O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Investigação contradiz versão de Flávio Queiroz sobre vazamento de informação

19 de maio de 2020 Política
Compartilhar
Fabrício Queiroz teve o nome envolvido em escândalo de laranjas na Alerj (Foto: Reprodução)

Por Italo Nogueira, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – O policial militar aposentado Fabrício Queiroz, amigo de Jair Bolsonaro e ex-assessor do hoje senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), era alvo de investigação no Ministério Público do Rio de Janeiro no momento em que foi exonerado do antigo gabinete do filho do presidente na Assembleia Legislativa do Rio, em outubro de 2018.

Naquele momento, um relatório do Coaf (órgão federal de inteligência financeira) que apontava movimentação de recursos incompatível de Queiroz estava nas mãos da Polícia Federal, da Procuradoria da República e do Ministério Público do Rio.

Na PF, seu nome constava de inquérito sobre pagamento de propina pelo ex-governador Sérgio Cabral a deputados da Assembleia do Rio. A investigação culminou na Operação Furna da Onça, deflagrada em novembro de 2018. Flávio e Queiroz não eram suspeitos nesse caso. Já no MP-RJ, o PM aposentado era tratado como investigado numa apuração sobre pagamento de ‘rachadinha’ no gabinete de Flávio.

Essas investigações e o relatório federal ajudam a desconstruir a versão que tem sido apresentada pela família Bolsonaro depois que o empresário Paulo Marinho, suplente de Flávio no Senado, afirmou à Folha de S.Paulo que o senador foi informado sobre a presença de Queiroz no relatório do Coaf por um delegado da PF. Por esse motivo, Flávio demitiu o assessor em 15 de outubro de 2018.

“O delegado falou: ‘Vai ser deflagrada a Operação Furna da Onça, que vai atingir em cheio a Assembleia Legislativa do Rio. E essa operação vai alcançar algumas pessoas do gabinete do Flávio (que era deputado estadual na época). Uma delas é o Queiroz e a outra é a filha do Queiroz (Nathalia), que trabalha no gabinete do Jair Bolsonaro (que ainda era deputado federal) em Brasília’”, disse Marinho.

O senador nega ter sido informado e aponta o fato de o juiz federal Abel Gomes, relator da Furna da Onça, afirmar que nem ele nem Queiroz eram alvo da operação. O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu irmão, usa argumento semelhante para refutar as acusações de Marinho.

Flávio, em suas redes sociais, afirmou: “Nem eu, nem meu ex-assessor, éramos alvo da operação da Polícia Federal denominada Furna da Onça. Mas, segundo meu suplente Paulo Marinho (agora assumidamente representante de Doria no Rio – PSDB), eu teria recebido informações de que a PF investigava meu ex-assessor”.

O relatório do Coaf sobre assessores de deputados da Alerj distribuído espontaneamente a diferentes órgãos de investigação, entre eles o MPF e o MP-RJ.

No MPF, ele se tornou documento de consulta para aprofundar informações que os procuradores já tinham sobre o pagamento de propina a deputados. Por esse motivo, foi anexado na íntegra ao inquérito, ainda que contivesse dados de outros deputados. Além de Flávio, há outros 15 deputados mencionados no relatório que não foram alvo da Furna da Onça. Já no MP-RJ o documento se transformou em investigação formal no dia 31 de julho de 2018.

Ainda que não fosse alvo da operação da PF, o documento do Coaf seria anexado na íntegra entre os documentos da investigação quando os pedidos de prisão fossem feitos. Após a deflagração da operação, advogados da defesa poderiam acessar o documento e ver a presença de Queiroz.

A prisão dos deputados foi pedida pelo Ministério Público Federal em 16 de outubro de 2018, um dia após a exoneração de Queiroz. No dia 25, em sessão secreta, os membros da 1ª Turma do TRF-2 deferiram as medidas cautelares pedidas pela Procuradoria.

