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Variedades

Kleber Mendonça Filho exalta o cinema em ‘Retratos Fantasmas’

23 de agosto de 2023 Variedades
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Cena de Retratos Fantasmas: vida cotidiana em Recife (Foto: Trailer/Reprodução)
Cena de Retratos Fantasmas: vida cotidiana em Recife (Foto: Trailer/Reprodução)
Por Inácio Araujo, da Folhapress

SÃO PAULO – “Retratos Fantasmas” se estrutura sobre uma única imagem: uma foto tirada há muito tempo por Kleber Mendonça Filho, autor deste filme, em que aparece uma desfigurada figura que, supostamente, não deveria estar na foto. Que seja sobreposição, trucagem, fábula familiar ou pessoal, a misteriosa imagem teria rendido ao futuro cineasta a reputação de médium.

Para usar uma bela definição do Houaiss, médium é, por extensão, “pessoa detentora de dons que supostamente lhe permitem conhecer coisas, dados, ocorrências etc. por meios sobrenaturais”.

Esse sobrenatural costuma aparecer nos filmes de Mendonça: os meninos que, surgidos do nada, invadem uma casa de alta classe média no Recife. Assim também sentimos os operários que irrompem no prédio de Sonia Braga para trabalhos noturnos escusos. Talvez não sejam sobrenaturais, mas são misteriosos como as imagens de um antigo engenho pernambucano.

Esses mistérios vinculam os filmes também à história. E, no caso de “Retratos”, diretamente à memória. Primeiro, a casa da infância. Já a conhecemos de outros filmes. Uma casa perto da praia que permanece com a família. Ela é marcante, entre outros, em “O Som ao Redor”.

“Retratos” documenta as transformações da casa, ao mesmo tempo em que mostra o caráter íntimo do filme. São mudanças que incidem sobre o modo de ser e de viver de quem a habita. E que também incidem sobre os filmes. O cachorro do vizinho, por exemplo, personagem relevante de “O Som ao Redor”. A casa vizinha ficou depois abandonada e foi invadida por cupins, como os que vemos em “Aquarius”.

A casa se transformou em escritório da produtora, e aqui e ali vemos circulando por lá atrizes, técnicos, pessoas não exatamente residentes. Mas indica que certas transformações levam à permanência: a propriedade da casa, tanto quanto seus afetos, permanecem.

A segunda parte do filme diz respeito ao centro de Recife e a seus antigos cinemas. A história dos cinemas de Recife não é tão diferente da de outras metrópoles. A diferença talvez esteja na bela documentação que o filme traz. Como na casa da família, aqui misturam-se bitolas, VHS, DVD etc. Vários tempos, vários momentos. A figura mais marcante, aqui, é o velho projecionista de um cinema prestes a fechar as portas. É incrível a dedicação dos projecionistas a seu trabalho.

“Retratos” mostra o velho e o novo, o cinema e seu destino. O supermercado, a igreja evangélica, o edifício… O mais documentado dos cinemas é o Art Palacio. Concebido originalmente pela produtora alemã Ufa, na era nazista, para melhor difusão de seus filmes.

Esse segmento é compreensivelmente melancólico e a documentação, detalhada. A porta monumental de uma antiga sala desaparece sob a exposição vulgar de produtos de consumo numa grande loja de varejo. A banalidade ocupa o lugar da magia.

Esses cinemas guardavam a memória dos filmes vistos, da experiência mágica, quase sobrenatural, das imagens desfilando à frente do espectador. Seu desaparecimento corresponde, objetivamente, à degradação do centro. Mas toda mudança implica perda na memória.

Sabe disso quem já teve uma casa ou já frequentou um cinema de rua em sua cidade. Nesse sentido, a vida é uma sucessão de perdas irreparáveis, mas também de permanências que fixam essa memória. Caso do cinema São Luiz, de Recife, que sobrevive.

Com isso, esse filme tão íntimo ganha uma evidente dimensão universal. O que não evita um sentimento pessoal, ao fim da projeção, que talvez seja mais do que isso: a de que, no quesito memória, falta algo. Embora os aspectos escolhidos sejam bem interessantes, a sensação de falta, de incompletude se impôs, no meu caso.

Um sentimento pessoal que talvez seja mais do que isso: quando termina o segundo segmento, referente aos cinemas de rua do centro, é justo esperar por mais aspectos de preservação – ou falta de – no Recife. Existe o rio Capiberibe, que corta a cidade, o manguezal, as praias. Nesse sentido, “Retratos Fantasmas” parece um pouco obra ainda em andamento, mas, no que existe, o olhar de Kleber Mendonça é bem original e estimulante.

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Assuntos Kleber Mendonça Filho, Recife, Retratos Fantasmas
Cleber Oliveira 23 de agosto de 2023
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