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Variedades

Joe Cocker, o cantor que mudou paradigmas de interpretação no mundo pop

22 de dezembro de 2014 Variedades
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Joe Cocker lutava contra um câncer de pulmão (Foto: Naaman Saar Stavy/ Flickr Commons)
Joe Cocker lutava contra um câncer de pulmão e morreu na casa dele, em Crawford, no Colorado, Estados Unidos (Foto: Naaman Saar Stavy/ Flickr Commons)

SÃO PAULO – O cantor inglês Joe Cocker, um dos maiores intérpretes da música moderna internacional, morreu nesta segunda, 22, aos 70 anos, em sua casa em Crawford, no Colorado. Ele tinha câncer no pulmão. A morte foi confirmada por seu agente, Barrie Marshall.

Ele se tornou universalmente conhecido ao cantar uma versão de With a Little Help From my Friends, dos Beatles, no Festival de Woodstock, em 1969. Sua voz rouca, seu estilo trágico e sua interpretação lancinante criaram novos paradigmas para a interpretação na música pop. “Não sei por que escolhi With a Little Help From My Friends – eu queria uma bem conhecida e meio que espremer ela, sacou? Era o último número do show e senti que tínhamos nos comunicado com alguém”, ele disse, sobre a canção que o projetou mundialmente.

Em 1975, uma outra interpretação dele, You Are So Beautiful, se tornou novo hit planetário, e em 1983 ele ganhou um Grammy pelo single Up Where We Belong, um dueto com Jennifer Warnes. Em 2007 ele recebeu uma comenda do governo britânico no Palácio de Buckingham por sua contribuição à música.

Sua última passagem pelo Brasil foi em 2012, quando se apresentou para 5 mil pessoas na Vila Olímpia. Havia então 21 anos que não cantava aqui (esteve no Rock in Rio, em 1991) e veio com uma banda que incluía um tecladista, um organista, guitarrista, baterista, baixista e duas fenomenais cantoras de apoio (Nichelle Tillman e Andrick Brown). Ele cantou duas músicas do disco que lançara naquele ano, o derradeiro, Hard Knocks, e de resto mandou um desfile de hits: Unchain My Heart (que Ray Charles celebrizou), You Can Leave Your Hat On, Cry Me A River, Feeling Alright, Shelter Me, You Are So Beautiful, Unforgiven, entre outras.

Seu show era basicamente uma transfiguração pessoal do soul e do blues, mas havia também um condimento de funk que eletrificava a plateia, e que ele imprimia a canções especiais, como Come Together, dos Beatles. Deixou no Brasil uma sensação de êxtase coletivo, as pessoas saíam do show com sorrisos de satisfação de orelha a orelha, aquele jeito glorioso de quem está saciado, mas não empapuçado.

Musicalmente, Joe Cocker aprendeu lições do soul, da disco music do jazz, do blues, e tudo isso comparecia em seu amálgama. “Eu amava James Brown.

Nós fizemos uma turnê juntos pela Europa pouco antes de ele morrer, com uma orquestra, e ambos estávamos no programa. Toda noite ele vinha ao meu show e a gente dividia o microfone. Acho que todo cantor de R? além de triturar Can’t Find My Way Home, sucesso do Traffic, também animava a trilha yuppie do filme 9 e 1/2 Semanas de Amor com You Can Leave Your Hat On. “Apesar de ele ser um garoto inglês de Sheffield, de 24 anos, sua voz é a de um negro sulista de meia-idade”, espantou-se um crítico de música ao vê-lo cantar pela primeira vez.

Influenciou artistas posteriores que não têm nada de ordinários, como Bryan Adams, a canadense K.D. Lang, a guitarrista Deborah Coleman e até contemporâneos como Dr. John e Van Morrison. Joe, no palco, transmitia a ideia de uma viagem sem retorno, uma grande aventura pela alma. “Quando interpreto canções como You’re So Beautiful, minha proposta é reinventá-la a cada noite. Isso é interpretação, trazer emoção à sua voz. Eu tenho uma boa banda, que sabe o que eu quero. Se estou ainda cantando após 45 anos, é porque talvez eu possa transformar uma canção em algo especial. Tento comunicar um sentimento por meio de uma canção, o que não é fácil”, afirmou.

Nascido John Robert Cocker, teve sérios problemas com drogas na época da contracultura, problemas que aumentaram com o abuso de substâncias alcoólicas. “Não havia rehab na minha época. Ninguém chegava para mim e dizia: ‘Joe, você precisa parar com isso’, ele disse, também em entrevista ao jornal.

Ele dizia que nunca tentara se acercar do mistério que o fez se tornar tão íntimo do american songbook, mesmo tendo nascido tão longe do Mississippi. “Nunca tentei entender isso, mas sou do Norte da Inglaterra. Quero dizer, os Beatles eram de Liverpool, que não é tão distante de Sheffield. Ali, fomos muito influenciados pelo blues de Chicago. Acho que carreguei aquilo comigo em minha voz. Amo Ray Charles, Muddy Waters, Sonny Boy Williamson. Sou um ‘bluesband guy’.”

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

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Assuntos morte, pop, rock
Valmir Lima 22 de dezembro de 2014
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