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Variedades

Juiz diz que MP não provou ‘quadro caótico’ e libera show de R$ 500 mil

26 de maio de 2023 Variedades
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João Gomes se apresentará no domingo (28) em Nhamundá (Foto: Divulgação/Instagram)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – O juiz Marcelo Cruz de Oliveira, da Comarca de Nhamundá (AM), negou, nesta sexta-feira (26), o pedido do MP-AM (Ministério Público do Amazonas) para suspender o show do cantor João Gomes na 4ª Exposição Agropecuária do município, que começa hoje. O artista se apresentará no domingo (28), último dia do evento.

O MP questiona o valor do cachê (R$ 500 mil), que, segundo o promotor de Justiça Márcio Pereira de Mello, contradiz a qualidade da prestação dos serviços públicos no município.

Marcelo de Oliveira afirmou que o MP não comprovou a existência de “quadro caótico” nos serviços públicos do município. Por outro lado, segundo o magistrado, a prefeitura apresentou fotos de inauguração e reforma de escolas, e projetos para ampliação do hospital do município e instalação de usina para tratamento de resíduos sólidos.

“As impontualidades suscitadas pelo autor não foram suficientes para me convencer da necessidade de vetar a contratação, cujos preparativos, divulgação e ajustes de agenda se encontram avançados diante da premência da realização do evento que ocorrerá neste final de semana”, afirmou Marcelo de Oliveira.

Nesta quinta-feira (25), antes da decisão judicial, a prefeita do município, Marina Pandolfo (PSD), informou que manteria o show. Ela alegou que o dinheiro para pagar o cachê de João Gomes não sairia dos cofres municipais, mas do Governo do Amazonas. A mesma alegação foi considerada pelo juiz Marcelo de Oliveira ao negar o pedido do MP.

Nesta sexta-feira, Marcelo de Oliveira considerou, ainda, que o valor do cachê não sairá dos cofres da prefeitura, mas do Governo do Amazonas, através de emendas parlamentares. “Essa informação debilita o argumento da desproporção entre o valor pago pelo show e o porte econômico do município”, afirmou o magistrado.

Sobre o cachê, o magistrado disse que “dizer se a contratação do show de um artista nacionalmente consagrado” por esse valor “é cara ou barata para os cofres públicos é um cálculo de difícil apreciação pelo Poder Judiciário. No entanto, para ele, o montante “não destoa do valor de mercado” cobrado pelo cantor em contratos celebrados com outros municípios.

Ele também considerou as dificuldades para se chegar a Nhamundá. “Os valores estão na faixa de R$ 500 mil (Rio Largo/AL), R$ 550 mil (Salvador/BA) e R$ 600 mil (Presidente Figueiredo/AM), com a consideração de que, dentre todos estes, o Município de Nhamundá é o que possui a logística de acesso mais complexa e dispendiosa”, afirmou Marcelo de Oliveira.

“O município fica distante da capital, não possui aeroporto e o acesso depende de diversos modais de transporte, normalmente transporte aéreo até Parintins, daí seguindo-se de lancha. Nesse ponto, consigna-se que o contrato debatido engloba não apenas o cachê, mas as despesas com logística – alimentação, transporte e hospedagem – do cantor e da banda”, completou o juiz.

O juiz também considerou que o acesso à cultura é um direito social fundamental, e que, no caso do cidadão nhamundaense, esse direito é “extremamente restrito”. “A cidade não possui sequer cinema”, escreveu Marcelo de Oliveira.

O magistrado optou por promover uma realização de audiência de conciliação ou mediação

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Assuntos destaque, João Gomes, Nhamundá, Show
Felipe Campinas 26 de maio de 2023
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