O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Guedes descontrolado e opção militar na Casa Civil testam tática de isolamento de Bolsonaro

13 de fevereiro de 2020 Política
Compartilhar
Presidente Jair Bolsonaro em cerimônia militar: nova tática política (Foto: Alan Santos/PR)

Por Igor Gielow, da Folhapress

SÃO PAULO-SP – Após um começo de ano relativamente modorrento na política, o governo Jair Bolsonaro enfim entrou em 2020 arriscando uma aposta dobrada no que se pode chamar de isolamento de resultados. A tática ficou clara após a aprovação da reforma da Previdência, em meados do ano passado. Ela contém dois vetores: a presença do hiperativo Paulo Guedes como garoto-propaganda do reformismo para a elite econômica e a incúria proposital no trato com o Congresso.

Vinha dando certo. Bolsonaro pode ser o presidente mais mal avaliado da história recente nesta etapa do mandato, mas tem um estável terço do eleitorado consigo, registra avanço entre áreas antes fechadas ao bolsonarismo e ainda não vê adversários com viabilidade comprovada na praça.

Logrou tal feito contando com um Congresso que fez avançar uma agenda que o mercado quer crer ser responsabilidade de Guedes, mas é de Rodrigo Maia (DEM-RJ). Isso com o presidente tratando o Parlamento aos chutes, cumprindo sua promessa eleitoral de evitar o toma-lá-dá-cá tradicional e agradando assim sua audiência. Com a intervenção militar na Casa Civil, para usar um híbrido de oximoro e chiste circunstancial, Bolsonaro sinaliza que pretende ver a fórmula dobrada neste ano.

O general Walter Braga Netto é considerado por colegas um homem competente, ‘no-nonsense’ como diriam os americanos, o que já o diferencia de seu antecessor e de tantos outros membros do governo. Mas ele não estará lá para fazer articulação política, e sim para tentar arrumar a bagunça gerencial do governo. Será auxiliado por outro militar com quatro estrelas no uniforme, o almirante Flávio Rocha, na tarefa.

A articulação política seguirá manca, à exceção de um limitado balcão coordenado pelo cada vez mais influente general Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo). O alinhamento dele com Fernando Azevedo (Defesa) e Braga Netto será um dos esteios do governo neste ano, para desgosto e alegria de muitos militares da ativa. A depender do resultado, claro.

Até aí, jogo que segue, não fosse o fato de que o governo vem apanhando do Congresso desde a volta do recesso. Mais especificamente, sofre reveses na sua incensada agenda econômica: os recuos anunciados na reforma administrativa e na PEC da desvinculação dos fundos falam por si, assim como as previstas limitações à capacidade do governo de contingenciar gastos.

Em ano eleitoral, quando cerca de 15% dos deputados disputam prefeituras e todos precisam cuidar de seus quintais, qualquer coisa que possa lhes ser pendurada no pescoço como ‘chacina social’ é alvo de desconfiança. Isso tudo eleva, consequentemente, os riscos do populismo fiscal de um Congresso inconsequente.

Neste ponto entra em conjunção com o cenário o descontrole verbal de Paulo Guedes. Ele nunca foi conhecido por sua habilidade política, mas a frase sobre empregadas indo à Disneylândia logo após chamar servidores de parasitas custaria a cabeça de qualquer autoridade na civilização almejada pelo ministro brasileiro.

O Congresso sente cheiro de sangue. Se já não auferia grandes vantagens por ser sócio do bolsonarismo, não jogará contra sua péssima imagem passando pano para preconceito de classe -não há eufemismo politicamente palatável, como havia no caso dos parasitas, para o que Guedes disse. Noves fora isso, o impacto do dólar alto na classe média que apoiou decisivamente Bolsonaro em 2018 é grande. Não são só as “empregadas domésticas” que vão à Disney, afinal.

Além disso, Bolsonaro tem acumulado fracassos gerenciais importantes, como o fiasco do Enem, sem citar as decantadas questões de imagem externa negativa e seus impactos em investimentos. Para completar, Maia está em seu ano final como o imperador legislativo do país, secundado pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Precisa definir o caminho a seguir até 2022, hoje com Luciano Huck no plano A e o governador João Doria (PSDB-SP), no B.

Nem tudo é negativo para o presidente. Quão mais sólida a recuperação econômica, menor será o ímpeto de Maia e dos parlamentares de desafiá-lo, em nome de uma acomodação útil a todos. Bolsonaro também segue com o radar atento a temas populistas e populares, como a questão do ICMS dos combustíveis.

Além disso, ele mantém viva a militância com sua ração diária de agenda retrógrada, polêmicas vazias e ataques a pilares democráticos. A eficiência do Congresso e do Judiciário em contrabalançar o que lhes diz respeito está provada até aqui, mas não se espera nenhuma inflexão retórica do Planalto. A questão é que essa combinação de fatores, em especial o econômico, é volátil. O cenário ainda não indica rupturas, mas sim que o isolamento de resultados de Bolsonaro será cada vez mais posto à prova.

Notícias relacionadas

Lula propõe resgate do verde e amarelo pela esquerda e critica apropriação bolsonarista

Lula e Margareth Menezes lançam no Rio plataforma de streaming gratuito ‘Tela Brasil’

Não temos controle sobre preço dos combustíveis porque BR Distribuidora foi vendida, diz Lula

‘Traidor da Pátria’, diz Lula sobre Flávio Bolsonaro articular para tornar PCC e CV grupos terroristas

‘Membros do Clã Bolsonaro pensam mais em si do que no Brasil’, afirma Alckmin

Assuntos Casa Civil, Jair Bolsonaro, Paulo Guedes
Cleber Oliveira 13 de fevereiro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Kassio Nunes Marques
Política

Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre revisão da condenação de Bolsonaro

27 de maio de 2026
Golpistas em ataque às sedes dos Três Poderes no dia 8/1/2023: réu é absolvido (Foto: Joedson Alves/ABr)
Política

AGU defende no STF que Lei da Dosimetria, que reduz penas de golpistas, é inconstitucional

19 de maio de 2026
Ator Jin Caviezel como Bolsonaro em cena de Dark Horse: deputado do PT quer proibir exibição do filme antes das eleições (Imagem: YouTube/Reprodução)
Política

Deputado e Prerrogativas pedem proibição do filme sobre Bolsonaro antes das eleições

19 de maio de 2026
Flávio Bolsonaro justificou pedido de dinheiro a Vorcaro em vídeo no Instagram (Imagem: Instagram/Reprodução)
Política

Flávio Bolsonaro diz que pediu patrocínio a Vorcaro porque o banqueiro era um ‘astro’

15 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?