O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Juíza manda vereador citar o que pretende anular no Réveillon de Manaus

30 de novembro de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Festa de Réveillon foi cancelada - Foto Márcio james-Semcom
Pedido de cancelamento do Réveillon na Ponta Negra esbarrou em questões técnicas (Foto: Márcio James/Semcom)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – A juíza Etelvina Braga, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Manaus, deu 15 dias para que o vereador Rodrigo Guedes (PSC) aponte o ato administrativo da prefeitura que pretende anular. Guedes ajuizou uma ação popular para impedir o evento com o show do Luan Santana na Ponta Negra, mas não disse qual decreto, contrato ou licitação ele quer derrubar.

O show do cantor nacional foi anunciado pelo prefeito no último dia 11 de novembro como parte das festividades de fim de ano. Em entrevista ao ATUAL no dia 24 do mesmo mês, David disse que a festa voltará “grande” este ano e que a definição da quantidade de público no local dependerá dos índices de vacinação e do contágio da Covid-19 em Manaus.

Nesta segunda-feira (29), Guedes ajuizou a ação pedindo a anulação de “eventuais atos administrativos precedentes autorizadores para a realização das festas de final de ano (Réveillon 2022)” ou o condicionamento da licitação para contração do cantor ao fim do decreto de calamidade pública em Manaus.

Guedes reconhece, na ação, que não há qualquer ato administrativo. “Não há informações sobre os gastos ou contratos anunciados pelo prefeito David Almeida, ou ainda, de licitações em nome e CNPJ da referida empresa, assim como não previsão na Lei Orçamentária (LOA) para o ano de 2021 em programas da Fundação Municipal de Cultura e Eventos”, disse.

Ao analisar o caso, Etelvina Braga disse que a ação popular serve para anular ato concreto que “lesione, prejudique, danifique ou ofenda patrimônio público, patrimônio de entidade de que o ente público participe, moralidade administrativa, meio ambiente ou, ainda, patrimônio histórico ou cultural”. Segundo ela, Guedes não apontou nenhum decreto irregular.

“O autor, ao que tudo indica, baseia-se em matérias de jornal e anúncio de evento de ‘Réveillon’ para formular seus pedidos, entretanto não aponta o ato administrativo. Forte neste sentido, consta no pedido que seja anulado ‘eventuais atos administrativos precedentes autorizadores para a realização das festas de final de ano (Réveillon 2022)'”, disse Braga.

A magistrada sustentou ainda que a ação popular de Guedes contém erros que precisam ser corrigidos, como o alvo da demanda judicial, os pedidos e a fundamentação deles e os documentos necessários para análise do ato concreto que pretende anular. Conforme Braga, o parlamentar deve corrigir esses erros no prazo de 15 dias.

Rodrigo Guedes não citou ato da prefeitura em ação na Justiça (Foto: Murilo Rodrigues/ATUAL)

Notícias relacionadas

Brasil teve um feminicídio a cada 5h25 em 2026; Amazonas tem 6 casos

Ataque a tiros em escola no Acre deixa duas funcionárias mortas e alunos feridos

Ipeam abre inscrições para mestrado, doutorado e pós-doutorado em Manaus

Dnit remarca licitações para obras de pavimentação da BR-319

Prefeitura lança campanha com sorteio de eletrodomésticos em galerias de Manaus

Assuntos destaque, Luan Santana, Réveillon, Rodrigo Guedes
Felipe Campinas 30 de novembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Feminicídio
Dia a Dia

Brasil teve um feminicídio a cada 5h25 em 2026; Amazonas tem 6 casos

5 de maio de 2026
Duas funcionárias mortas
Dia a Dia

Ataque a tiros em escola no Acre deixa duas funcionárias mortas e alunos feridos

5 de maio de 2026
Os participantes preenchem um cupom para oncorrer a prêmios em galeria popular (Foto: Divulgação)
Serviços

Prefeitura lança campanha com sorteio de eletrodomésticos em galerias de Manaus

5 de maio de 2026
Mascote Pilili
Política

TSE lança ‘Pilili’, mascote oficial das urnas eletrônicas no Brasil

5 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?