Os mandados de prisão foram expedidos em 31 de outubro, dois dias após o segundo turno que selou a vitória de Bolsonaro. A operação foi deflagrada em 8 de novembro. O relatório do Coaf foi juntado a processo sigiloso ao qual só tinham acesso os advogados dos alvos da investigação. Além dos 10 deputados, outras 12 pessoas foram detidas.

A presença de Queiroz no relatório da Furna da Onça foi divulgada no dia 6 de dezembro de 2018 pelo jornal O Estado de S. Paulo. A reportagem não mencionava a existência de apuração no MP-RJ, descoberta depois.

O detalhamento do item do relatório sobre Queiroz já apontava indícios da prática de ‘rachadinha’ no gabinete de Flávio. Havia depósitos em espécie e saques subsequentes em dias próximos do pagamento na Assembleia. Algumas transferências eram feitas por assessores do gabinete do filho do presidente.

A divulgação da movimentação de R$ 1,2 milhão de Queiroz, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, provocou o primeiro desgaste da gestão Bolsonaro antes mesmo que ela começasse. Desde então, tem sido a maior dor de cabeça do presidente e de seu filho 01, como Flávio é chamado. Isso mostra que a mera existência do relatório, mesmo que fora do foco da PF, já era um problema potencial para a família do presidente.

No MP-RJ, o relatório foi base para a apuração que levou à quebra de sigilo bancário e fiscal de 103 pessoas físicas e jurídicas, entre elas o próprio senador, sua mulher e ex-assessores. Promotores afirmam ter provas de que o senador lavou R$ 2,3 milhões com sua loja de chocolates e compra e venda de imóveis.

O dinheiro foi, segundo a apuração da Promotoria, fruto do recolhimento de parte do salário de funcionários, alguns deles fantasmas. Queiroz seria o operador dessa prática, conhecida como ‘rachadinha’.

Desde a época da deflagração da Furna da Onça, há suspeita de vazamento. Alguns alvos foram encontrados sem computador em casa e com o histórico de aplicativos de mensagens completamente apagados. Um investigado vestia roupa social às 6h e tinha diploma separado quando os agentes chegaram à sua casa.

Os indícios foram usados pela Procuradoria para converter a prisão temporária em preventiva de dez investigados, entre eles seis deputados. O juiz federal Abel Gomes concordou com a análise da PF e da Procuradoria Regional da República de que o cenário encontrado por agentes nos momentos da prisão dos investigados indica um vazamento da operação.

A PF afirma ter investigado o caso e concluído que não houve vazamento por membros da corporação. A polícia afirmou que, após o relato de Marinho, novo inquérito será aberto. O Ministério Público Federal também instaurou procedimento para analisar o caso.

Notícias relacionadas

Argumento de Toffoli contra Renan Santos implicaria 2.744 candidatos

Lula tem 38% dos votos totais no 1º turno; Flávio obteve 30% e Cury, 11%

É baixa a chance de candidatura de Renan Santos ser indeferida, dizem advogados

Rede social X contesta regra do TSE sobre publicações de candidatos para usuários

Justiça proíbe uso de ações da Saúde para promover Roberto Cidade

Assuntos Fabrício Queiroz, Flávio Bolsonaro
Cleber Oliveira 19 de maio de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Lula e Flavio Bolsonaro
Política

Lula tem 38% dos votos totais no 1º turno; Flávio obteve 30% e Cury, 11%

1 de setembro de 2026
Lula e Flavio Bolsonaro
Política

Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro 33% em sondagem de primeiro turno

31 de agosto de 2026
Embarcação bate em moto aquática durante evento em apoio a Flávio Bolsonaro
Política

Embarcação atinge jet ski de bombeiros em evento de Flávio Bolsonaro em Angra dos Reis

29 de agosto de 2026
Lula e Flavio Bolsonaro
Política

Lula foca em educação e Flávio em segurança na estreia no rádio

29 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?