O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Maioria dos deputados evita se posicionar sobre denúncia contra Temer

8 de julho de 2017 Política
Compartilhar
Maioria na Câmara dos Deputados não se manifestou sobre denúncia contra o presidente Temer (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – A denúncia por corrupção passiva apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra Michel Temer é de conhecimento público há quase duas semanas, mas 57% dos deputados ainda não se posicionam a favor ou contra a transformação do presidente em réu. Essa ‘taxa de incerteza’ é muito maior agora que na época da tramitação do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.

Quando o placar do impeachment de Dilma começou a ser publicado pelo Estado, no início de abril de 2016, 169 deputados evitavam revelar sua posição (um terço do total). Agora, quando o jornal começa a publicar o placar da denúncia, o número de parlamentares ‘no muro’ é 73% maior: 293.

No placar atual, há 162 deputados a favor do acolhimento da denúncia, e 57 declaradamente contrários. A aprovação depende de 342 votos. Se isso ocorrer, Temer será afastado do cargo.

Cenários. Para o cientista político Carlos Melo, as diferenças nos cenários de Temer e Dilma têm diversas causas: a ausência de um ‘comandante’ da oposição, como Eduardo Cunha na época da petista, a pressão menor da opinião pública, a maior habilidade do atual governo ao negociar com deputados e, por fim, o fato de o ‘espólio’ de cargos com o eventual fim do governo atual ser menor.

Melo considera que, em qualquer processo que pode culminar na derrubada de um presidente, há quatro grupos bem definidos no Congresso. O primeiro é o da oposição, que se declara de forma enfática logo de início, para responder ao seu eleitorado tradicional. O segundo grupo é o do mesmo partido ou da mesma base social do presidente – o PT, no caso de Dilma, e setores do PMDB e do Centrão, no caso de Temer.

Outra parcela numerosa é formada por parlamentares que preferem esperar por um posicionamento claro da maioria da opinião pública, ou ao menos de suas bases. “E tem um quarto grupo que vê nisso tudo a chance de levar vantagem”, afirma Melo. “São os deputados para os quais o governo tem de abrir o bolso”.

No atual momento, a maioria da Câmara integra o terceiro e o quarto grupos, segundo a análise do cientista político. Essa maioria não se formou no processo de impeachment de Dilma porque o contexto político era muito diferente. “Temer é tão impopular quanto Dilma, mas em 2016 a população estava nas ruas”, diz Melo. “Havia esperança de que a situação melhoraria com a saída dela. Hoje a opinião pública está desiludida”.

Melo observa que a ala fisiológica da Câmara também negociou benesses com Dilma, mas, no fundo, era fiel ao então presidente da Câmara, Eduardo Cunha – inimigo declarado do partido da presidente.

Notícias relacionadas

Omar Aziz defende manejo de jacarés para evitar a escassez de peixes

Thaisa Cidade faz campanha em comunidades ribeirinhas de Manaus

Eduardo Braga intensifica agenda de campanha no interior do Amazonas

Juíza nega liminar a Omar Aziz contra publicações sobre operação em Coari

MP Eleitoral pede ao TRE que rejeite recurso de candidato do Avante

Assuntos Câmara dos Deputados, corrupção passiva, JBS, Lava Jato, Michel Temer
Cleber Oliveira 8 de julho de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Deputado Nikolas Ferreira (PL) se refere a Daniel Vorcaro como ‘Dani’ (Foto: Pablo Valadares/Agência Câmara)
Política

Patrimônio de Nikolas Ferreira cresce mais de 10.000% em 4 anos

17 de setembro de 2026
Economia

Câmara aprova fim da ‘taxa das blusinhas’ e projeto vai para o Senado

3 de setembro de 2026
Plenário da Câmara dos Deputados
Política

Câmara dos Deputados atrai menos candidatos em 2026, registra o TSE

21 de agosto de 2026
Primeira parcela do 13º salário é paga sem descontos de taxas e impostos (Foto: Reprodução)
Política

Maiores doações de campanha são de ex-ministro de Temer e de empresário

19 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?