O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Imunidade gerada por resfriado pode proteger contra Covid, mostra estudo

12 de janeiro de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Chuvas intensas aumentam risco de gripe e viroses (Foto: Jornalismo F5 Comunicação/Divulgação)
Chuvas intensas aumentam risco de gripe e viroses (Foto: Jornalismo F5 Comunicação/Divulgação)
Por Ana Bottallo, da Folhapress

SÃO PAULO – A resposta protetora gerada por células T de defesa após um resfriado comum pode impedir a infecção pelo vírus Sars-CoV-2 e, consequentemente, proteger contra a Covid-19.

Esse é o principal achado de um estudo feito por pesquisadores do Imperial College de Londres e publicado na última segunda (10) no periódico científico Nature Communications.

A pesquisa contou com 52 participantes que viviam em conjunto com pessoas que tiveram diagnóstico confirmado de infecção pelo Sars-CoV-2. Dessas, 26 apresentaram um resultado negativo no teste RT-PCR para o coronavírus, e a outra metade, um resultado positivo.

O principal objetivo do estudo era verificar se as pessoas com o resultado negativo tinham células de defesa no organismo contra o vírus.

Os indivíduos que foram expostos ao Sars-CoV-2 fizeram exames do tipo RT-PCR no primeiro dia após exposição e depois no quarto e sétimo dias. Amostras de sangue foram colhidas entre o primeiro e o sexto dias após a exposição para analisar a presença de células T já existentes no organismo após uma infecção por um vírus do resfriado comum.

Naquelas pessoas com um resultado do exame RT-PCR negativo, foi identificado um alto nível de células de defesa ativas, isto é, houve uma proteção cruzada de memória de uma exposição prévia por um vírus de resfriado comum e o Sars-CoV-2, impedindo a infecção do último.

Essa imunidade celular, dizem os autores, foi gerada principalmente para atacar partes do coronavírus como a proteína do nucleocapsídeo (nuclear) ou as proteínas do chamado envelope, a membrana que envolve o material nucleico do vírus.

Em contrapartida, houve uma imunidade cruzada reduzida contra a proteína S do Spike (ou espícula, estrutura usada pelo coronavírus para entrar nas células).

Como muitas das vacinas contra Covid-19 utilizadas em todo o mundo focaram na indução de anticorpos contra a proteína S, o estudo do Imperial College pode trazer novos focos para o desenvolvimento de vacinas de segunda e terceira geração, dizem os autores.

Além disso, como a produção de células T de memória foi verificada logo nos primeiros dias após a exposição com o vírus –medida pela quantidade de interferon-gama e de interleucinas, substâncias secretadas pelas células do sistema imune frente a uma infecção–, esse é um forte indicativo de que essas células de memória já existiam no organismo, não sendo portanto resposta de um contato direto com o coronavírus.

Segundo Rhia Kundu, primeiro autor do estudo e pesquisador do Instituto Nacional do Coração e do Pulmão do Imperial College de Londres, a pesquisa aponta que níveis elevados de células T de memória gerados após resfriados comuns podem proteger contra a Covid, mas não devem substituir a defesa gerada após tomar vacina.

“Embora seja uma descoberta importante, essa é mais uma forma de proteção, e não deve ser a única ferramenta para impedir a doença. Em vez disso, o melhor jeito de se proteger contra a Covid-19 é manter sua vacinação atualizada, incluindo receber a dose de reforço”, diz.

Outro aspecto importante da pesquisa é que ela, apesar de ter sido divulgada só agora, foi feita em setembro de 2020, período em que as vacinas contra Covid-19 ainda não estavam disponíveis no mundo.

Diversos estudos já mostraram que, embora as vacinas possam perder parcialmente sua efetividade de seis a oito meses após a segunda dose, essa queda se relaciona às taxas de anticorpos, mas é esperado que a imunidade celular, como a estudada na pesquisa do Imperial College, perdure.

Além disso, as vacinas foram desenvolvidas para proteger contra um quadro grave da doença, que pode levar à hospitalização e ao óbito por Covid, mas não contra a infecção.

Novas vacinas que buscam neutralizar o vírus na porta de entrada do organismo, isto é, pelas vias aéreas superiores, como boca e nariz, podem conseguir impedir a infecção pelo Sars-CoV-2.

Para o professor e diretor da Unidade de Pesquisa em Proteção e Saúde de Infecções Respiratórias do Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde do Reino Unido (NIHR, na sigla em inglês), Ajit Lalvani, esse é o primeiro estudo a mostrar evidências de que a imunidade gerada contra resfriados comuns pode ter um papel fundamental na prevenção da Covid, o que explica porque em muitos casais uma pessoa é infectada pelo Sars-CoV-2, enquanto a outra não.

“Essas células T protegem o organismo atacando as proteínas de dentro do vírus, e não a proteína S, que está sempre sofrendo uma pressão seletiva constante, por ser nela que surgiram muitas das mutações do Sars-CoV-2”, explica ele, que é um dos autores do artigo.

“Em contraste, as proteínas do núcleo são muito mais conservadas. Novas vacinas que usam essas proteínas como alvo podem, assim, induzir uma imunidade celular muito mais duradoura contra o vírus e suas variantes”, diz.

Notícias relacionadas

Prefeito usa farda de gari para entregar caminhões de coleta de lixo

Deolane se recusa a fornecer a senha de seus celulares à polícia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

Prazo de inscrição do Enem começa na segunda e provas serão em novembro 

FVS registra 232 mortes de bebês menores de 1 ano em 4 meses no Amazonas

Assuntos Covid-19, imunidade, resfriado
Murilo Rodrigues 12 de janeiro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

entrerros covid-19
Dia a Dia

Pandemia reduziu expectativa de vida no AM em 5,8 anos, aponta estudo

16 de maio de 2026
Política

‘Temos que fazer com que saibam quem foram os responsáveis’, diz Lula sobre mortes por Covid

11 de maio de 2026
Covid-19 teste
Dia a Dia

MPF aciona a Justiça contra hospital e médicos no AM por exame de Covid-19

30 de abril de 2026
manaus
Saúde

Sete anos após a pandemia de Covid-19, a política ainda se sobrepõem à ciência, dizem pesquisadores

26 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?