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Economia

Inflação sobe 6,83% no ano até julho e acumula alta de 9,56% em 12 meses

7 de agosto de 2015 Economia
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Na pesquisa geral, a mediana das projeções para o IPCA de 2016 foi mantida em 5,70% pela sétima semana consecutiva. Agora, com a divulgação das estimativas para o ano que vem, os números do boletim tendem a mudar com mais frequência (Foto: Divulgação)
Em 12 meses, o IPCA avançou a 9,56%, o maior resultado nesta comparação desde novembro de 2003. Naquele mês, a alta no acumulado em 12 meses era de 11,02% (Foto: Reprodução)

BRASÍLIA – A alta de 0,62% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em julho foi a maior para o mês desde 2004, quando o avanço foi de 0,91%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira, 7. Com o resultado, o índice acumula alta de 6,83% nos sete primeiros meses do ano, a maior taxa para o período desde 2003 (6,85%).

Em 12 meses, o IPCA avançou a 9,56%, o maior resultado nesta comparação desde novembro de 2003. Naquele mês, a alta no acumulado em 12 meses era de 11,02%.

As contas de energia elétrica voltaram a ficar mais caras em julho e foram o principal impacto sobre o IPCA. A alta foi de 4 17%, segundo o IBGE. Além disso, a taxa de água e esgoto e o condomínio mais caros pressionaram o grupo Habitação, que avançou 1,52% em julho.

A tarifa de energia elétrica respondeu por 0,16 ponto porcentual da alta de 0,62% no IPCA do mês passado. Segundo o IBGE, a alta foi muito influenciada pelas regiões metropolitanas de Curitiba, onde aumentaram 11,40%, refletindo parte do reajuste de 14,39% no valor das tarifas, em vigência desde 24 de junho; e São Paulo cujo aumento de 11,11% se deve ao reajuste de 17,00% aplicado sobre as tarifas de uma das empresas de abastecimento a partir do dia 4 de julho.

Em outras regiões, como Campo Grande (2,72%), Belo Horizonte (2 04%) e Brasília (2,03%), as contas também aumentaram, mas em função dos impostos (PIS/Cofins). Por outro lado, houve regiões em que os impostos tornaram as contas mais baratas de junho para julho. Em Vitória a queda chegou a 8,67%, seguida por Salvador, com recuo de 4,67%.

Nas taxas de água e esgoto, o aumento médio foi de 2,44% em julho. A alta atingiu sete regiões, com destaque para Goiânia, onde a elevação foi de 19,56%. Também tiveram aumento no item Campo Grande, Porto Alegre, Salvador, Recife, São Paulo e Curitiba.

Com isto, Habitação ficou com o mais elevado resultado nos grupos, sendo pressionado ainda pelos artigos de limpeza (0,65%) aluguel residencial (0,49%) e condomínio (0,49%).

Alimentação e Bebidas

O grupo Alimentação e Bebidas acelerou de 0,63% em junho para 0 65% no IPCA de julho. Os alimentosos alimentos consumidos fora de casa subiram 0,77%, mais do que aqueles consumidos nas residências dos brasileiros, que avançaram 0,59%.

Na mesa dos brasileiros, ficaram mais caros feijão-mulatinho (8 88%), leite longa vida (3,09%), cebola (2,85%), carnes industrializadas (2,14%), macarrão (1,13%), pão francês (0,82%), entre outros itens. Por outro lado, ficaram mais baratos o tomate (-10,77%), as hortaliças (-3,05%), o óleo de soja (-1 22%), entre outros.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

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Valmir Lima 7 de agosto de 2015
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