
Da Redação
MANAUS – A produção de bicicletas nas fábricas de Manaus em agosto deste ano foi 3,3% menor em relação a julho e teve aumento de 13,1% se comparado ao mesmo período do ano passado, com 72.293 unidades. A falta de matéria prima ainda afeta o PIM (Polo Industrial de Manaus) e impede que a produção aumente, de acordo com a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).
“Esse problema é resultado do desequilíbrio entre oferta e demanda de matérias primas provocada pela pandemia nas cadeias globais de produção”, diz Cyro Gazola, vice-presidente da associação. Gazola afirma que a falta de peças e componentes ainda deve se estender até 2022.
Em números absolutos, a Moutain Bike foi a categoria mais produzida, com 42.158 unidades e 58,3% do volume total. Na sequência, vieram a Urbana/Lazer (19.754 bicicletas e 27,3% do total fabricado) e a Infanto-Juvenil (6.872 unidades e 9,5%).
Exportações
As exportações em agosto totalizaram 3.618 bicicletas, aumento de 229,8% na comparação com julho (1.097 unidades) e de 16,6% em relação ao mesmo mês do ano passado (3.103 bicicletas).
Segundo levantamento do portal Comex Stat, os maiores embarques foram para os países da América do Sul: Paraguai (1.929 bicicletas e 53,3% do volume total exportado) e Uruguai (1.652 unidades e 45,7%).
De janeiro a agosto, foram exportadas 12.970 bicicletas. As posições no ranking do acumulado do ano foram as mesmas do levantamento mensal: Paraguai (7.473 bicicletas e 57,6% do volume total exportado), Uruguai (4.967 unidades e 38,3%) e Bolívia (452 unidades e 3,5%).

É mais barato comprar bicicleta produzida na zona Franca de Manaus pelo mercado livre em São Paulo do que nas lojas de Manaus. Estranho…