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Variedades

Laísa Lima é a primeira mulher mestra de bateria a passar na Sapucaí

21 de fevereiro de 2026 Variedades
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Laísa Lima
Laísa Lima é filha do inesquecível Laíla, diretor de Carnaval da Beija-Flor, que morreu de Covid em 2021 (Foto: Tata Barreto/Riotur)
Por Isabela Vieira, da Agência Brasil

RIO DE JANEIRO – Pioneira à frente de uma bateria de escola de samba no Rio de Janeiro, Helen Maria da Silva Simão, de 46 anos, comemorou o sucesso de Laísa Lima, a primeira mulher a cruzar a Sapucaí como mestra de bateria, no domingo de carnaval (18). Helen Maria disse, em entrevista à Agência Brasil, que tem orgulho de Laísa e espera que novos nomes possam se juntar ao da jovem mestra.

“Laísa está de parabéns”, afirmou a pioneira. “Não estamos em uma bateria só para tocar chocalho, temos o conhecimento [da bateria] como um todo. Quanto mais mulheres aparecerem no comando de uma bateria eu bato palmas, tem que ser assim”, completou Helen, ao falar sobre o papel histórico das mulheres ritmistas. No início, elas só tocavam chocalho ou agogô. Demorou para assumirem o bumbo, repique e tamborins.

Laísa Lima

Mestra de bateria da Escola de Samba Arranco do Engenho de Dentro, bairro da zona norte carioca, da Série Ouro, Laísa Lima, de 26 anos, comandou dezenas de músicos que prestaram homenagem a Maria Eliza Alves dos Reis, a primeira palhaça mulher negra brasileira.

Na avenida, Laísa representou Maria Bonita, e, sua bateria, apelidada Sensação, simbolizou o xote de Luiz Gonzaga, que Maria Eliza usava nos shows. Naquela época, mulheres não se apresentavam como palhaças, por isso, Maria Eliza, a Xamego, se vestia de homem.

Para a pioneira mestra de bateria, Helen Maria, o sucesso de Laísa, que, além de ter realizado um feito inédito, vem sendo premiada como revelação do carnaval de 2026, mostra que, na nova geração de mestras, cabe mais diversidade.

“A nova geração impulsiona essa diversidade”, ressaltou. “Há novas identidades no carnaval, no sambódromo, como o mestre Markinhos, que também é jovem, e que trazem também novas influências musicais para o carnaval”, avaliou mestra Helen.

Como vantagem, ela vê uma sociedade mais aberta. “Passei por muito machismo, de acharem que o posto de mestra não era lugar de mulher, sofri com homens que, eram meus amigos, mas não me aceitavam, tive que construir um legado por cima disso”, contou.

Nesse novo momento, no qual a primeira mulher mestra de bateria cruza a Sapucaí, também desponta mestre Markinhos, de 31 anos, homem LGBTQIA+. Ele desfilou mais um ano ao lado do pai, mestre Marcão, na Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, do Grupo Especial. Markinhos é diretor de chocalho da agremiação e cruzou a avenida misturando, nas suas indumentárias, referências masculinas e femininas, como os saltos altos.”A bateria sempre foi um ambiente machista”, disse Markinhos. “Sempre tiveram gays e mulheres, mas em um número muito menor”, destacou.

No início, diz o mestre de bateria, foi mais difícil porque nunca teve trejeitos masculinos, mas avalia que o apoio do pai e dos demais ritmistas foi fundamental.

“No carnaval e no Brasil ainda há muita homofobia e transfobia”, afirmou Markinhos.

“A nova geração impulsiona essa diversidade”, ressaltou. “Há novas identidades no carnaval, no sambódromo, como o mestre Markinhos, que também é jovem, e que trazem também novas influências musicais para o carnaval”, avaliou mestra Helen.

Como vantagem, ela vê uma sociedade mais aberta. “Passei por muito machismo, de acharem que o posto de mestra não era lugar de mulher, sofri com homens que, eram meus amigos, mas não me aceitavam, tive que construir um legado por cima disso”, contou.

Nesse novo momento, no qual a primeira mulher mestra de bateria cruza a Sapucaí, também desponta mestre Markinhos, de 31 anos, homem LGBTQIA+. Ele desfilou mais um ano ao lado do pai, mestre Marcão, na Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, do Grupo Especial. Markinhos é diretor de chocalho da agremiação e cruzou a avenida misturando, nas suas indumentárias, referências masculinas e femininas, como os saltos altos.”A bateria sempre foi um ambiente machista”, disse Markinhos. “Sempre tiveram gays e mulheres, mas em um número muito menor”, destacou.

No início, diz o mestre de bateria, foi mais difícil porque nunca teve trejeitos masculinos, mas avalia que o apoio do pai e dos demais ritmistas foi fundamental.

“No carnaval e no Brasil ainda há muita homofobia e transfobia”, afirmou Markinhos.

Helena Maria Simão
Helen Maria da Silva Simão é pioneira no comando de ritmistas de uma bateria de Escola de Samba do Rio (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Helen Maria, a pioneira entre escolas de samba do Rio, começou no carnaval ainda criança. Ela foi porta-bandeira mirim e componente até parar na bateria, onde começou no chocalho. Entre 2009 e 2010, como mestra, Helen comandou ritmistas da divisão de acesso, na Unidos do Uraiti.

Atualmente, depois de se afastar por problemas de saúde, é mestra no Bloco Carnavalesco Novo Horizonte e dirige o naipe de chocalhos da Siri de Ramos. Em uma bateria, assim como em orquestras, os instrumentos são divididos em naipes.

Há quatro anos, Laísa é mestra de bateria de escolas do grupo de acesso é há dez ela é a responsável pelos tamborins da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis. Vice-campeã do carnaval carioca, na Beija-Flor, sua mãe, Elaine Lima, foi destaque e o pai, Luiz Fernando Ribeiro do Carmo, o Laíla, diretor de carnaval. Ele morreu de covid-19, em 2021.

Em suas redes sociais, a jovem tem agradecido pelo reconhecimento e a oportunidade, que atribui a outras duas mulheres, a presidenta da Arranco, Tatiana Santos, e a carnavalesca Annik Salmon, única mulher carnavalesca na Sapucaí, em 2026. Em 2027, Laísa estará à frente da bateria da Arranco outra vez.

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Assuntos Bateria, Carnaval, escola de samba, mestra de bateria, Mulher, música
Valmir Lima 21 de fevereiro de 2026
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