O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Indústria já paga menos pela energia elétrica diz Dcide

15 de julho de 2015 Economia
Compartilhar
O principal alvo da União Europeia é a indústria automobilística, seguida pelos eletroeletrônicos (Foto: Divulgação)
O valor médio da energia negociada em contratos plurianuais encolheu quase 25% (Foto: Divulgação)

BRASÍLIA – O preço da energia no Brasil está em queda, pelo menos para as indústrias e grandes consumidores que negociam novos contratos de fornecimento de energia no longo prazo. Em menos de seis meses o valor médio da energia negociada em contratos plurianuais encolheu quase 25%, consequência da retração da economia brasileira, da queda do consumo e de melhor perspectiva em relação às chuvas.

Levantamento realizado pela empresa de informação e análise de risco Dcide, especializada no setor elétrico, aponta que o preço médio da energia para 2016 caiu de R$ 310/MWh em fevereiro para aproximadamente R$ 240/MWh. No caso de contratos de longo prazo, com fornecimento entre 2016 e 2019, a queda é menor, na casa de 10%, mas com tendência de aceleração, já que apenas na última semana houve retração de 3,7%.

“Vimos que, nas últimas 16 semanas, o preço para 2016 só não caiu em duas delas. Agora tivemos uma queda mais forte na última semana e é possível que o preço comece a mudar de patamar”, afirma o diretor da Dcide, Henrique Leme Felizatti. Segundo ele, foi grande o desvio padrão dos dados da última pesquisa, por isso as próximas duas ou três semanas devem ser determinantes para que se identifique a existência ou não de um novo patamar de preços.

Por hora, as perspectivas sugerem um preço da energia mais baixo reflexo da queda da demanda dos grandes consumidores, categoria de empresas que negocia diretamente no mercado livre. Além disso o preço de liquidação das diferenças (PLD), balizador do custo de energia no mercado spot, também está em trajetória descendente.

“Nossas previsões para o PLD indicam redução nas próximas semanas e meses. E, para o ano que vem, há grande possibilidade de ficar mais baixo do que este ano. Ele pode chegar abaixo de R$ 150/MWh ou até próximo a R$ 100/MWh”, afirma o gerente da área de Regulamentação, Capacitação e Preços da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Rodrigo Sacchi.

O cenário fica mais favorável à medida que o consumo encolhe e as chuvas no inverno apresentam taxas mais elevadas do que aquelas previstas inicialmente. Na última sexta-feira, o Operador Nacional do Sistema (ONS) elétrico projetou que a afluência de julho na região Sudeste/Centro-Oeste, a mais importante do País em termos de capacidade de armazenamento, será equivalente a 117% da média histórica para o mês.

Contraste

Os números contrastam com o cenário de um ano atrás, quando consumidores com contratos de fornecimento prestes a vencer não encontravam oferta de energia no mercado. Diante da escassez, contratos com fornecimento para 2015 chegaram a ser negociados por mais de R$ 400/Mwh.

Essa situação começou a ser revertida no fim de 2014, quando o governo federal decidiu reduzir o valor teto do PLD de R$ 822 83/MWh para R$ 388,48/MWh. O preço da energia para 2015, então, passou a ser balizado por esse valor, e o custo da energia para contratos de curto prazo permaneceu próximo do limite estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Marcelo Ramos diz que críticos da ZFM querem os incentivos ou o fim das indústrias

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 121,8 bilhões e mantém ritmo de produção

Pix foi usado em 20,5% das vendas em bares e restaurantes

Famílias perderam R$ 62,5 bilhões com apostas em 2025

Análise de pedidos e sistema bancário travam o Move Motoristas

Assuntos Amazonas Atual, Dcide, energia elétrica, indústria
Valmir Lima 15 de julho de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Indústrias da Zona Franca de Manaus (Foto: Divulgação/Suframa)
Economia

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 121,8 bilhões e mantém ritmo de produção

7 de agosto de 2026
Brasil ainda se sai mal na balança fiscal em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) previsto para o ano de 2017 e na competitividade global (Foto: Agência Brasil)
Economia

Recuo na indústria: produção caiu em junho em relação a maio

4 de agosto de 2026
luminária
Dia a Dia

Regularização de postes pode reduzir conta de luz em R$ 6 bilhões, diz Abradee

1 de agosto de 2026
Economia

Aneel mantém taxa na conta de luz com bandeira amarela em agosto

31 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?