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Economia

Lei trabalhista e experiência profissional dificultam empregos para refugiados

11 de dezembro de 2019 Economia
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Refugiados venezuelanos: poucos têm experiência profissional(Foto: Facebook/Reprodução)

Da Redação

MANAUS – A burocracia trabalhista dificulta a contratação de refugiados em Manaus. A lei concede direitos trabalhistas a refugiados e migrantes, que seguem as mesmas normas que os brasileiros, mas se encontram em condições diferentes. No Amazonas, segundo a Polícia Federal, há 20 mil refugiados e migrantes, a maioria venezuelanos.

“Assim como os brasileiros, os refugiados e solicitantes de refúgio podem obter Carteira de Trabalho e, portanto, podem trabalhar regularmente no país”, diz Lucas Nascimento, assistente de soluções duradouras da Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados).

Mas os refugiados esbarram na burocracias. “A dificuldade do refugiado, muitas vezes, está no processo de comprovação das suas experiências profissionais. Muitas empresas exigem seis meses (ou mais) de experiência em Carteira de Trabalho e isso pode limitar a possibilidade de contratação de um refugiado ou migrante que, muitas vezes, teve muitos anos de experiência no país de origem”, afirmou Lucas.

O estudo Perfil Socioeconômico dos Refugiados no Brasil, lançado pela Acnur e CSVM (Cátedra Sérgio Vieira de Mello), mostrou que os refugiados possuem escolaridade acima da média brasileira, mas apenas 14 declararam ter seu diploma de graduação formalmente reconhecido no Brasil. Essa é mais uma das dificuldades encontradas por eles para obter emprego e demonstra que alguns processos não estão sendo agilizados e adaptados para quem se encontra em situação de imigração.

Em Manaus, Lucas explica que alguns imigrantes venezuelanos possuem ensino superior completo e se encontram qualificados. “Nas últimas pesquisas realizadas, tivemos dados sobre o nível de escolaridade da população venezuelana que se encontra no Brasil. Segundo os dados, mais de 30% dos venezuelanos têm ensino superior. Essa também é a realidade de muitos venezuelanos que se encontram em Manaus. Muitos têm ensino superior completo em diferentes áreas de atuação”, disse.

O idioma muitas vezes pode ser um empecilho, mas existem iniciativas em Manaus que buscam ajudar no processo de aprendizagem da língua portuguesa. “Muitos já falam português ou estão em processo de aprendizagem. Diversas organizações e universidades de Manaus têm apoiado venezuelanos com cursos de português, para facilitar a integração social e inserção laboral dos refugiados e migrantes”, comentou o assistente.

Empresários, representantes do setor privado e da sociedade civil poderão tirar dúvidas e compreender detalhes sobre a contratação de venezuelanos e pessoas de outras nacionalidades no Encontro Empresarial sobre Contratação de Refugiados e Migrantes, que acontece em Manaus nesta quarta-feira, 11. O evento é gratuito e tem por objetivo estimular a integração socioeconômica da comunidade refugiada em Manaus.

A iniciativa acontece na sede do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa), na Avenida Leonardo Malcher, Centro. Na programação, estão desde alternativas para a integração da comunidade refugiada e migrante na cidade, até a apresentação de serviços e da experiência atual da rede de apoio às pessoas vinda da Venezuela. As inscrições podem ser feitas por meio do formulário http://bit.ly/EncontroRefugiados.

“O objetivo é estimular a integração da comunidade venezuelana por meio da aproximação entre empregadores e comunidade refugiada e migrante, fornecendo oportunidades para ambos. Em Manaus, existem refugiados e migrantes qualificados e documentados, aptos a receber uma oportunidade e iniciar uma nova jornada profissional”, disse a chefe do escritório do Acnur em Manaus Catalina Sampaio.

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Assuntos ACNUR, refugiados venezuelanos
Cleber Oliveira 11 de dezembro de 2019
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