da Petrobras e contra o ajuste fiscal promovido pela presidente Dilma Roussef. O ‘impeachment’ não está na pauta da manifestação.

A mobilização começou às 10h no Coreto da Praça Cívica, onde foi encerrada pouco antes das 13h. A Polícia Militar acompanhou a manifestação, que não registrou incidentes.

Compareceram deputados estaduais do PC do B e do PT, partido que administra Goiânia. O prefeito petista, Paulo Garcia, entretanto não compareceu. A administração dele tem sido alvo de muitas críticas na limpeza, iluminação pública e saúde.

A presidente da CUT, Bia de Lima afirmou que estavam presentes as maiores organizações sindicais, como a dos professores e da saúde. “Também vieram 30 sindicatos e 10 movimentos populares e rurais”.

RECIFE

Em Recife (PE), Policiais militares apenas observaram a manifestação, que começou com concentração na Praça da Imprensa e seguiu pela avenida Desembargador Moreira até a entrada da Assembleia Legislativa do Ceará. Lideranças sindicais falaram do alto de um carro de som e anunciam a chegada de 600 integrantes ligados ao MST.

Antes do final do protesto, por volta do meio-dia, os organizadores pediram para os participantes do ato que não comparecessem à manifestação do dia 15, que pede o impeachment da presidente Dilma. “A manifestação da classe trabalhadora foi esta. A de domingo não nos interessa. Domingo é mais um dia para irmos à praia”, gritou uma pessoa ligada ao movimento de mulheres da CUT. O ato ocorreu sem incidentes.

Pró-Dilma

Políticos do PCdoB participaram de ato pró-Dilma na Praça da Imprensa, em Fortaleza. O vereador Evaldo Lima afirmou que o PCdoB defende a presidente por acredita no desenvolvimento do Brasil com ela. Do PT comparecem representantes do deputado federal Odorico Monteiro e dos vereadores Deodato Ramalho e Acrisio Sena.

Revoltados Online

O grupo Revoltados Online, que faz oposição à presidente Dilma Rousseff e havia prometido fazer um protesto simultâneo ao da CUT na Avenida Paulista, ainda não apareceu na avenida. Próximo de 17h (horário de Brasília), um dos organizadores disse que estava “esperando autorização” da PM.

Por telefone, o líder do Revoltados disse que o grupo está concentrado na sede, próxima à avenida Brigadeiro Luis Antônio. “Só vamos aparecer quando não tiver mais vermelhos por lá. Quando não tiver mais ninguém, entraremos em contato com o comandante da Polícia Militar e marcharemos para lá”, disse. Em acordo fechado durante a semana entre as centrais, o Revoltados e a PM, a sede da Petrobras deveria ser desocupada pelos trabalhadores às 15h, quando dariam lugar aos manifestantes anti-Dilma.

O ato das centrais sindicais deixou a frente do prédio da Petrobras em São Paulo uma hora depois do acordado e o grupo agora marcha em direção à Praça da República gritando o nome da presidente.

Apenas um grupo de 50 trabalhadores permanece debaixo da fachada do prédio, protegendo-se da chuva. A polícia faz neste momento um cordão de isolamento mas não há sinal dos manifestantes anti-Dilma.

Mais informações em instantes…

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

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Assuntos CUT, direitos trbalhistas, manifestacoes, Petrobras
Valmir Lima 13 de março de 2015
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