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© 2022 Amazonas Atual
Saúde

Mais de 24 milhões de animais são vacinados contra raiva no Brasil

18 de novembro de 2022 Saúde
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(Foto: Divulgação/ABr)
Em 2022, o MS imunizou mais de 24 milhões de animais, entre cães e gatos (Foto: Divulgação/ABr)
Da Ascom MS

BRASÍLIA – Embora o termo zoonose não seja muito ouvido no dia a dia, ele define uma situação bastante corriqueira: a transmissão de doenças infecciosas entre animais vertebrados e seres humanos. Uma das contaminações mais comuns em todo o mundo é a raiva.

Causada por um vírus transmitido após incidentes envolvendo espécies diferentes de mamíferos, a doença pode ser fatal e a vacinação provou, há mais de um século, ser a forma mais eficaz de enfrentamento.

Em 2022, o Ministério da Saúde distribuiu 24.084.650 doses da vacina contra a infecção para imunizar cães e gatos em todo o país.

Os dados contabilizam os imunizantes entregues entre janeiro e setembro deste ano. Minas Gerais, Bahia e Ceará foram os locais que mais receberam as doses: 4,4 milhões, 2,4 e 2,1 milhões, respectivamente.

A vacina é distribuída conforme solicitação estadual para ser utilizada nas campanhas de vacinação, além das aplicações de rotina e nos bloqueios de foco, necessários quando há casos de raiva em animais e/ou em humanos.

A campanha ocorre ao longo dos doze meses, mas tem foco especial no segundo semestre. Para o planejamento do quantitativo distribuído, é solicitada a cada unidade federativa a estimativa da população de cães e gatos e a data prevista para o início e término das campanhas locais.

Mas por que vacinar os animais é uma ação de saúde pública?

Proteger os pets é uma estratégia de controle da raiva animal, pois bloqueia o ciclo de contaminação para humanos.

Por isso, o manejo da doença é compartilhado entre o Ministério da Saúde e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

As duas pastas dividem informações e promovem ações para monitorar a transmissão da doença em cães, gatos e animais silvestres, como morcegos, cachorros do mato, raposas, bovinos e equinos.

No caso dos cães e gatos, em particular, a estratégia de vacinação provou ser um sucesso para prevenir o alastramento da doença.

Isso porque esses animais, cujas populações ultrapassam as dezenas de milhões em todo o país, são responsáveis pela maioria dos atendimentos antirrábicos pós-exposição.

A imunização dos indivíduos dessas duas espécies faz parte do PNPR (Programa Nacional de Profilaxia da Raiva), instituído em 1973.

Na série histórica, o Brasil saiu de 1.200 cães positivos para raiva em 1999, para 2 casos de raiva em cachorros até maio de 2022, todos identificados como variantes de animais silvestres.

Enviadas aos estados pelo SUS para a disponibilização massiva e gratuita, as vacinas antirrábica utilizadas atualmente em cães e gatos são fabricadas com a tecnologia de cultivo celular, que apresenta maior segurança e eficácia na proteção desses animais.

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Redação 18 de novembro de 2022
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