O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Inflação reduz dívida bruta e dá sobrevida a teto de gastos, afirma órgão fiscal do Senado

16 de junho de 2021 Economia
Compartilhar
Inflação e preços
Inflação e alta de preços contribuem para a redução da dívida pública (Foto: Antônio Cruz/ABr)
Eduardo Cucolo, da Folhapress

SÃO PAULO, SP- A alta da inflação ajudará a melhorar os dados das contas públicas neste e nos próximos anos, segundo estimativas divulgadas nesta quarta-feira, 16, no Relatório de Acompanhamento Fiscal da IFI (Instituição Fiscal Independente) de junho.

De acordo com a IFI, órgão ligado ao Senado, a dívida bruta brasileira deverá cair de 88,8% no final de 2020 para 85,6% do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano.

Apesar do recuo, a instituição afirma que a dívida ainda está 30,5 pontos percentuais acima da média dos países emergentes, por isso, “o desafio fiscal não foi superado”.

A projeção de crescimento real do PIB (Produto Interno Bruto) da IFI passou de 3% para 4,2%. Considerando também a inflação, o PIB nominal cresceria 12,6%.

Segundo a IFI, o aumento do PIB nominal, combinado com os resgates da dívida pública, contribuíram para a queda da dívida bruta no primeiro quadrimestre.

“Os dados do PIB do primeiro trimestre e a inflação mais alta colaboram para o quadro fiscal, mas esse tipo de dinâmica não é consistente”, afirma a IFI.

Segundo o relatório, a estratégia de ajustar as contas públicas com mais inflação é arriscada, porque pode levar à alta do custo médio da dívida e colocar a perder os ganhos de curto prazo.

Grande parte da dívida é atrelada a índices de preços. Além disso, mais inflação demanda aumento maior da taxa básica de juros.

A instituição também calcula que as contas do setor público podem voltar a ser superavitárias a partir de 2025. Anteriormente, a projeção era de voltar ao azul somente em 2030. Com isso, a dívida bruta cresceria até 87,1% do PIB em 2025, ficaria estável no ano seguinte e iniciaria trajetória de leve queda até 85,5% em 2030.

Segundo a IFI, o teto de gastos, na presença de inflação maior, ganhou sobrevida e terá risco alto de rompimento apenas em 2027.

Em 2022, o teto de gastos terá folga de R$ 47 bilhões, que poderá ser integralmente gasta. A folga é dada pela diferença entre a inflação usada para calcular o teto (até junho deste ano, de 8,3% na projeção) e a que corrige as despesas do Orçamento (até dezembro, de 5,7%).

De acordo com o relatório, o deflator do PIB, pressionado pela evolução da taxa de câmbio e dos preços das commodities, produzirá um PIB nominal mais elevado em 2021. Esse ponto de partida alto afeta toda a curva de projeções da instituição, influenciando para acima a geração de resultados primários do governo central.

O crescimento real da economia pode chegar a 5,4% no cenário mais otimista traçado pela instituição. Nesse caso, a dívida bruta poderia cair para 83,9% do PIB.

Notícias relacionadas

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Assuntos dívida bruta, gastos, inflação
Redação 16 de junho de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Para receber o auxílio, a renda familiar deve ser de até R$ 522,50 por pessoa ou de até três salários mínimos (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)
Economia

INPC, que corrige salários, teve alta de 0,81% em abril

12 de maio de 2026
Dário Durigan
Economia

Missão é não deixar preço da guerra chegar às famílias, diz Durigan

26 de março de 2026
Primeira parcela do 13º salário é paga sem descontos de taxas e impostos (Foto: Reprodução)
Economia

Reajuste salarial em janeiro foi acima da inflação em 94% das categorias

20 de fevereiro de 2026
FGTS aplicativo
Economia

STF decide que FGTS deve ser corrigido pelo IPCA, mas sem retroativo

18 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?