O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Informática, eletrônicos e veículos têm mais dificuldade de atender clientes

9 de abril de 2021 Economia
Compartilhar
curso tecnologia
Informática sofre com dificuldade de atender clientes (Foto: Divulgação)
Por Eduardo Cucolo, da Folhapress

SÃO PAULO – Praticamente 7 em cada 10 indústrias dos segmentos de informática, eletrônicos e ópticos, veículos e metalurgia enfrentam dificuldade de atender à demanda dos seus clientes, devido à falta de insumos para a produção.

O número é parte da terceira pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria) sobre o tema, que foi divulgada nesta sexta-feira, 8. Os levantamentos anteriores foram realizados em outubro e novembro de 2020.

Segundo a CNI, o segmento de informática, eletrônicos e óticos se destaca negativamente, com aumento no percentual de empresas com dificuldade, de 42% em novembro de 2020 para 69%.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, afirma que a desestruturação das cadeias produtivas ainda é resultado do cancelamento de compras e redução de estoques ocorrido no início da pandemia, no ano passado. A retomada da economia no segundo semestre de 2020, segundo ele, não foi acompanhada no mesmo ritmo por todas as empresas o que gerou dificuldades nos diversos elos da cadeia.

Além disso, a desvalorização do real tornou as exportações mais atrativas e redirecionou parte do fornecimento de matérias-primas, insumos e produtos finais ao mercado internacional. “O resultado foi um aumento ainda mais acentuado de preços e uma dificuldade ainda maior de obter os insumos e matérias-primas”, afirma o presidente da CNI.

No geral, 45% das empresas da indústria têm dificuldade de atender à demanda, uma queda em relação aos 54% verificados na pesquisa anterior. Entre os 26 setores de atividade da Indústria de Transformação considerados no levantamento, em 13 pelo menos 50% das empresas tinham dificuldade para atender parte de sua demanda. Eram 19 em novembro.

Entre os que tiveram melhora, a CNI destaca os segmentos de bebidas e de minerais não metálicos. Em novembro de 2020, 55% das empresas de bebidas tinham dificuldade de atender à demanda, percentual que caiu para 32%. No segmento de minerais, recuou de 67% para 45%.

A demora na normalização das cadeias produtivas foi um dos fatores citados pelo Banco Central para justificar o amento da taxa básica de juros em março. Segundo o BC, esses problemas pressionaram custos de produção e geraram um choque de demanda.

Ainda de acordo com a pesquisa, 73% das empresas da indústria geral e 72% das empresas da construção encontram dificuldades em obter insumos e matérias-primas produzidos no Brasil. Eram 75% e 72% em novembro. Destacam-se os segmentos de móveis (91%), limpeza e perfumaria (86%) e vestuário (85%).

Em novembro, 51% das empresas esperavam uma normalização da questão dos insumos no primeiro trimestre deste ano. Agora, 70% esperam uma regularização até o final do terceiro trimestre.

Em relação a insumos importados, 65% das empresas que compram matérias-primas do exterior enfrentam problemas de abastecimento, mesmo pagando mais caro pelos produtos. Em alguns setores, a questão afeta mais de 80% das empresas: borracha, móveis, madeira, equipamentos de transporte e de informática, eletrônicos e ópticos.

A CNI ouviu 1.782 empresas, sendo 739 pequenas, 615 médias e 428 grandes, nas indústrias de transformação e extrativa, além de 436 empresas na construção, de 1º a 12 de fevereiro.

Notícias relacionadas

Empresários rebatem Flávio Bolsonaro sobre mistura de etanol na gasolina

Pix proporcionou inclusão financeira da baixa renda, diz presidente do BC

Índice de ESG no futebol mapeará relação com bets e até lixo dos times

Brasil busca investimento chinês para projetos de infraestrutura

Pix enfrenta instabilidade na manhã deste domingo

Assuntos clientes, eletrônico, Informática, Veículos
Redação 9 de abril de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Hatches pequenos, chamados carros de 'entrada', foram os mais vendidos no último trimestre de 2017 (Foto: Anfavea/Divulgação)
Economia

Análise de pedidos e sistema bancário travam o Move Motoristas

7 de agosto de 2026
Dia a Dia

Operação de conscientização do IMMU apreende 4 veículos

29 de julho de 2026
Financiamento de seminovos
Economia

Governo vai financiar compra de seminovos por motoristas de aplicativo e taxistas

16 de julho de 2026
A lei estabelece que motoristas devem conduzir as pessoas vulneráveis á autoridade policial ou unidade de saúde (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Economia

BNDES começa a analisar crédito para motoristas de táxi e de aplicativos

19 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?