O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Inflação do Brasil em 2021 foi a quarta maior entre 44 países da OMC

12 de janeiro de 2022 Economia
Compartilhar
Inflação produtos (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Inflação foi puxada principalmente pela alta nos preços de alimentos (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Por Eduardo Cucolo, da Folhapress

SÃO PAULO – O Brasil fechou 2021 com a quarta maior inflação entre 44 economias destacadas pela OCDE e deve terminar 2022 entre as nove maiores taxas ao consumidor, segundo projeções e dados coletados pela instituição que reúne as economias mais relevantes do planeta.

O IPCA (índice oficial de inflação do país) de 10,06% foi superado apenas pelas taxas de Argentina (51% até novembro), Turquia (36% até dezembro) e Estônia (12,1% até dezembro) na seleção de países acompanhados pela instituição multilateral. Se fossem selecionadas as economias do G20, o Brasil estaria em terceiro lugar.

Considerando um conjunto mais amplo de países, o IPCA do ano passado ficou na 13ª posição entre as 71 economias que já divulgaram dados para dezembro de 2021, segundo coleta feita pela plataforma Trading Economics.

Se forem analisadas as taxas em 12 meses divulgadas até novembro ou dezembro por 147 economias, o IPCA fica no 28º lugar – 5ª posição entre os países do continente americano.

A Venezuela, com inflação de 686,4%, lidera todos os rankings mundiais. Nas Américas, destacam-se ainda Suriname (63,3%) e Haiti (24,6%) – com dados acumulados em 12 meses até novembro – à frente do Brasil.

A inflação brasileira superou a de outras economias relevantes no continente, como Uruguai (8%), México (7,4%), Chile (7,2%) e Estados Unidos (7%) – esses com dados já fechados para 2021.

O índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos representa a maior taxa desde 1982. O Federal Reserve, o banco central do país, estima que a inflação alta pode durar até meados deste ano e já sinalizou que a instituição está pronta para tomar medidas se o aumento dos preços não arrefecer, como a esperada alta dos juros.

A disparada dos índices de preços no segundo ano de pandemia é explicada por diversos choques, de demanda e oferta, e está levando bancos centrais e governos a reduzir estímulos à recuperação econômica. No Brasil, a expectativa é que o IPCA tenha atingido o pico em 12 meses em novembro (10,7%) e recue para cerca de 5% ao final de 2022.

Na carta divulgada na terça-feira (11) para explicar o estouro da meta de inflação no Brasil, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, atribuiu a inflação em 2021 a sucessivos choques de custos e enfatizou que se trata de um movimento observado também em outros países.

Ele destacou que, no Brasil, houve o efeito adicional da crise de energia. Afirmou também que, embora a contribuição da taxa de câmbio para a inflação tenha sido menor que em 2020, houve a quebra no padrão histórico de apreciação da moeda nacional durante ciclos de elevação nos preços das commodities exportadas pelo país. Dessa forma, o país foi duplamente afetado pela alta desses produtos.

Campos Neto afirmou que a tendência de depreciação cambial na segunda metade de 2021 refletiu, principalmente, questionamentos em relação ao futuro do arcabouço fiscal vigente. Nesse período, o governo alterou o teto de gastos para aumentar despesas.

No documento, o BC reitera que irá manter o ciclo de alta da taxa básica de juros, atualmente em 9,25% ao ano, para trazer a inflação à meta.

Brasil teve 5ª maior inflação ao consumidor nas Américas (em %)

1º – Venezuela – 686.4

2º – Suriname – 63,3

3º – Argentina – 51,2

4º – Haiti – 24,6

5º – Brasil – 10,1

Fonte: Trading Economics

Notícias relacionadas

Acordo Mercosul-União Europeia eleva exportações brasileiras em 21%

Arrecadação do AM chega a R$ 35,2 bilhões, 93,6% da previsão para 2026

Taxa de desemprego é a menor desde 2012 e empregadores são recorde

Âmbar orienta 9 mil pessoas no Amazonas para manter tarifa social

Petrobras anuncia 3ª descoberta de petróleo em poço na Foz do Amazonas

Assuntos inflação, IPCA
Cleber Oliveira 12 de janeiro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

teto de gastos
Economia

Prévia da inflação de outubro é 0,32%, menos da metade que a de setembro

23 de outubro de 2026
Economia

Arrecadação federal cresce 5,62% em setembro e soma R$ 239,4 bilhões

22 de outubro de 2026
Biscoitos em supermercado: Brasil exportou R$ US$ 71,8 milhões (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Economia

Lula reconhece ‘custo de vida caro’, mas exalta menor inflação em 4 anos

16 de setembro de 2026
Alimentos e inflação
Economia

Preço de alimentos recua, e inflação oficial de junho fica em 0,16%

10 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?