O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Lava jato na Argentina investiga 98 empresas por corrupção

1 de março de 2017 Dia a Dia
Compartilhar
cristina kirchner (Foto: Pres. da Argentina/Fotos Públicas)
Odebrecht pagou US$ 35 milhões durante o mandato da ex-presidente Cristina Kirchner (Foto: Pres. da Argentina/Fotos Públicas)

BUENOS AIRES – Enquanto as consequências da Operação Lava Jato na América Latina ameaçam ex-presidentes e respingam nos atuais, na Argentina a Justiça não pode multar, sancionar ou chegar a um acordo com a Odebrecht, apesar de a construtora ter confessado ter pago US$ 35 milhões em propinas no país entre 2007 e 2014, no mandato da ex-presidente Cristina Kirchner. O mesmo vale para outras 97 empresas, que começam a ser investigadas na Lava Jato local.

Sem uma lei que estabeleça um regime contra empresas que subornam funcionários públicos, a ação judicial é limitada. O código penal argentino só prevê sanções por corrupção para pessoas físicas. Para as empresas, nem mesmo há sanções administrativas. “Não tenho um regime penal para enquadrar a Odebrecht. Não posso nem mesmo fazer um acordo econômico com a empresa”, disse Sergio Rodríguez, responsável pela Procuradoria de Investigações Administrativas (PIA) que investiga cinco empreiteiras implicadas pela Lava Jato no Brasil e as suas 93 parceiras locais que tiveram obras contratadas pelo Estado argentino.

A investigação preliminar de Rodríguez concentra-se nas brasileiras Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. Também as argentinas Contrera Hermanos e Techint porque as suas filiais no Brasil aparecem envolvidas, respectivamente, no esquema de propina da Petrobras e de formação de cartel para controlar licitações no caso Eletronuclear.

“Essas cinco empresas tiveram muitas obras em quantidades quase iguais. Vinculadas a essas, temos as outras 93. O número pode aumentar quando o Brasil e os ministérios do governo argentino me responderem”, prevê Rodríguez, que pediu informação a todos os ministérios, ao Tesouro e ao departamento de orçamento do Ministério da Fazenda sobre as obras e todos os pagamentos entre 2006 e 2015.

Os US$ 35 milhões que a Odebrecht admite ter pago na Argentina relacionam-se com três projetos que ainda não foram revelados. O cruzamento de informações, no entanto, permite aos investigadores apontarem a dois já com causas abertas na Argentina: uma planta de tratamento da água do Rio Paraná de Las Palmas e o soterramento da linha ferroviária Sarmiento, que a Odebrecht ganhou em parceria com a empreiteira argentina Iecsa.

A terceira obra seria o bilionário contrato com a Odebrecht para a ampliação de dois gasodutos (Norte e Sul). O custo previsto em 2006 foi de US$ 2,3 bilhões, mas já está defasado. Três organismos de auditoria e controle do país detectaram irregularidades que vão de preços inflados a pagamentos antecipados sem realização de trechos.

Entre os investigados estão o ex-ministro de Planejamento Julio de Vido e o ex-secretário de Transporte Ricardo Jaime, já preso por outras causas de corrupção – ambos da administração de Cristina Kirchner. A empreiteira Iecsa pertence ao primo do presidente Mauricio Macri, Ángelo Calcaterra, que comprou a empresa em 2007, de Franco Macri, pai do presidente. “Vamos analisar todo o quadro societário da empresa”, indica Rodríguez.

Ainda não é possível afirmar se o suborno se destinava a financiamento de campanhas, enriquecimento pessoal ou ambos. “Suspeitamos que a engenharia financeira que a Odebrecht desenvolveu para pagar subornos no Brasil tenha sido a mesma aqui”, afirma Rodríguez.

As armas da Justiça argentina são bem mais limitadas. Em outubro Macri enviou ao Congresso um projeto que cria um regime de sanções a empresas, nacionais ou estrangeiras, privadas ou públicas, que subornarem funcionários públicos tanto em nível nacional quanto internacional.

A iniciativa que incorpora a delação empresarial, crucial na luta contra a corrupção, é uma exigência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), à qual a Argentina quer se integrar. O projeto não foi votado. Em dezembro, o acordo firmado entre a Odebrecht e autoridades brasileiras, americanas e suíças passou a pressionar o Congresso argentino, que retoma as atividades hoje. No discurso de abertura das sessões legislativas, Macri deve pedir a aprovação da lei. Em relação a pessoas físicas, só em outubro o país passou a contar com uma lei de delação premiada em casos de corrupção. No país, apenas indivíduos podem ser sancionados.

Esses elementos ajudam a explicar por que a Argentina é um dos países mais atrasados na investigação de subornos da Odebrecht, quando comparada, na região, com Peru, onde há uma ordem de prisão contra o ex-presidente Alejandro Toledo, ou com Colômbia, por exemplo. “Essas investigações nos países da região e fundamentalmente no Brasil estão estruturadas em mais de 90% em provas obtidas por meio de delações. A lei na Argentina existe há poucos meses. Até então não havia nenhuma possibilidade, em matéria de corrupção, de algum acordo com processados”, lamenta.

O MP argentino só poderia solicitar bloqueios com um processo penal avançado ou a restituição dos bens frutos dos delitos com uma sentença condenatória. Caberia ao Executivo, no âmbito civil a aplicação de ações de ressarcimentos. Países como Peru, Colômbia, Panamá, República Dominicana e Equador multaram e chegaram a acordos com a Odebrecht.

Questionado pela reportagem sobre o tema em seu gabinete no dia 6, Macri não indicou sanções à empresa. “Se assinarem um protocolo de transparência e confessarem com quem fizeram transações na Argentina, poderão continuar trabalhando na Argentina.”

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Braga diz que obra do Porto da Manaus Moderna será iniciada na próxima semana

Ministro da Saúde visita hospital para tratamento do câncer em Manaus

Incêndio atinge vegetação de terreno abandonado em Manaus

Estados decidirão sobre férias escolares na Copa do Mundo Feminina

Cetam é incluído pelo MEC em projeto de sustentabilidade

Assuntos argentina, brasil, Cristina Kirchner
Redação 1 de março de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministro italiano Antonio Tajani anunciou hruipo de trabalho com o Brasil para discutir acordos comerciais (Imagem: CNN/YouTube/Reprodução)
Economia

Brasil está no centro da expansão do comércio da Itália, diz chanceler

9 de setembro de 2026
Desempenho no aprendizado melhorou nas escolas públicas, registra o MEC (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Dia a Dia

Brasil reduz diferença para países ricos no desempenho escolar, mostra Pisa

8 de setembro de 2026
Economia

Ministros do Brasil e EUA vão retomar negociação comercial

22 de agosto de 2026
Atletas brasileiras conquistaram ouro inédito na ginástica rítmica ()Imagem: GE/YouTube/Reprodução)
Esporte

Brasil conquista ouro inédito no Mundial de Ginástica Rítmica

16 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?