O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Guerra comercial entre EUA e China abre espaço para 34 produtos brasileiros

6 de junho de 2019 Economia
Compartilhar
O aço é um dos produtos de exportação, que o Brasil que aumentar a venda para os EUA (Foto: Agência Brasil)
Da Folhapress

WASHINGTON – A escalada da guerra comercial entre Estados Unidos e China abre espaço para o crescimento nas exportações de 34 produtos brasileiros ao mercado americano.

As transações podem avançar em até US$ 4,25 bilhões dos US$ 250 bilhões de bens chineses taxados pelo governo do republicano Donald Trump.

Hoje, o Brasil exporta US$ 1 bilhão desses mesmos produtos, ou seja, haveria oportunidade de o país elevar as vendas em pelo menos US$ 3 bilhões com a disputa entre as potências econômicas.

A reportagem teve acesso a uma análise desenvolvida a pedido do governo brasileiro por pesquisadores associados ao think tank americano Atlantic Council em parceria com a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Nela, estimam-se impacto e oportunidade do ingresso de produtos do Brasil nos EUA após a nova sobretaxa à importação da China.

Inicialmente a lista tinha 134 itens, reduzida para os produtos considerados, de fato, com potencial competitivo no mercado externo.

Ferro, aço, plástico, madeira, calçados, têxteis, além de alimentos como pera e frutas secas, compõem o mapa que será distribuído pelo governo aos principais exportadores brasileiros.

No mês passado, Trump oficializou o aumento de tarifas de 10% para 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses -US$ 50 bilhões já estavam sendo taxados desde o ano passado- e afirmou que as conversas com Pequim seguiam em busca de consenso para um acordo comercial.

Sem muitos avanços nas tratativas, o dirigente chinês, Xi Jinping, anunciou que as sobretaxas contra os EUA subiriam para algo entre 20% e 25% no início de junho.

Em 2018, o Brasil exportou US$ 28,7 bilhões para os EUA, ou seja, se atingir os US$ 4,25 bilhões, poderia incrementar em até 15% suas vendas aos americanos.

No estudo em posse do governo brasileiro foram calculados preços unitários de importação para mais de 5.000 grupos de produtos do Brasil, da China e de outros 68 países que importam para os Estados Unidos.

No primeiro levantamento, foram levados em conta preço médio dos importados da China -antes e depois da aplicação da sobretaxa americana- e o preço médio brasileiro menor do que o dos concorrentes, chegando-se aos 134 produtos.

Depois, foram filtrados os itens com maior potencial de entrada nos EUA, com critérios como os já vendidos pelo Brasil, a demanda do mercado americano e especialidades brasileiras.

O impacto da decisão de Trump de sobretaxar os produtos chineses foi inicialmente negativo no mercado, que depois amenizou as perdas ao absorver a análise de que essa era uma estratégia dos EUA para acelerar as tratativas com os chineses.

Uma delegação de Pequim foi à capital americana em maio para tentar fechar um acordo comercial que envolva, entre outros pontos, a proteção à propriedade intelectual, a redução das tarifas e a lista negativa de investimentos na China -para empresas dos EUA atuarem em solo chinês. Mas a viagem acabou sem consenso.

Em relação ao impacto sobre os produtos do Brasil, especialistas têm a avaliação desde o início de que o setor agrícola, com soja, milho e trigo, deveria ser observado com atenção.

Enquanto as tarifas estiverem altas, o apetite da China para comprar dos Estados Unidos é cada vez menor, o que beneficia o exportador brasileiro.

Por outro lado, os chineses devem usar exatamente esse tipo de bens como moeda de troca para conseguir mais vantagens com os americanos e, com o acordo fechado, o Brasil poderia perder mercado para Washington.

Notícias relacionadas

Conta de energia será reduzida em 3 estados do Norte e 2 do Nordeste

Justiça mantém suspensão das demissões nas Casas Bahia

Brasil Soberano terá R$ 4 bilhões para financiar produção de fertilizantes

Impostos federais renderam R$ 289,346 bilhões em julho ao governo

Governo estima que salário mínimo será de R$ 1.741 para 2027

Assuntos China, eua, guerra comercial
Redação 6 de junho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Gol Linhas Aéreas
Economia

Brasil busca investimento chinês para projetos de infraestrutura

24 de agosto de 2026
Alexandre de Moraes se manifestou ao abrir sessão da Primeira Turma do STF nesta terça (Imagem: STF/YouTube/Reprodução)
Política

Governo dos EUA planeja novas sanções contra o ministro Alexandre de Moraes

16 de agosto de 2026
Secretário de Defesa Pete Hegseth defende fim do Tribunal Penal Internacional (IMagem: Globo News/YouTube)
Política

EUA rejeitam direito internacional e defendem fim do tribunal da ONU

13 de agosto de 2026
Estande do Brasil em feira de negócios em Xangai: mais exportações para a China (Foto: ApexBrasil/Divulgação)
Economia

Opção aos EUA: ApexBrasil lança ajuda para empresas afetadas por tarifaço

11 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?