O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Mãe que matou homem que tentou estuprar a filha é declarada inocente

26 de março de 2026 Dia a Dia
Compartilhar
Erica Pereira da Silveira Vicente no julgamento: júri a declarou inocente (Foto: Marcelo Almeida/TJ-MG)
Erica Pereira da Silveira Vicente no julgamento: júri a declarou inocente (Foto: Marcelo Almeida/TJ-MG)
Por Luis Filipe Santos, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Uma mulher foi absolvida pelo tribunal do júri em Minas Gerais por cortar o pênis e matar o namorado, após descobrir que ele cometia abuso sexual contra a filha dela, de 11 anos de idade. Erica Pereira da Silveira Vicente, de 44 anos, tirou a vida de Everton Amaro da Silva, de 47, em 11 de março de 2025, e foi inocentada na última terça-feira (24).

O júri popular foi formado por quatro homens e três mulheres. O julgamento, que aconteceu no 2º Tribunal do Júri da Comarca de Belo Horizonte, teve quatro votos pela absolvição, sendo interrompido assim que a maioria foi atingida. Assim, a juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti julgou improcedente a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG).

Segundo o MP-MG, Erica Silveira colocou um sedativo na bebida de Everton e, quando ele dormiu, começou a esfaqueá-lo e a bater nele com um pedaço de madeira. Ela teria cortado o órgão genital dele e, com a ajuda de um adolescente, levado o corpo até uma área de mata e ateado fogo.

Por isso, o MP denunciou Erica pelos crimes de homicídio qualificado – por motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima – além de destruição de cadáver e corrupção de menor.

Segundo a defesa, Erica não sedou o companheiro, e ele teria chegado bêbado na casa. Os dois se conheciam desde que eram crianças e tinham um relacionamento amoroso eventual, mas ele costumava ficar na casa dela, no bairro Taquaril, região leste da capital mineira.

A ré relatou que, semanas antes do crime, descobriu que ele enviava mensagens de cunho sexual para a filha dela, que na época tinha 11 anos. No dia do crime, ela contou ter acordado durante a madrugada, com a filha gritando, e encontrado o homem sobre a criança, com a calça abaixada e tentando silenciá-la.

Erica afirmou que, ao ver a cena, conseguiu arrastar o homem até a sala da casa, pegou uma faca e desferiu vários golpes nele, o que só foi possível porque ele estava com a calça abaixada.

Ainda de acordo com a versão de Erica, depois que ela o matou, um jovem que ouviu os barulhos da movimentação entrou na residência. Eles então teriam combinado de tirar o corpo da casa e levar até uma região de mata. Foi nesse local, segundo ela, que ateou fogo no corpo da vítima.

Por ser um julgamento em primeira instância, ainda cabe recurso. Contudo, questionado pelo Estadão, o MP-MG não informou se pretende recorrer da sentença.

Em nota enviada ao Estadão, a defesa de Erica Silveira agradeceu as manifestações de apoio recebidas por ela e afirmou que a proteção de crianças e adolescentes deve ser priorizada.

“Trata-se de uma situação extrema, marcada por violência e por uma reação que, para parcela significativa da sociedade, reflete um contexto de desespero e de proteção imediata da vítima”, diz o texto assinado pela advogadas Camila Mendes e Elida Fabricia.

“É fundamental destacar que nenhuma forma de violência deve ser naturalizada. Contudo, a análise de situações-limite deve ser realizada de forma responsável, contextualizada e humanizada, levando em consideração as circunstâncias concretas em que os fatos ocorreram. Proteger crianças e adolescentes é dever de todos. O silêncio também violenta”, concluem.

Notícias relacionadas

Inmet alerta sobre chuva intensa em cidades do Norte e Nordeste

Empresária é presa por torturar trabalhadora doméstica

IBGE prorroga inscrição para processo seletivo com 246 vagas no Amazonas

Governo coleta opinião de viajantes para criar mapa do turismo pet

Mortes no trânsito têm queda de 33% em junho em Manaus, diz IMMU

Assuntos estupros, homicídio, mãe, Minas Gerais
Cleber Oliveira 26 de março de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O corpo da vítima foi removido pelo IML (Instituto Médico Legal) após a perícia (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Homem é morto a tiros em festa pela comemoração da vitória do Brasil

30 de junho de 2026
Eduardo Henrique Nobre Klen, 54 anos, alegou ter agido por medo de ser atacado pela vítima, após uma série de desentendimentos no residencial. (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Homem que matou funcionário de condomínio alegou ‘medo de ser atacado’

26 de junho de 2026
Eduardo Henrique Nobre Klen, de 54 anos, entrou correndo na Delegacia de Homicídios (Foto: WhatsApp/reprodução)
Polícia

Homem procurado por homicídio entra descalço e correndo na delegacia

26 de junho de 2026
Taynara Lopes Barros, 35 anos, foi condenada pela morte de Kamila Karol Anjos Fernandes, que tinha 19 anos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Foragida há um ano, mulher condenada por matar jovem a tiros é presa em Manaus

25 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?