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Economia

Manaus sobe para sexta posição em ranking de concentração de riqueza

14 de dezembro de 2017 Economia
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Manaus assumiu posição de Porto Alegre em ranking de concentração de riqueza (Foto: Gideão Soares/Portal da Copa)

Do Estadão Conteúdo

RIO DE JANEIRO – Em meio à recessão econômica, a riqueza permanecia concentrada no País. Em 2015, sete municípios detinham um quarto da economia brasileira, de acordo com os dados do PIB (Produto Interno Bruto) dos Municípios 2015, divulgados nesta quinta-feira, 14, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os maiores geradores de riqueza naquele ano foram: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Manaus e Porto Alegre. Juntos, esses municípios representavam 24,9% de toda a riqueza nacional, embora reunissem apenas 14,3% da população brasileira.

Segundo o IBGE, não houve alteração significativa na fatia dos municípios mais ricos em relação ao ano anterior. Manaus subiu para a sexta posição, ocupando o lugar que era de Porto Alegre, agora no sétimo lugar do ranking. São Paulo respondia sozinho por 10,9% do PIB brasileiro, 0,1 ponto porcentual a mais do que no ano anterior, totalizando uma geração de R$ 650,545 bilhões no ano.

Quando somados os 64 municípios brasileiros mais ricos em 2015, chegava-se à metade do PIB nacional. Ou seja, apenas 1,1% dos 5.570 municípios brasileiros geravam 50% da riqueza do País. Por outro lado, os 1.353 municípios mais pobres, cerca de 25% deles, responderam por 1,0% do PIB nacional. Nesta faixa, estavam 73,2% dos municípios do Piauí, 59,6% dos municípios da Paraíba, 51,8% dos municípios do Tocantins e 48,5% dos municípios do Rio Grande do Norte.

Em 2015, os 557 municípios com os maiores fatias no PIB geraram 94,1 vezes mais renda que os 3.342 municípios mais pobres. Os municípios das capitais concentraram 33,1% do PIB naquele ano, com São Paulo na liderança do ranking de geração de riqueza e Palmas em último lugar.

Na lista dos 10 municípios ‘não capitais’ com maior geração de renda figuraram Osasco (SP), com 1,1% do PIB; Campinas (SP), 0 9%; Guarulhos (SP), 0,9%; Barueri (SP), 0,8%; São Bernardo do Campo (SP), 0,7%; Jundiaí (SP), 0,7%; São José dos Campos (SP), 0,6%; Duque de Caxias (RJ), 0,6%; Campos dos Goytacazes (RJ), 0 6%; e Sorocaba (SP), 0,5%.

PIB per capita

Segundo o IBGE, o município de Presidente Kennedy, no Espírito Santo, voltou a registrar o maior PIB per capita do País em 2015: R$ 513.134,20. No mesmo ano, o PIB per capita brasileiro foi de R$ 29.323,58.

No segundo lugar do ranking de maior PIB per capita ficou Paulínia, em São Paulo, com R$ 276.972,13. Em terceiro, Louveira também em São Paulo, com R$ 271.206,13.

Os demais destaques foram: Triunfo (RS), R$ 268.381,39; Selvíria (MS), R$ 246.333,22; Gavião Peixoto (SP), R$ 228.391,19; Ilhabela (SP), R$ 222.527,69; São Francisco do Conde (BA), R$ 219.845,83; São João da Barra (RJ), R$ 211.946,00; e Araporã (MG), R$ 200.226,33.

O IBGE informou que Presidente Kennedy (ES), São João da Barra (RJ) e Ilhabela (SP) eram municípios produtores de petróleo. Paulínia (SP) e São Francisco do Conde (SP) detinham indústria de refino. Louveira (SP) concentrava centros de distribuição de grandes empresas, enquanto Triunfo (RS) era sede de um polo petroquímico. Selvíria (MS) e Araporã (SP) sediavam hidrelétricas. Gavião Peixoto (SP) possuía uma indústria de outros equipamentos de transporte.

Os municípios tinham em comum uma baixa densidade demográfica, somavam 1,3% do PIB brasileiro, mas apenas 0,1% da população, ressaltou o instituto. O menor PIB per capita no ano foi de R$ 3.369,79, registrado pelo município Novo Triunfo, na Bahia. A economia local era dependente da Administração e serviços públicos, com 65,7% do valor adicionado bruto local.

Em 2015, em 3.170 municípios (56,9% do total) tinham como principal atividade econômica a Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social. Excluindo o serviço público, em 3.129 municípios (56,2% dos municípios do País) a Agropecuária era a principal atividade econômica.

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Assuntos Amazonas, concentração de renda, IBGE, pib
Cleber Oliveira 14 de dezembro de 2017
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