O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Saúde

Inca estima que Brasil terá 2 milhões de novos casos de câncer em 3 anos

23 de novembro de 2022 Saúde
Compartilhar
pacientes com cancer
Exame para detectar câncer: o de fígado será mais recorrente entre os homens (Foto: Divulgação)
Por Samuel Fernandes, da Folhapress

SÃO PAULO – De 2023 a 2025, o Brasil terá 704 mil novos casos de cânceres a cada ano. A estimativa resulta em mais de 2 milhões de novos diagnósticos da doença no próximo triênio. Os dados são do Inca (Instituto Nacional do Câncer) e foram divulgados nesta quarta-feira (23) no documento “Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil”.

No levantamento anterior, que estimou os números do aparecimento da doença entre 2020 e 2022, a taxa era de 625 mil novos casos a cada ano. A comparação das duas avaliações, no entanto, não é recomendada por Marianna Cancela, pesquisadora da Coordenação de Prevenção e Vigilância (Conprev) do Inca.

Ela explica que de uma estimativa para outra alterações podem ocorrer na metodologia, afetando a analogia entre elas. No caso do estudo mais recente, dois tipos de tumores foram adicionados na análise: de pâncreas e de fígado.

“Eles foram incluídos porque, em certas regiões do Brasil, estão tendo uma influência significativa”, afirma Cancela. Na região Sul, por exemplo, o câncer de pâncreas será o sexto mais comum entre as mulheres. Já o câncer de fígado ocupará a sétima posição entre os mais prevalentes nos homens residentes no Norte do país.

Além desses dois tipos de tumores, outros 19 compuseram a estimativa. A metodologia do estudo consiste em examinar dados de casos e mortalidade por cânceres disponibilizados em bancos de dados públicos para predizer o cenário dos próximos anos.

No levantamento recém-divulgado, o câncer com maior prevalência é o de pele não melanoma, totalizando cerca de 31% do total esperado para os próximos três anos. De certa forma, isso já era esperado: é comum o paciente ser diagnosticado com esse tumor de forma simultânea a outro.

Cancela diz que esse tipo tende a ter uma taxa de letalidade mais baixa. Por isso, em algumas partes da análise do Inca, o tumor é separado dos outros.

“Em termos de planejamento para saúde pública, é interessante fazer essa separação, porque eles são uma categoria em que, geralmente, o tratamento é menos complexo”, afirma a pesquisadora.

O estudo também examinou as diferenças de incidência das doenças cancerígenas entre homens e mulheres. Desconsiderando o câncer de pele não melanoma, o mais comum nos próximos três anos para eles é o de próstata. Para as mulheres, a posição é ocupada pelo tumor de mama.

Em seguida, o câncer colorretal aparece como o segundo colocado para homens e mulheres. O tumor ultrapassou o de pulmão e de colo de útero, dois que historicamente eram mais prevalentes para eles e para elas, respectivamente.

Cancela afirma que uma das razões para o câncer de colo de útero cair para a terceira posição entre as mulheres foi o impacto positivo da disseminação de exames preventivos, como o papanicolau. Em relação ao câncer de pulmão, a queda na prevalência masculina está relacionada com políticas antitabagistas que dificultam os hábitos de fumantes no país.

Esse ponto se relaciona com o fato de que a adoção de hábitos não saudáveis, como sedentarismo e má alimentação, por uma parcela significativa da população leva os riscos de desenvolvimento de doenças cancerígenas. Por isso, Cancela diz que é importante “trabalhar mais com os fatores de risco para diminuir a incidência”.

Cenário brasileiro Embora a comparação entre diferentes estimativas não seja indicada por Cancela, ela indica que o Brasil passa por uma tendência no aumento dos casos da doença. Além dos hábitos já mencionados que acarretam maiores riscos para os tumores, o envelhecimento da população explica o crescimento dos diagnósticos.

Um exemplo é da incidência maior de cânceres no Sul e Sudeste do Brasil em comparação ao resto do país. Cancela afirma que essas regiões contam com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mais alto, ocasionando um maior número de idosos. Como a idade avançada é um importante fator de risco para aparecimento de tumor, é esperado que essas regiões registrem um maior número de diagnósticos.

Mesmo com o aumento dos casos de cânceres, o Brasil ainda figura abaixo da média global. Ao realizar uma análise da incidência ajustada, que consiste em comparar todos os países como se tivessem a mesma distribuição de habitantes por faixa etária, foi observado que a prevalência no Brasil está em cerca de 20 diagnósticos a menos comparado a média global a cada 100 mil habitantes.

Para Cancela, uma grande vantagem das estimativas realizadas pelo Inca é indicar o aumento dos diagnósticos da doença para uma maior preparação do ecossistema de saúde brasileira.
“Nós projetamos esses números para que o sistema [SUS] possa se adaptar ao que pode esperar”, conclui.

Notícias relacionadas

Anvisa aprova nova caneta com remédio para tratar diabetes tipo 2

Morre o jornalista Carlos Monforte, que fez carreira na TV Globo

SUS terá novos remédios para doenças como mal de Crohn e uveites

Anéis de saúde não emitem diagnóstico médico, alerta a Anvisa

Anvisa aprova registro de novo remédio genérico de semaglutida

Assuntos brasil, câncer, Inca
Murilo Rodrigues 23 de novembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Carlos Monforte estava em tratamento de um câncer (Imagem: Instagram/Reprodução)
Variedades

Morre o jornalista Carlos Monforte, que fez carreira na TV Globo

31 de agosto de 2026
Economia

Ministros do Brasil e EUA vão retomar negociação comercial

22 de agosto de 2026
Atletas brasileiras conquistaram ouro inédito na ginástica rítmica ()Imagem: GE/YouTube/Reprodução)
Esporte

Brasil conquista ouro inédito no Mundial de Ginástica Rítmica

16 de agosto de 2026
Donald Trump com Lula na Casa Branca: encontro descontraído para discutir temas polêmicos (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Economia

Brasil abre processo para aplicar Lei da Reciprocidade e notifica diplomacia dos EUA

13 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?