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Variedades

Jô Soares, humorista que marcou a cultura do país, morre aos 84

5 de agosto de 2022 Variedades
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Jô Soares
Jô Soares estava internado no Hospital Sírio-Libanês e sua morte foi confirmada pela família (Foto: Reprodução/TV Globo)
Cristina Camargo, da Folhapress

SÃO PAULO – O humorista Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5), no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. A morte de José Eugênio Soares foi confirmada pela ex-mulher do artista, Flavia Pedras Soares. “Nos deixou cercado de amor e cuidados”, ela disse. A causa da morte não foi informada.

Jô nasceu no Rio de Janeiro em 1938 e era filho único de uma família rica que perdeu a fortuna. Estudou na Suíça e nos Estados Unidos, falava seis línguas e abandonou o plano de ser diplomata para dedicar-se à vida artística. Interpretou dezenas de personagens, criou bordões e apresentou o mais conhecido programa de entrevistas da TV brasileira.

Foi ator de teatro, cinema e televisão, além de dramaturgo, roteirista, diretor e escritor.
O artista entrou na Globo em 1970, como protagonista do programa “Faça Humor, Não Faça Guerra”. Já havia passado pelas TVs Continental, Rio, Tupi, Excelsior e Record. Atuou, por exemplo, no clássico “Família Trapo”.

Estreou seu próprio programa, o “Viva o Gordo”, em 1981. Seis anos depois, saiu da Globo para apresentar seu talk-show, no SBT. De volta à Globo em 2000, comandou por 16 anos o “Programa do Jô”.

Ele casou três vezes, com as atrizes Tereza Austragesilo e Silvia Bandeira e com a designer gráfica Flavia Junqueira. Com Flavia, brincava que vivia uma separação que não deu certo. Os dois ficaram muito amigos. Jô teve um filho, Rafael, morto em 2014 aos 50 anos.

Velório

O velório de Jô Soares não será aberto ao público.

Sua ex-mulher Flavia Pedras sugeriu nas redes sociais que os fãs do comediante celebrem sua vida com um brinde.

“Aqueles que através dos seus mais de 60 anos de carreira tenham se divertido com seus personagens, repetido seus bordões, sorrido com a inteligência afiada desse vocacionado comediante, celebrem, façam um brinde à sua vida.”

José Eugênio Soares estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo desde o dia 28 de julho.

No post em que anunciou a morte de Jô, Flavia fez sua homenagem: “Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem”.

“Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo. Obrigada para sempre, pelas alegrias e também pelos sofrimentos que nos causamos. Até esses nos fizeram mais e melhores.”

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Assuntos destaque, Jô Soares, morte de Jô Soares
Valmir Lima 5 de agosto de 2022
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