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Saúde

Guaraná e açaí podem reverter envelhecimento da pele, mostra pesquisa

4 de outubro de 2021 Saúde
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guarana
Estudo mostra que subprodutos de frutos amazônicos têm potencial econômico e na saúde humana (Foto: Fapeam/Divulgação)
Da Redação

MANAUS – Resíduos do pó do guaraná e da semente do açaí são benéficos à cicatrização e favorecem a desaceleração do envelhecimento da pele, impactando diretamente na incidência e prevalência de feridas difíceis de cicatrizar. A constatação é de pesquisa desenvolvida pela pesquisadora Ednea Ribeiro.
 
De acordo com Ednea, o estudo mostra que muitos subprodutos gerados pelo uso de frutos amazônicos têm potencial econômico e podem gerar receitas adicionais aos produtores e também auxiliar na saúde e longevidade humana.
 
“A relevância está na necessidade de desenvolvermos produtos de origem vegetal com base na biodiversidade amazônica que sejam benéficos para a pele. O envelhecimento biológico tem um profundo impacto na pele, que é o maior órgão do nosso corpo”, diz.

“A pele é muito importante, porque, além de nos proteger contra os raios ultravioletas, evita infecções por microrganismos e também regula a nossa temperatura corporal, entre outras funções. O envelhecimento leva a uma desestruturação da pele, e com isto idosos acabam desenvolvendo uma série de disfunções, incluindo maior dificuldade de cicatrização e regeneração”, cita a pesquisadora.

açaí
Efeito do extrato combinado guaraná-açaí foi avaliado em cultura de células da pele humana (Foto: Ronaldo Macedo/Embrapa)

Ednea afirma que o efeito do extrato combinado guaraná-açaí foi avaliado em cultura de células da pele humana. Além disso, estudos complementares foram conduzidos com óleos combinados e processados de copaíba e andiroba, que são comuns em preparações dermatocosméticas e podem ser usados junto ao extrato de guaraná e do açaí.
 
“O conjunto dos resultados apontou que o extrato combinado dos frutos possui grande efeito cicatrizante, com potencial aplicação no tratamento de feridas crônicas e também da fibrose e cicatrizes patológicas (hipertróficas). Estes resultados são inovadores e abrem a possibilidade para o uso deste material, que hoje não tem valor econômico agregado, e é um problema ambiental no seu descarte pela indústria de cosméticos e dermatológicos”, alertou.

Parceiros

De acordo com Ednea Ribeiro, a pesquisa foi desenvolvida em colaboração com pesquisadores do Laboratório de Biogenômica da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) e dos programas de Pós-Graduação em Cirurgia da Ufam (Universidade Federal do Amazonas), e Ciências da Saúde da UFSM. A pesquisa está sendo implantada no novo laboratório da FUnATI (Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade), denominado Gerontec, com inauguração prevista para novembro de 2021.
 
“No laboratório da FUnATI serão implantados estudos complementares ao projeto, a partir de testes do formulado na pele de adultos e idosos. Assim, em 2022, esperamos conseguir implantar esta segunda fase do nosso estudo, a ser realizada totalmente nas dependências da FUnATI aqui em Manaus”, disse Ednea.

Publicações

Grande parte dos resultados do estudo já foi publicada como resumos em eventos científicos, artigos de jornais e revistas, entre eles o “Journal of Cosmetic Dermatology”, disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31343815/.
 
A pesquisa é financiada pela Fapeam (Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas), intitulado “Desenvolvimento biotecnológico à base de resíduos do pó do guaraná e da semente do açaí”

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Assuntos açaí, envelhecimento, Fapeam, Guaraná
Redação 4 de outubro de 2021
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