O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Lei estadual contra queimadas é mais do mesmo, afirma especialista

12 de junho de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
greenpeace
Queimadas no Sul do Amazonas: lei estadual obriga reflorestamento por empresas que causarem desmatamento (Foto: Christian Braga/Greenpeace)
Por Milton Almeida, do ATUAL

MANAUS – Empresas particulares que causarem incêndios ilegais no Amazonas terão de reflorestar a área afetada com árvores nativas, pagar multa e poderão perder benefícios fiscais, estabelece a lei estadual nº 6.920, de 6 de junho de 2024. O valor da multa, definido pelas entidades públicas de fiscalização, será repassado ao Fema (Fundo Estadual de Meio Ambiente).

Para especialista ouvidos pelo ATUAL, a nova legislação é mais do mesmo e não vai ser efetiva porque os incêndios florestais estão ligados a problemas de grilagem de terra, desmatamento ilegal e violência no campo.

“Quando você pega dados do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), você vê que a maioria dos incêndios florestais acontecem em áreas onde não há documentação, isto é, elas são áreas públicas federais ocupadas irregularmente. Então como você vai punir uma pessoa?”, questiona o sociólogo Luiz Antonio Nascimento, professor da Ufam (Universidade Federal do Amazonas) e o especialista em conflitos fundiários.

Os artigos da lei não mencionam a instituição responsável pela fiscalização. “Apuí é um dos municípios que mais queimam e não existe nesse local a presença efetiva do Estado. E quando ele é pressionado, fazem uma força tarefa que fica 15 dias lá e voltam [para Manaus]. Portanto, quem vai fiscalizar para multar quando o fogo estiver queimando? Já tem lei que diz que você não pode fazer supressão vegetal sem licença. Para que essa lei, então?”, indaga Luiz Antônio.

Segundo o Instituto Socio Ambiental, os biomas Amazônia e Cerrado são os mais atingidos por incêndios florestais. Para o especialista, as ferramentas de prevenções contra incêndios e desmatamentos ainda são os melhores recursos técnicos a favor da natureza.

“As ações preventivas, como os monitoramentos por satélites, ajudam muito a identificar a área queimada. Depois, é só identificar os ocupantes da área afetada e abrir um processo civil e criminal. Você não vai encontrar o dono da terra ocupada porque é uma área indocumentada. Essa lei não vai alcançar o responsável das queimadas”, enfatiza Luiz Antônio.

De acordo com dados do Inpe, 2.924 pontos de queimadas foram identificados na Amazônia pelas imagens de satélite até o último dia 26 de maio. A quantidade é a maior desde o início da série histórica, iniciada em 1999. No segundo semestre de 2023, algumas regiões da floresta, como as do Estado do Amazonas, tiveram picos de incêndios.

Especialistas em clima afirmam que a chegada da estiagem à Amazônia vai deixar a vegetação e a matéria orgânica no solo propícias à queima. Esse fator, somado ao ar menos úmido, espalha as chamas com mais rapidez e dificulta o combate.

“As queimadas ocorrem depois de a floresta ter sido desmatada. Então quem vai queimar dentro de dois meses, está derrubando agora. Portanto, a estrutura do Estado deveria estar no campo agora, para impedir que as derrubadas aconteçam”, diz Luiz Antônio.

Confira a lei na íntegra.

Lei estadual contra queimadas

Notícias relacionadas

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Justiça reduz pena de prisão de homem que ateou fogo na esposa

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

Prefeito usa farda de gari para entregar caminhões de coleta de lixo

Assuntos Amazonas, desmatamento, manchete, queimadas, reflorestamento
Cleber Oliveira 12 de junho de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
1 Comment
  • Author disse:
    12 de junho de 2024 às 08:37

    Essa lei eu gostei demais parabéns ao governo por colocar essa lei em prática

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Com casos crescentes de violência nas escolas, professor assume também a função de apaziguador (Imagem ilustrativa gerfativa por IA/Google)
Dia a Dia

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

23 de maio de 2026
Dia a Dia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

22 de maio de 2026
Cerca de 2,5 toneladas de maconha do tipo skank, três fuzis e munições foram apreendidos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Traficantes pulam no rio, fogem e deixam 2,5 toneladas de maconha e armas no barco

22 de maio de 2026
O levantamento mostra taxa de mortalidade infantil de 14,5 óbitos a cada mil nascidos vivos (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Dia a Dia

FVS registra 232 mortes de bebês menores de 1 ano em 4 meses no Amazonas

22 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?