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Economia

Instituto do Senado estima em R$ 28,9 bilhões a perda de receita com reforma do IR

3 de setembro de 2021 Economia
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Contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146 (Foto: AdrianaToffetti/Folhapress)
Mudanças no IR afetarão receita federal, estima o IFI (Foto: AdrianaToffetti/Folhapress)
Por Bernardo Caram, da Folhapress

BRASÍLIA – A reforma do IR (Imposto de Renda) aprovada pela Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (2) deve gerar uma perda de arrecadação de R$ 28,9 bilhões em 2022, segundo cálculos da IFI (Instituição Fiscal Independente, ligada ao Senado).

As contas do órgão apontam que o texto, que sofreu alterações em relação à versão proposta inicialmente pelo governo, reduzirá a arrecadação em R$ 11 bilhões em 2023 e R$ 12,3 bilhões em 2024. A medida ainda será analisada pelo Senado.

O rombo poderá ser maior do que o estimado porque os cálculos da IFI consideram a reversão de benefícios tributários prevista no projeto, que pode não produzir um aumento automático de arrecadação. Somente essa conta tem efeito positivo superior a R$ 21 bilhões ao ano, pelas estimativas da Receita Federal.

A perda de arrecadação será dividida entre União, estados e municípios. Esse efeito foi uma das razões que levaram a sucessivos adiamentos da votação do texto.

Ao divulgar o estudo, a IFI ressaltou que há riscos associados às simulações por conta da falta de informações e dificuldades metodológicas. A nota técnica considera simulações feitas pela própria instituição e também dados da Receita Federal.

“De todo modo, as contas apresentadas indicam que o texto aprovado poderá ter um impacto negativo para as contas públicas”, apontou.

Entre os principais pontos do projeto aprovado, está a redução da alíquota principal do IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) de 15% para 8%. Esse dispositivo reduz a arrecadação do governo em R$ 49,9 bilhões no ano que vem, de acordo com os cálculos da IFI. O impacto será de R$ 53,1 bilhões em 2023 e R$ 56,5 bilhões em 2024.

Os deputados aprovaram taxação de 15% sobre a distribuição de lucros ou dividendos, com isenção para pequenas empresas. A cobrança deve render uma arrecadação de R$ 8,4 bilhões em 2022, R$ 28,3 bilhões em 2023, e R$ 29,2 bilhões em 2024.

A discrepância entre os anos acontece porque as empresas devem antecipar a distribuição de lucros neste ano, enquanto ainda não há taxação, reduzindo o efeito em 2022. A partir do ano seguinte, a arrecadação é ampliada.

Em relação às pessoas físicas, o projeto corrige a tabela do IR e reduz o desconto máximo da declaração simplificada de R$ 16.754,34 para R$ 10.563,60. A mudança na tabela reduz a arrecadação do governo em R$ 25,3 bilhões no ano que vem, R$ 26,9 bilhões em 2023 e R$ 28,7 bilhões em 2024.

Em relação ao desconto simplificado, haverá ganho de arrecadação de aproximadamente R$ 6 bilhões a partir de 2023.

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Assuntos arrecadação, imposto de renda, Reforma do Imposto de renda
Murilo Rodrigues 3 de setembro de 2021
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1 Comment
  • Alexandre disse:
    3 de setembro de 2021 às 23:58

    O AMAZONAS perde muito mais receitas devido aos créditos que as indústrias recebem. No Amazonas é assim, é o único local do mundo aonde o empresário tem LUCRO através de CRÉDITO de IMPOSTOS. Enquanto isto não há mais empregos em Manaus devido às indústrias transferiram suas matrizes de Manaus para outros estados visando obter os CRÉDITOS.

    Responder

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